Quem sabe
FAZER O BEM
Quem sabe que deve fazer o bem e não faz, comete pecado, pois não podemos omitir a ação e ter apenas o conhecimento sobre o que é certo e errado. A responsabilidade de agir, é fundamental para a moral e a fé pois quem faz o bem, tem que ter sabedoria para suportar a ingratidão. Se concientizar que nem todos tem o mesmo coração, assim evitaremos frustrações futuras. Faça o bem sem esperar nada em troca porque a nossa recompensa não virá das pessoas, mas de Deus.
Quem sabe eu te encontre para tomar um caldo apimentado, mas espero que seus beijos sejam doce.
Norberto Dias
Se não for possível o hoje, aproveite o máximo de tempo, pois quem sabe seja possível amanhã.
CJR
Claudio Ribeiro
@claudioribcjr
Dentro de cada tigre há uma calma selvagem — a paciência feroz de quem sabe que a verdadeira força é esperar o momento certo.
EduardoSantiago
Expertise de quem sabe
os caminhos da sedução
trancada com porta de veludo
e correndo nua no coração.
O apelo das Guabirobas
sobre a mesa e a diversão
com o deslumbramento
pelo nosso envolvimento.
O prazer de caber dentro
com o êxito do inefável prazer
de fazer o ritual acontecer
com o desvario de nada reter.
Êxtase e calidez em pulsão
em estuo completo em efusão,
não há mais o mundo lá fora,
e agora só existe o amor e a paixão.
Quem sabe a dimensão do barulho de um diagnóstico é só quem o vive, os que fazem disso um espetáculo, só imaginam.
Os que atravessam o instante em que um diagnóstico cai sobre a própria vida, sabem: não é apenas uma palavra, é um estrondo que reverbera por dentro.
O barulho não vem do som, mas do silêncio que se instala depois — aquele em que o futuro precisa ser reaprendido, os planos se recolocam em caixas frágeis e o coração passa a ouvir demais.
Para quem vive, o diagnóstico não é manchete nem assunto de corredor.
É matéria de oração, de medo contido, de coragem silenciosa.
E é o peso de ter que continuar respirando enquanto a alma tenta entender o que mudou sem pedir permissão.
Já os que transformam isso em espetáculo ou comentário ligeiro escutam apenas o eco distante.
Imaginam o impacto, mas não conhecem o abalo.
Confundem curiosidade com empatia, opinião com presença e ruídos com cuidado.
Talvez por isso, diante do diagnóstico alheio, o gesto mais humano não seja perguntar, expor ou explicar — mas silenciar, respeitar e permanecer.
Porque há dores que não pedem palco, mas abrigo.
E há barulhos que só quem os escuta por dentro sabe o quanto ensurdecem.
“Todo mundo anda armado de alguma coisa: medo, raiva ou coragem. A diferença é quem sabe usar.”
— Guilherme Abner, A Arma no Bolso
“O verdadeiro controle não está na tecnologia, mas na mente de quem sabe usá-la.” — Guilherme Abner de Lima
