Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia

Cerca de 665222 frases e pensamentos: Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia

"Não peço muito… só quero sentir que sou importante sem ter que me explicar."

Inserida por Lindalvamachado

⁠"Às vezes tudo o que eu queria era ser a calma de alguém, e não o peso."

Inserida por Lindalvamachado

⁠Quando descobri que mais da metade das pessoas não são extremamente, o que elas dizem!?

Eu parei de me preocupar com as mentiras que me falam;
Porque antes de mentirem pra mim, elas estão enganando a si mesmas...

Inserida por apollo_nascimento

⁠Eu perco o controle quando você não está perto de mim. Estou desmoronando bem na sua frente, você não consegue ver?

Teddy Swims

Nota: Trecho da música Lose Control.

Inserida por pensador

⁠Não quero te perder, amor
Mas não posso mais jogar esse jogo
Achei que isso me mataria
Mas esta noite eu salvei minha vida quando te mostrei a porta da frente

Teddy Swims

Nota: Trecho da música The Door.

Inserida por pensador

⁠Mas essas mãozinhas
Elas não se importam de onde eu venho nem onde eu estive
Eu nunca me amei até o dia em que segurei
Essas mãozinhas

Teddy Swims

Nota: Trecho da música Small Hands.

Inserida por pensador

⁠Carta de Despedida

Eu não tive a chance de me despedir de você…

E talvez por isso eu carregue até hoje essa sensação de que nossa história ficou suspensa, como uma frase interrompida no meio.

E eu fiquei parada ali, sem saber se continuava ou voltava atrás.

Quando penso em nós, lembro de como você sempre me olhava nos olhos e dizia o quanto eu era bonita.
Do jeito firme como segurava minha mão, como se, naquele instante, nada pudesse nos separar.

Lembro das coisas que vivemos e que você dizia nunca ter feito com ninguém.
Das vezes que vinha só para conversar.
E daquela vez em que vi um medo tão simples e tão profundo em você, quase como o de uma criança — o medo de gostar, de se apegar, de amar.

Você chorou no meu peito, e mesmo sem entender, eu parei de perguntar.
Só te abracei.

Lembro também da festa que você não queria ir, mas foi só para me agradar.
A chuva caiu tão forte que nos fez ficar no carro.
E ali, como se o tempo tivesse parado, nós nos amamos como se não houvesse amanhã.

Quando a chuva cessou, fomos à festa e você, com seu sorriso de menino, fez todos rirem.
E alguém disse: "Cuide bem dela."

Lembro do dia em que você me ligou várias vezes, achando que eu tinha sofrido um acidente.
Naquele momento, não percebi o peso disso.
Hoje sei que era a sua forma silenciosa de dizer: "Você importa para mim."

E lembro, também, das vezes que você aparecia do nada, nos momentos em que eu mais precisava de um ombro amigo.
Você dizia: "Você briga comigo, mas eu tô sempre aqui."
E estava mesmo.

Eu brincava te chamando de "meu karma" — você ficava bravo e eu adorava te provocar.

Você era carinhoso e insistente.

Houve aquele dia em que eu estava muito triste, sem te dizer o motivo.
E você, sem insistir para saber, simplesmente disse:
"Ah, a vida é tão curta para ficarmos tristes e arrumando conversa complicada... bora, banho quentinho ajuda a resolver essa cara amarrada."

E assim, pacientemente, você lavava meu cabelo mecha por mecha, me abraçando o tempo todo.

Quantas vezes você fez isso…
Quantas noites pediu para eu ficar só para dormir juntinho…
Quantas vezes tentou me acalmar, e eu sempre com dificuldade de entender o que estava acontecendo entre a gente.

Também lembro de quando você me pediu ajuda num período difícil da sua saúde emocional, e eu prontamente estive lá.

E também lembro, com dor, da vez em que você me ligou várias e várias vezes dizendo que estava mal… e eu não dei a atenção que deveria.

Eu me distanciei, e só depois percebi que, mesmo com tantas pessoas para quem poderia ligar, era a mim que você recorria.
Você dizia que nem sabia por que fazia isso, mas que se sentia bem conversando comigo.

E quando estava triste ou desanimado, era em mim que pensava — até fazendo campana no meu portão.

E mesmo com tudo isso… eu parti.

Queria um título, uma segurança, algo que me dissesse que você ficaria.
E quando senti que talvez não ficasse, fugi antes que a perda viesse.

Talvez por medo.
Talvez por não saber lidar com o seu jeito de amar — silencioso, inesperado, mas verdadeiro à sua maneira.

E isso ficou claro para mim alguns dias antes de você partir para sempre.
Você veio diferente.
Sem brigas, sem discussões… só queria passar mais um tempo comigo.
Mas eu não podia — nossas vidas já tinham tomado rumos diferentes.

Você só queria um abraço, ficar ali, grudado, em silêncio.
E disse:
"Chatinha, me abraça forte… porque pode ser a última vez que faça isso."

Eu briguei, como sempre, e respondi:
"Sempre estaremos aqui. Podemos brigar, ficar distantes, mas sei que sempre estaremos aqui."

Você sorriu e disse:
"Você não tem jeito."

Nos despedimos e eu falei: "Até outro dia."
Mas esse dia nunca mais chegou.

Se eu soubesse que aquele seria o último abraço, teria ficado mais tempo.
Teria gravado cada detalhe — o calor do seu corpo, o cheiro, a força dos seus braços em volta de mim.
Teria dito tudo que guardei por medo ou orgulho.
Mas não disse.

Agora ando nas ruas como sempre andei…
Com aquela esperança boba de encontrar você.
Porque, antes, era assim: do nada, você aparecia.

Agora eu posso andar… e andar…
E nunca mais vou ver você chegar com aquele sorriso de menino,
que sempre carregava um pouco de malandragem e um tanto de carinho.

Não vou mais sentir o toque rápido da sua mão puxando a minha,
nem ouvir você dizer que estava só passando, mas que resolveu parar para me ver.
Não vou mais encontrar seus olhos me procurando na multidão,
nem o jeito único que você tinha de transformar um dia comum em algo inesquecível.

E isso dói… dói porque a sua ausência é tão presente que parece gritar no silêncio.
Dói porque, mesmo sabendo que você não vai voltar,
a minha alma ainda espera.

Hoje, eu entendo que não existe um adeus perfeito.
Sempre vai ficar algo por dizer, um gesto por fazer,
um último olhar que nunca aconteceu.

E o meu último olhar para você… ficou preso na memória.
Você indo embora, sem saber que era para sempre,
e eu, sem imaginar que aquele instante seria o nosso fim.

Se um dia, em algum lugar que eu não conheça, a gente se encontrar de novo,
não quero palavras.
Quero só o silêncio…
aquele mesmo silêncio em que a gente se entendia sem esforço,
aquele mesmo silêncio em que você me abraçava forte,
como se dissesse, sem dizer:
"Eu nunca vou te esquecer."

E eu também nunca vou.

Inserida por juliana_lima_11

⁠Felicidade não é algo a buscar, não é algo que se dá, nem algo a pedir.
Felicidade não chega.
Felicidade vive latente e só precisa ser despertada dentro de si.

Inserida por JGKAZAOKA

⁠O pensamento só é profundo em mentes cuja profundidade não tem limites.

Inserida por JGKAZAOKA

⁠Não acredito que existem táxis sem taxistas, namoradas de IA e que agora pode ser o fim do golfe tradicional.

Inserida por pensador

⁠– Tentei mostrar que dinheiro não resolveria os problemas dele.
– E?
– Parece ter resolvido a maioria dos problemas dele.

Inserida por pensador

⁠Boa parte dos pais querem que os filhos sejam parecidos com eles, por dentro e por fora. Mas eu não quero que seja igual a mim. Tem coisa errada comigo, sempre teve. Quanto mais tento te entender, menos eu sei. E quanto menos eu sei, mais assustado eu fico. Então, quer saber? Eu não vou tentar mais. Eu vou deixar você dizer quem você é.

Inserida por pensador

⁠É meu trabalho pensar coisas terríveis para que coisas terríveis não aconteçam.

Inserida por pensador

⁠A ausência não configura finitude; há presenças que continuam mesmo depois do adeus.

Inserida por OSMANFREITAS

Capoeira é linda, cheia de expressão e mandinga.
Não é luta de combate — é jogo, é arte, é sentimento.
Mas às vezes, numa roda, o jogo se torna tão intenso que parece ser a última roda com seu camarada…
E é aí que se revela o verdadeiro valor do respeito.

Capoeira e roda gigante são muitas — vão e vêm, assim como os ventos no mundo da arte.
Por isso, valorize o momento, respeite quem joga com você.
Esteja sempre em jogo com alma, com expressão de luta —
mas com o coração firme no axé e na irmandade da capoeira.

Só quem vive, sente. Só quem respeita, joga de verdade.

⁠Mau não é o indivíduo mas o que está nele. E isso pode mudar.

Inserida por JGKAZAOKA

Intensidade é sobre essência;
Não excesso⁠...

Inserida por Barbararovaronn

⁠O amor é plural, quanto mais se divide, mais se multiplica. É gratuito e generoso; não se limita, nem se liquida. O amor é amor!

Inserida por MiaSPietra

⁠A cura começa quando a alma aceita que não precisa mais provar nada para ninguém.

Inserida por olucaswilde

⁠Entre minha costela esquerda e o baço,
ele instalou seu ateliê:
um ser que não é meu,
e que, no entanto, me conhece mais do que eu.

Não trouxe flores —
apenas o silêncio que já habitava minha boca
antes mesmo que eu aprendesse a mentir.

Veio como vêm as coisas irremediáveis:
sem alarde,
sem pedir licença,
sem se importar se eu estava pronto.

Chegou sem fazer barulho,
apenas se aninhou,
como se sempre tivesse estado ali.
Como se o corpo fosse seu
antes de ser meu.

Limitou-se a ocupar o espaço
que eu, ingênuo, julgava vazio.

Não paga aluguel,
mas exige tudo: os sonhos que engoli antes de sonhar,
as margens dos meus livros
sujas de hesitações,
a primeira palavra
que travei na garganta.

Não fala.
Não precisa.
É o hiato entre um pensamento e outro,
o instante suspenso antes do tombo,
a sombra que se alonga no meu cansaço.

Ele não dorme.
Fica acordado à noite,
costurando meus pesadelos.
E quando meu corpo — traidor — se entrega ao sono,
ele deita-se ao meu lado
e sonha os meus sonhos
melhor do que eu.

Às vezes, penso que sou ele.
Ou que ele me esculpiu
enquanto eu fingia estar vivo.

Move-se sob a pele,
apaga-me aos poucos no reflexo do espelho, mistura seu medo com meu suor.
Seus argumentos crescem em meus interstícios,
como ervas daninhas entre rachaduras.

Já tentei revoltas.
Ergui fortalezas de papel.
Quis incendiar a casa toda.
Tentei ser dono de mim.
Mas como arrancar da carne
aquilo que já se tornou carne?

Há dias em que temo
que esse vazio
seja a única herança que deixarei.
A certeza de que, um dia,
vou olhar para dentro
e não reconhecer
nem o vazio.

Talvez um dia eu acorde,
e ele terá ido embora.
Ou talvez eu acorde,
e já não reste
ninguém.

Inserida por GabrieldeArruda