Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia

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⁠Tá aí duas coisas que eu não sabia: uma que eu era corno, outra que defunto falava.

⁠Maior que o medo de morrer,é o medo de esquecer o que é o amor,não saber o maior de todos os sentimentos.

⁠Eu já te superei! Certeza eu superei!
Mas não manda mensagem outra vez!
Senão recairei!

Viva o dia de hoje, prepare-se para o dia de amanhã e não se esqueça do dia de ontem.

A genialidade de um homem não se manifesta na quantidade de sua produção; mas na sua capacidade de resolver aquilo que para os outros parece tão distante.

Alguns dizem que tenho pressa. Não é bem assim; só não tenho tempo a perder"

Eles dizem :
- Nossaaa! Como você escreve bem da onde vem tanta coisa se você não gosta de ler,
Eu simplesmente respondi
- vem do meu coração
Afinal o ser humano tem falado tantas coisas sem ter entendimento algum, porque não pode eu escrever sem gostar de ler?

Você acha que eu não sei quando falas diferente comigo?
- Logo eu que leio narrando querido?.

O sol é casado com a lua
Mas não podem se tocar
Toda noite o mar e a lua
Se encontram para se amar
Seja isso um triângulo amoroso?

Um dia, volveremos ao infinito.
Onde estaremos? E o que seremos?
O nada do infinito não responde,
pois não há ninguém para escutar.

O passado cresce como musgo
nas paredes do presente,
até que não haja paredes
livres para o presente.
Até que não haja presente
e nem existam paredes.

O tempo vazio.
O espaço vazio.
O coração vazio.

Um oco que não tem fim.

A solidão sem fronteiras.

Um silêncio surdo-mudo
é testemunha do nada.

O futuro é o próximo ato,
o próximo passo,
o próximo fato.
Ele existe enquanto não existe
e morre logo que se torna hoje.

O real nos parece um fluxo e no fluxo não há modelos. Daí, a eterna controvérsia dos que admitem, como Heráclito, que o fluxo ou devir é a realidade e dos que entendem, como Parmênides, que o real é imutável e o devir é aparência. Os modelos, portanto, são nossas formas perceptuais e transitórias de apreender, a cada momento, o fluxo. Assim, cada forma perceptual do fluxo só é real em relação ao percebedor no momento da percepção e só se torna aparência ou Maya se prossegue além da percepção.
O real é o agora. O agora é sempre inédito. Quem vê, não precisa de palavras, pois só se fala para aqueles que não viram. E o que se diz, já não é: o presente é mais rápido que o laço da palavra. Por isso, quem fala, não vê, porque, se fala, fala do que já não vê. O eu não existe no presente: surge, quando a experiência já terminou. O eu é o passado.
Cada percepção do real é única e irrepetível. Jamais saberemos o que perdemos, ja-
mais repetiremos o que experimentamos. A riqueza do viver não consiste na acumulação do vivido, mas na capacidade de viver plenamente o momento que passa. Nenhuma experiência deve deixar restos ou saldos, pois eles deformam as novas percepções da realidade.

Cada vez mais se constata que a atividade psíquica não é um produto exclusivamente fisiológico. Sabe-se, experimentalmente, que a ausência da atividade onírica provoca estados psicóticos, os quais, inclusive, podem levar é morte, caso persistam por muito tempo. A importância da vida mental para o organismo ficou comprovada nesses experimentos.
O homem, quando dorme, apenas muda o nível de sua atividade psíquica. Se o que ele percebe, em estado de vigília, é real, por que real seria o que ele percebe oniricamente?
Qual, na verdade, a diferença entre o que passou e o sonho? A memória não prova o que aconteceu, pois o presente, agindo sobre o passado, o modifica. Só o presente, então, parece real. Mas, o presente é instantâneo e está influenciado pela memória e pelas expectativas do futuro.
O sonho é o que não se tornou fato e o passado é o fato que se tornou sonho, pois a memória tem a mesma estrutura do sonho.

A dúvida é a ginástica da inteligência.
Duvidar não é apenas negar o que existe, mas negar que o que existe seja a única coisa que existe. Negar, assim, é ampliar a visão da realidade. A dúvida que apenas nega é destrutiva.
O dogma é o cansaço da razão.
O homem que não duvida, cansou de crescer.
A dúvida é a saúde do espirito. Duvida-se, porque se quer mais. Porque se sabe que o que se sabe é provisoriamente necessário e necessariamente provisório. Porque o saber não tem fim. E o provisório não é irreal, enquanto provisório.
A dúvida é a fé de que há algo mais além do que se crê e a fé é a dúvida de que todo
real é só o que conhecemos.

Tentar intender sentimentos que não nos pertecem!As vezes nos preenchem de pensamentos,que fazem a nossa vida ficar diferente!

Descupa,mas não sei se você gosta de mim,ou é ilusão,mas eu quero um amor verdadeiro que não queira brincar,quero um amor bom e sincero não tenho tempo para mim mas oque eu mais quero é alguem que me ame de verdade,quero uma razão para viver para mim mesmo,esquecer,mas se você realmente me quizer levar a sériueu vou até o fim com que nem para isso tenho que dar minha vida só não quero chorar igual estou chorando e escrevendo agora,com dor no coração esperando uma porta abrir pra mim e que atraz dessa porta existe mesmo essa pessoa,para mim amar espero que você seja essa pessoa realmente.

Um sonho não acaba quando acordamos; acaba quando queremos que isso aconteça,
porque é possível sonhar mesmo quando estamos acordados.
O sonho não se limita, nem se impossibilita.
No sonho se acredita e se realiza.

Infelicidade
A infelicidade não ocorreria se existissem as virtudes, pois as virtudes segundo Sêneca, que levam à felicidade. A infelicidade pode ser consequência das escolhas humanas, a partir das vontades desordenadas, do egoísmo, dos vícios incontroláveis que corrompe o ser. Isso é o que podemos concluir a partir do pensamento de Sêneca. Nesta perspectiva que nos é colocada, podemos perceber que o ser humano tem escolhas, e nessas escolhas pode ser escravo das mesmas e sofre sempre suas conseqüências sem poder se libertar, ou pode ser livre delas mediante a escolha do caminho a ser tomado.