Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia

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Se falar feio é feio, ser feio não pode ter comportamento feio nem atitude feia que não cumpre as ordens, regras e combinados morais, então ser feio é uma aparência feia.

Se falar sim é certo ou errado?
Se falar não é certo ou errado?
Então o que você acha disso?
Apesar das chaves, portanto, duvidosamente, nem sim nem não (razoável: depende das escolhas)!

O ser humano busca a perfeição, mas não o alcança; às vezes tem relação à tolerância dos defeitos, virtudes, limitações e soluções para induzir a energia e capacidade humana.

⁠Não existe pessoa burra, existe pessoa intelectualmente torta, porém, existe pessoa desinformada, distraída ou/e confusa.

É difícil de escolher as diversas coisas, pois bagunça seus interesses, e não convence definitivamente a proposta.

Por que algumas pessoas são inúteis: Porque imagina se a moeda não empresta para valor pessoal ou apenas precisa ter direito de ser obedecido, ambicioso (dedicado) e desenvolvido para valorizar e merecer a gente.

Ninguém nasce sabendo tudo, que cresce sabendo, se não souber, como eu faço? Busca saber, assim vai demonstrar os interesses.

Todo corpo funciona e move, é uma sensação; Não existe falta de sensibilidade, não é sua culpa de sentir, é normal se sentir; Assim, existe dois tipos de sentimentos diminuídos, Antipatia e apatia; Não há moralidade definida para se sentir.

⁠Errar não é uma burrice, porque errar faz parte do processo; Então não insiste em errar, outra vez pode errar sem perceber ou reconhecer.

O crente não vê e toca a natureza de Deus. ele vê e toca os lados de Deus.

Por que algumas pessoas são inúteis: Porque a moeda grande não empresta para guardar o valor humano que nunca resgatou ou rendeu, e precisa combater os males ou injustiças; ou apenas precisa ter direito de ser obedecido, ambicioso, dedicado, generoso e desenvolvido para valorizar, ajudar e merecer a gente.

Estupidez não é o que sempre erra ou pensa errado, mas ele diminui, mas não some o brilho das ideias e práticas; Tudo traz as limitações da clareza mental ou do desenvolvimento cognitivo.

Por que não existe meio-termo: Se você escolhesse para comer maçã boa e ruim, não tem como assumir o meio-termo, dependerá do que você gostar ou interessar as opções.

Liberdade não é ser solto do mundo, mas é ser segurado e esperado da posição.

Se você não confiasse: não pode merecer nenhuma recompensa de algo.

A gramática não trabalha com beleza dos olhares, ele trabalha com audição dos lados.

"Exegese não confirma vontades — revela sentido."

"Na estratégia de Sun Tzu, a superação ideal não é vencer a luta, mas dissolver o problema antes que ele exija uma batalha."

⁠seja uma pessoa otimista, afaste de seus pensamentos a insegura e a incerteza de que tudo não dará certo, abrace com confiança todas coisas boas e positivas que este novo dia te proporciona, aproveite ao máximo, afinal de contas, o dia está passando..

REALIDADE PARALELA


Vivemos em réplicas de espelhos quebrados, onde o reflexo não devolve o rosto, mas o eco de um grito engolido. As mentes, lascadas como vidros sob o martelo do tempo, teias entre o frisson e o divino: o delírio vira profecia, o tremor das mãos se ergue como hino aos céus partidos. O que parece cura é veneno disfarçado de salvação, e o veneno, ah, ele se veste de milagre, cuspindo promessas em línguas que ninguém mais ouve. Aqui, o real se contorce como fumaça em vento contrário. Um homem ajoelha ante o altar de comprimidos partidos, crendo que a náusea é êxtase celestial, enquanto a multidão aplaude o surto como visão apocalíptica. Não é loucura, dizem; é revelação. Não é doença, insistem; é deus infiltrado nas veias. Mas o que aparenta ser santo desaba em abismo, e o abismo, fingindo luz, engole o que resta de nós. A distorção rasteja, invisível, reescrevendo o mundo: o céu chove cinzas que chamamos de bênçãos, o chão se abre em feridas que juramos serem portais. Fragmentos de mentes se chocam, confundindo o pus com óleo sagrado, e o que é se desfaz no que parece. Nesta paralela, a verdade não existe, só o eco de si mesma, distorcendo até o silêncio.