Quem Gosta de Ouvir Nao quer Falar
Sigo aqui, deitada na cama numa luta constante entre meus pensamentos e a necessidade de dormir para começar bem uma nova semana.
Já sei que ninguém consegue explicar o que é o amor, eu sempre me pergunto muito sobre isso. Principalmente as duas da manhã de um domingo de verão.
Acho que o amor é a sensação de sentir-se livre e plena.
Antes eu só acreditava em primeiro amor. E com o passar dos anos, eu pude descobrir que a vida está rodeada de amores e que isso não é algo ruim.
Já guardei e calei o amor de pequena, de criança ingênua e de um coração puro.
Pude notarlo também, em longas noites de conversas por telefone ou videochamadas na tentativa de tornar-me presente onde não podia estar.
Já senti amor em uma sexta à noite depois de quatro doses de tequila quando o assunto mais sério era encontrar o Mickey na Disney.
Confesso que não sei bem o que é o amor, mas quando o sinto me sinto viva!
Sabe essa imensidão? É o tamanho dos meus desejos, dos meus sonhos, da minha vontade de vida e de saber. Saber um pouquinho do amor, um pouquinho de amar. Essa imensidão é do tamanho dos meus olhos e vai até onde eu não posso enxergar. Eu sou do tamanho do universo.
Na época eu tinha 9 anos, e como todos os dias chegava na sala de aula e arrumava minha mesinha, eu achava o máximo isso. Eu tinha um pote, desses de banheiro de colocar pasta de dente, que eu colocava meus lápis de cores, todos juntinhos aí... me encantavam.
Um dia de aula como outro qualquer, eu cheguei e comecei a arrumar a minha mesinha, coloquei os lápis no potinho, organizei minhas borrachinhas de todas as cores e meu caderno azul de capa dura com meu nome. Tudo igual, até que eu derrubo o pote com todos os lápis no chão, normal, sempre fui desastrada. Recolhi todos, voltei a sentar e derrubei mais uma vez. Em seguida, umas outras cinco vezes, e na última, quando eu já estava pensando em deixar tudo jogado no chão, minha professora estava me observando e me disse:
- Vamos, apanhe. Deus está testando sua paciência!
Eu a obedeci.
Hoje, 16 anos depois, estou aqui e sigo pensando:
- Será Deus testando minha paciência?
Não sei, mas obedeço.
Caixinhas. Hoje refleti sobre elas. Geralmente são surpresas, mas também podem ser de recordações, de chocolate, de música (daquelas com bailarina, sabe?! Me encantam) As caixinhas de problemas, essas sim, nem pense que é feita apenas dos problemas, elas são cheias de verdades, sinceridade, cuidado, respeito e crises de riso e choro (ao mesmo tempo, daquelas de ficar com a cara vermelha, vai entender). O que posso dizer da caixinha de problemas? Surpreendente! Quanto aos problemas, esses ainda não consigo ver.
Lembro da varanda, do sol, da ausência do sol, da cortina fechando e do teu corpo pairando sobre o meu.
Para cada passo que se dá na vida, uma direção tomada.
Em cada direção estabelecida, um objetivo definido. Mas o homem néscio se estabelece na loucura, na insensatez e na ignorância.
Ele nao caminha, ele corre em busca do vento, se embriaga com a paixão desmentida e se entrega nas mãos do caos.
A humildade, a sabedoria, a temperança e civilidade são, com absoluta certeza, as características humanas mais louváveis. Todavia, hodiernamente esses predicados têm sido cada vez menos valorizados por um grande número de pessoas... Observemos o "caos social" em que vivemos.
É muito mais sensato instigar uma série de questionamentos filosóficos do que se considerar repleto de "verdades absolutas".
Seria muita prepotência imaginarmos vida somente no nosso planeta, inserido num Universo observável que pode conter centenas de bilhões de planetas habitáveis. E mesmo se deixarmos de lado as possibilidades cosmológicas e astrofísicas, ainda assim a probabilidade estatística nos faria crer que, diante da inimaginável vastidão do Cosmos, a vida não é uma exclusividade do planeta Terra.
A inspiração é fugaz e arisca: proporciona-lhe belos momentos criativos em algumas ocasiões, e parece escapar pelos dedos quando você mais precisa.
A arrogância e a prepotência podem nos fazer fortes por pouco tempo, todavia a humildade nos faz fortes de maneira sólida e longeva.
Apontar os defeitos do próximo é uma tarefa fácil. Difícil é reconhecer os próprios defeitos e procurar saná-los.
Para lograr êxito nos objetivos de vida são necessárias boas doses de motivação, foco e resiliência.
Mais vale a beleza interior do que a exterior. A primeira permanece incólume durante a vida e a segunda se esvai com o tempo.
É fato que existem muitas discrepâncias no mundo, com destaque para a desigualdade social, que é extremamente perniciosa. Contudo, não podemos esquecer a dura realidade política. Muitas nações enfrentam instabilidades, regimes ditatoriais ou democracias parcamente desenvolvidas, que também trazem consigo inúmeros problemas. É consternante ver povos de todas as partes, de boa índole, sem voz ativa, representatividade e participação alguma na condução administrativa dos seus países. O poder, nas mãos infames e desonrosas, gera a própria desigualdade e inúmeros outros prejuízos sociais.
Que verbalizemos os valores éticos e morais, mas, acima de tudo, que as nossas práticas sejam coerentes com o que dissermos!
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