Quem Gosta de Ouvir Nao quer Falar
Fiz promesas,dizendo:vou cumprí-las,e agora não importa oque aconteça vou passar por cima de tudo,até de um grande amor.
ABRA A JANELA...
Deixe de tolice, não faça besteiras, enxugue essa lágrima e se olhe no espelho. Arrume o cabelo, ponha uma for, ponha na boca uma cor, dê um brilho pro sorriso. Abra a janela, olhe, lá fora tem um arco-iris, que vale ser visto, é tão bonito, tem cores de amor. Vai lá fora, mesmo que, na chuva se molhe, lava a alma e leva embora a lágrima... Já não tem sentido a espera, para que amargura, se ele não vem, em outras águas navega. Já não és o farol, nem o porto que ele, outrora quisera. Para que chorar? Ele não merece todo esse amor. Então tira a echarpe, arrume-se, abra a janela, vejas quantas estrelas estão sozinhas, e mesma assim, não deixam que o brilho se acabe.
Lei de Direito Autoral (nº 9610/98)
Anos perdidos
Me agonia em saber
Que tantos anos se passaram
Eu não vi que estava errado
Tudo estava fora do lugar
Um paradoxo platônico
Eu não soube mudar
Porta errada, eu fui bater
Estraga-se nosso tempo
Sem razões ou porquês
A dor hoje é maior
Com vontade de consertar
Voltar no tempo e recomeçar
Parece impossível
Mas meu sangue darei
Pra este amor viver
Algumas vezes, precisamos nos calar, engolir nosso orgulho e aceitar que estamos errados. E isso não é desistir. É crescer.
Às vezes o verdadeiro valor de uma fotografia não está em sua qualidade técnica, e sim na importância que ela tem para quem a admira.
Não havia ao seu redor homem algum que lhe pudesse inspirar uma dessas loucuras as quais se entregam às mulheres impelidas pelo desespero que lhes causava a vida sem finalidade, sem acontecimentos, sem interesses.
A dor depôs sobre a fisionomia dessa mulher um véu de tristeza, uma nuvem que não se dissipou se não na idade terrível em que a mulher começa a lamentar os anos passados sem os haver gozado, em que vê suas rosas fanarem, em que os desejos de amor renascem na ânsia de prolongar as últimas esperanças da juventude.
Tira o pé do acelerador,
descansa este par de asas.
Não vês que estás exausta
girando em torno de si,
perdida na encruzilhada?
Esquece as demandas urgentes
dessa gente desesperada.
Ignoram que em tuas palavras tem gente:
poeta desamparada.
Tira o pé do acelerador,
descansa o teu par de asas,
nem todo poeta finge a dor
enquanto recolhe os passos
da busca insana, desarvorada.
Desabotoa tuas lágrimas, poeta:
tem gente aí dentro de tuas palavras
retome a pessoa ausente
ressentida por ter dado sempre,
por ter recebido às vezes,
mas por não ter trocado, verdadeiramente, quase nada.
Descansa teus pés, poeta.
Desacelera teu par de asas.
Nosso sucesso não-programado nos causa um enorme caos...A agricultura,tem limites na sua safra...Tudo tem de estar de acordo..E se acontece uma temporada de secas como,já aconteceu em outras épocas da história??
- Não poderíamos contentar com esta felicidade?
E o pobre poeta cometia a tolice de responder: - Sim.
As pessoas devem ser valorizadas e bem tratadas enquanto vivas. Após a morte, não adianta choro e nem vela, por que o que podia ser feito já passou. O desprezo com o que foi tratado, as picuinhas que foram inventadas e a desvalor que você criou, pode ate agora nesta hora passar despercebido, mas quem olhou e ouviu, mesmo que já tenha sido abraçado pela morte, se lembrará.
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