Quem Gosta de Ouvir Nao quer Falar
O que ninguém pode reproduzir
Só Um tem o controle
Ele escolhe o que quer de mim
Pois Ele mesmo plantou
O que tem dentro da semente
Vai passar mal comigo 🤢.
Eu sou a pior pessoa para ter como inimigo!
"Se quer guerra, terá. Se quer paz, eu quero em dobro."
Independentemente da prova que o Pai nos permitiu, aonde quer que estivermos, celebremos com júbilo o nascimento do Filho d'Ele.
Para muito além da prova que o Pai nos permitiu, há um convite que atravessa todas elas: celebrar.
Não porque a dor se ausentou, nem floresceu de repente, mas porque Deus decidiu nascer dentro da nossa história — inclusive nas suas frestas.
O Filho não veio quando tudo estava em ordem, veio quando o mundo estava cansado e carente.
Tudo era caos!
Ele não escolheu palácios, escolheu manjedouras.
Não aguardou aplausos, aceitou o silêncio interrompido apenas pelo choro de um recém-nascido e pela respiração dos que também não tinham muito a oferecer.
Por isso, aonde quer que estejamos — no vale ou no monte, na sala cheia ou no quarto solitário — há espaço para o júbilo.
Um júbilo que não nega a prova, mas a atravessa.
Um júbilo que não faz barulho para disfarçar a dor, mas canta baixo, com a alma ajoelhada.
Celebrar o nascimento do Filho do Homem é confessar que nem a noite, nem o medo ou a dúvida nos venceram.
É afirmar que, mesmo quando não entendemos o “porquê” da prova, confiamos no “para quê” do Amor.
É reconhecer que Deus não ficou distante do sofrimento humano — Ele entrou nele.
Que o nosso coração, onde quer que esteja, se faça manjedoura para o nascimento e renascimento do Filho do Homem.
Que o júbilo não seja euforia, mas esperança viva.
E que, mesmo em meio às provas permitidas pelo Pai, a Luz continue encontrando lugar para nascer em nós.
Feliz e Abençoado Natal para todos os que creem no Aniversariante de hoje.
Aceite, flexibilize, torne leve, seja leve.
Porque nem tudo será do jeito que você quer, mas tudo será do jeito que Deus permitir.
Como a espada que corta
Este verso maldizente quer:
Que o mal que você fez
Contra um animal de rua
Volte em triplo simplesmente,
Para que o quê você fez seja
- lembrado eternamente -
Como o escudo que protege
Este verso de maldição
Vai colocar juízo na sua cabeça
E também no seu coração!
O poeta é o protetor da Humanidade,
Que tem na poesia a sua artilharia
E nas letras a mais nobre infantaria.
O poeta é o som do violão,
Que toca na tua mão
E no teu pobre coração.
O poeta é o agricultor da espiritualidade,
Que vive de plantar o amor
Na estrada da Humanidade...
Como a porta que se abre para a luz,
Permita-se a claridade!
Lembrem-se muito bem lembradinho:
Que maltrato à animais de rua
Ou qualquer um animal
Vai muito além do crime...,
É expressão escandalosa de crueldade!!!
Aqui estão um princípio básico: se você entrar no que Deus quer fazer em sua geração, você terá o fluir do Espírito...
Neorromantismo latino-americano contemporâneo
Enquanto todo mundo quer
ser um melhor do que outro,
Mantenho a vontade viva
de vestir-me de poesia
nua e crua em praça pública
mesmo que não seja vista,
Porque desejo tudo
na vida menos é ter razão.
Não compito com Gavita,
mas não há ninguém
que não saiba que quando
o assunto é poesia,
Sempre serei a eterna noiva
assumida de Cruz e Sousa.
Nem mais nem menos,
no meu corpo existência
ocupa a vastidão roseiral
do que segue espiritual,
que por ele ainda é ofertado,
O quê importa na ágora
é urgente e instantâneo.
É o Neorromantismo
latino-americano nascido
dos arvoredos altos
e olhos d'água caudalosos
neste tempo contemporâneo,
Para o amor que tem
encontrado o espaço
de cada dia mais apertado,
e quando não tem
sido o tempo todo calado
conseguir sobreviver,
e ser por nós reconquistado.
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