Quem Gosta de Ouvir Nao quer Falar
Quem precisa de pouco é tão infeliz quanto quem precisa muito. A quantidade do extravasar só depende da quantidade depositada, não do tamanho do balde.
MANIA DE ESCREVER...
PENSAMENTO
Quem dera lá na frente, valer a pena meu querer!... Fora bem lá atrás, que no riscado da pena, construí, em minha escrita, meus dizeres de aprendiz.
Contei minhas histórias, expus dilemas,... Em rabiscos de poemas, revelei meus sentimentos, emoções e pensamentos...
Em algumas reflexões que postei,até magoei,sem ser esta a intenção. Não passaram de meras sugestões. Sem pretensão de me levarem a sério.
Provavelmente aborreci alguém, em palavras ou ideia... Isso pelo fato de vivermos em continentes separados. Alunos em escolas de contextos socioculturais antagônicos, adversos.
Mas esta adversidade não deve nos separar. E sim, nos unir mais ainda. Em torno de nossas demandas, comuns e essenciais à vida. Como a harmonia, a paz,a tolerância,os sonhos... a alegria do estar juntos.
Em exposições, necessárias ou não, revelei sem reservas, minhas fragilidades; mas não pude expressar o que não senti.
Só sei dizer, que fiz o que pude, consciente do meu papel de servir; no pouco que até hoje escrevi.
Seguirei crendo, que poderei melhorar, se cultivar a coerência, a harmonia, e a mania de escrever.
(17.03.18)
Quem canta seus males espanta
Quem abraça encontra o melhor lugar
Quem sorri incurta a distância
Quem ajuda faz do mundo o seu lugar
Sorriso de frio
Sorriso que sorri vazio, sorriso de frio...
Sorri como quem já sorriu, mas sorri de calafrio.
Ri diante do frio, range os dentes, treme os lábios.
Por hora o riso sombrio, disfarça a cova nos orvalhos...
Mas seus olhos não mentem… Seu sorriso não sorri…
Somente prendem a mente, de quem o olha rangir.
E que não vê a névoa por trás do colibri.
Pobre sorriso vazio, breve sorriso de frio...
O racismo é uma lepra moral que se estampa no coração de quem pratica: Racismo e preconceito é um pecado tanto quanto qualquer outro pecado, que nos atira para as trevas imorais da discórdia, zombaria e confusão.
"_ Quem é o eu que te ama?_;
_Quem é o tu que me ama?_;
_Ama-me tu como o coração,ou com a mente?_;
_Ama-me como Jezabel,por uma paixão porneia,baseada na sedução e na carência de ter o meu eu cativo a ti?
_Ama-me tu por meio de vista,pela estética do corpo e diz: É ela,é ele ?_;
_Ama-me tu por meio de um deus de confusão,que só faz revelações a ti.Que bate o pé e só revela o que tu quer.Sem revelar nada pra mim,por meio da minha fé?_;
_Não permita tu que a paixão mova o teu corpo e que a tua própria razão te conduza a um palco de ilusão! _;
_Ama-me por meio daquele que é maior do que eu e do que tu!_;
_Ama-me sem dor.Espera ELE falar aos teus ouvidos:Filho,eis ai a mulher que eu te dou.Filha eis ai o homem que eu te dou!_;
_Ama-me com um amor raro que há_ama-me com um amor bem equacionado! _;
_Ama-me com um amor que nem a distância,que nem a altura,que nem a largura ,que nem a profundidade e que nem as circunstâncias possam ser um obstáculo no exercício de amar!_;
_Ama-me como a menina dos meus olhos.Mais personificada pela graça recebida, com um sentimento amoroso,espirituoso e respeitoso pela nossa liberdade de amar!_ _
Perdoe-me pela grosseria, ninguém ama gente grosseira, porém compra-se quem goste desse tipo: Os que gostam muito de dinheiro.
Cumprir uma promessa requer valor moral, fica para quem tem caráter. Aos volúveis, a conveniência em detrimento da própria vida!
Foi Maquiavel quem ensinou ao Ocidente que olhar a humanidade pelas lentes deformantes da malícia corrosiva, atribuindo a tudo os motivos mais baixos e sórdidos, é realismo. Mas isso não é realismo nenhum. É uma redução metonímica da substância a algumas de suas propriedades e acidentes. É fantasia de um tímido ressentido que, incapaz de se opor eficazmente à adversidade, se vinga da própria fraqueza xingando e rebaixando a espécie humana.
A deformação maquiavélica do rosto humano se tornou, no último século, quase uma obrigação para muitos escritores, mas, da minha parte, desde jovem notei que nada poderia compreender da realidade se não me vacinasse primeiro contra o vírus desse Ersatz de realismo.
***
O negativista maquiavélico posa de valentão que não precisa de ilusões e tem a coragem de chamar as coisas pelos seus verdadeiros nomes. Bem, ele pode até dizer os nomes verdadeiros de algumas coisas, mas nunca é valente o bastante para chamar o seu próprio fingimento de fingimento.
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