Quem Gosta de Ouvir Nao quer Falar
Amo o nome que meus pais me deram. Mas reconheço que ao ser chamada por "Janiara" pelas pessoas que considero mais íntimas, estabeleço o código da relação formal de que o outro deseja afastamento e desta forma correspondo.
Ao contrário, sendo chamada por "Jani", parece que a chave é virada e minha reação é de maior receptividade e aproximação.
Admito que ao ser chamada por "Janiara", estabeleço o código da relação formal de que o outro deseja afastamento e desta forma correspondo.
Ao contrário, sendo chamada por "Jani", minha reação é de receptividade e aproximação.
Nietzsche em "Máximas e interlúdios" destaca que as consequências do que fizemos nos alcançam, indiferentes a que tenhamos “melhorado” nesse meio-tempo. É a evidente lei da semeadura.
As maiores divergências são frutos da ignorância dos julgamentos (palavras ou episódios) sem conhecimento dos fatos reais.
O sábio ouve mais do que fala. Observa e reflete. O ignorante inflama, corrói e destrói suas próprias oportunidades.
A história da educação registra, de modo particular no sistema capitalista, a luta permanente dos trabalhadores pelo acesso aos benefícios gerados pelo trabalho, tanto no que concerne aos bens materiais quanto ao conhecimento.
O currículo escolar é uma peça importante para a participação de jovens e adultos nesse universo valorizado da ciência, da tecnologia e da cultura.
(CIAVATTA; RUMMERT, 2010, p. 475-476)
O trabalho é a mediação fundamental do processo que se desdobra na contradição entre capital e trabalho, na divisão técnica e
social do trabalho, na formação das classes sociais e em suas lutas pela superação das desigualdades.
(CIAVATTA; RUMMERT, 2010, p. 475-476)
O desafio do século XXII continuará sendo a tecnologia. Sua evolução acelerada recria necessidades, expectativas e horizontes. Encantamento e insegurança serão suas dicotomias cuja contrariedade também é complementaridade. A qualificação técnica e as relações de produção constituem o dualismo que não poderá fugir do equilíbrio dinâmico destas energias teoricamente opostas.
O empobrecimento social através da soma das subjetividades autocêntricas é reflexo da supremacia do individualismo, consequência da lógica do capital.
A raiz das contendas está na língua maldita. É o poder do discurso que envolve, convence e é usado para o mal.
Os maiores temores ou desconfianças são exatamente do que o homem é capaz de gerar. Se receia decepção ou traição ou desconfia tanto de mentiras é porque é capaz de mentir, trair e decepcionar.
Indivíduos mais atentos e receiosos de serem traídos e decepcionados são os que facilmente poderão trair e decepcionar.
Desconhecem a lealdade.
A gramática possui a importante função de orientar padronizadamente o uso da língua.
Os falantes nativos exteriorizam as mudanças da língua por meio do uso. Uso que é analisado e regulado pelos gramáticos. Assim recomeça o ciclo e se dá o desenvolvimento dos elementos constituintes da linguagem.
Amo a Língua Portuguesa: viva, mutante, em pleno desenvolvimento. Nós, falantes, somos corresponsáveis pela produção da gramática. Somos as peças fundamentais aos estudos dos gramáticos e, estes sim, os responsáveis pela regulamentação e orientação ao padrão de uso a ser adotado.
Em briga de marido e mulher deve-se meter a colher, sim!
Ninguém deve ser omisso diante da violência contra a mulher.
O feminicídio pode ser evitado: meta a colher e outros talheres se preciso forem!
Que nos saciemos de sentimentos e pensamentos bons. Porque só cresce (dentro ou fora de nós) o que alimentamos.
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