Quem Educa uma Mulher Educa um Povo
A Casa do povo se tornou um sindicato do crime! Alcolumbre e Motta são os chefes dessa máfia! A Lei é usada em causa própria!
Não tenho medo que o povo chamado Metodista um dia deixe de existir, tanto na Europa como na América; mas tenho medo que existam somente como uma seita morta, tendo a forma de religião, mas sem poder.
Todos os reis e rainhas da história enviaram seu povo para morrer por eles. Eu só conheço um Rei que decidiu morrer por seu povo.
O Jesus dos Evangelhos caminhava entre o povo, curando, ensinando e acolhendo a todos gratuitamente. Sem palcos, outdoors, pulseiras VIP ou ingressos para "eventos" em Seu nome, Ele agia de forma oposta aos mercenários contemporâneos. Essa mercantilização da fé é fruto de um mercado ganancioso, a mesma hipocrisia religiosa que Ele mesmo combateu e desmascarou em Sua época.
A igreja moderna está cheia de animadores de auditório entretendo o povo com superficialidades; o que nos falta são homens para expor as nossas misérias e para nos fazer cair de joelhos, prostrados pela graça, em vez de nos levantar cheios de soberba e justiça própria.
O patriotismo vê-se na coragem de criticar quem está no poder, ou será que se vê num povo que serve esse mesmo poder, especialmente quando foi ele que o elegeu?
o inferno esta vazio e os demônios estão no poder.
o povo é voz do povo o diabo está no poder,
os filhos da nação estão na guerra para que senhor da guerra ganhe um prêmio Nobel da paz.
quantas mães choram pelos seus filhos.
e filhos que nem nasceram vão conhecer...
os órfãos das guerras quem ira alimentar e criar essas crianças... filhos da ignorância de um homem.
sua ganância e luxuria viram paginas da história.
um líder ou imperador de mundo de fantasias...
nação soberba sobre outras nações libertador ou pirata do mundo a a que custo?
mais sangue e lágrimas?
essa é cara da liberdade?
um pais forte que sangra...
o símbolo da América é um corvo em cima de lápide escrito jas a democracia.
seus atos serão lembrados nas páginas da história.
* circo e pão fakes e deepfakes*
Um povo de barriga cheia nao tem *reclamações*
Dentro das verdade escorrem palavras...
As palavras jogadas meramente no vazio. Como degetos no banheiro.
A falta de médico e segurança são dogmas da politica social.
As prática do relativismo político é trama do passado e presente.
O circo está armado o palhaço faz discurso eleitoral...? Todos vão ganhar doces privatiza que sara.
Mais ilusões chinelo no pes de quem anda descalço... novos dilemas na otupia de deveria cuidar de seu povo* (...)
Um traços da existência contemporânea...
O cubismo político e moral sonhos são povo do existência do cociente e realista essas manifestações dos sonho são realidades que ainda não aceitamos ou paradigma de nossas mentes com dilemas pessoais ou fatos dominam seu redor o profundo sentido da consciência.
"Um povo pode possuir riquezas, exércitos e poder. Porém, sem educação moral, caminha silenciosamente para a decadência."
Quando parte do povo tenta relativizar, a qualquer preço, a depredação cometida por adultos — e, em simultâneo, condena os protestos de estudantes, jovens e adolescentes — fica evidente que a metástase que assola nosso país não apodrece somente o Estado.
Talvez não exista caos comparável àquele que se instala na mente humana.
O simples fato de alguém aplaudir tamanha truculência já deveria constranger o caráter dos que se autoproclamam cidadãos de bem.
É um mau-caratismo sem precedentes: o mesmo “cidadão de bem” que se infla de certezas para absolver adultos que não sabem o que fazem, tentar condenar estudantes.
Um trisal tão nefasto — entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado — só poderia parir tamanha aberração.
A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.
Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.
O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.
Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.
E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.
A música vira trincheira, o louvor vira escudo.
O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.
Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.
O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.
Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.
Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.
Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.
Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.
Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.
O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.
Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.
Nós contra eles não dialogam…
Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…
Quando não fazem pior: se desumanizam.
Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.
Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.
Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.
Porque nenhuma multidão é dominada de uma só vez.
Primeiro, conquistam-se as vozes mais potentes, as mentes mais influentes, os que falam com facilidade e pensam com preguiça.
Compra-se a opinião de alguns e, pouco a pouco, ela passa a parecer a verdade que muitos gostariam que fosse.
Ideias alugadas raramente chegam com contrato visível.
Elas se disfarçam de pertencimento, de urgência, de causa nobre ou de solução fácil.
E quando parte do povo passa a repetir convicções que nunca questionou, talvez já não perceba que deixou de ser dono dos próprios pensamentos.
Há quem venda a consciência por conveniência, há quem a entregue por medo, e há quem a troque pela confortável sensação de fazer parte do coro.
Mas toda mente que abdica do esforço de pensar por conta própria torna-se terreno fértil para quem deseja governar sem diálogo, conduzir sem explicar e dividir para melhor controlar.
Pensar exige coragem.
Questionar exige disposição para, às vezes, caminhar sozinho.
Afastar-se da famigerada mamada.
Por isso, manter a própria cabeça livre talvez seja um dos atos mais silenciosos — e mais revolucionários — que alguém pode praticar.
No fim, não são as ideias impostas que transformam uma sociedade, mas aquelas que nascem do encontro honesto entre consciência, reflexão e responsabilidade.
Porque quem preserva a própria mente, não apenas protege a si mesmo, mas ajuda a impedir que o pensamento coletivo seja transformado em propriedade de poucos.
O Estado finge preocupação, parte assustadora do povo o acompanha, e as más réplicas de homens chutam as Mulheres para as estatísticas.
Enquanto o Estado ensaia discursos de preocupação — cheios de notas oficiais, campanhas sazonais e promessas que evaporam na próxima manchete —, uma parcela assustadora do povo aplaude, compartilha, relativiza e segue adiante como se indignação fosse apenas mais um filtro de rede social.
No meio desse teatro cívico, as nossas Mulheres vão sendo empurradas para as estatísticas.
Não como nomes, histórias ou ausências que rasgam famílias, mas como números gélidos que cabem melhor nos relatórios do que na consciência coletiva.
E o mais doloroso é que muitas dessas violências não nascem da força, mas da fragilidade disfarçada de poder.
São cometidas por más réplicas de homens — cópias mal-acabadas de uma ideia distorcida de masculinidade, que confundem respeito com medo, amor com posse, autoridade com controle.
“Homens” que não aprenderam que ser Homem nunca foi sobre dominar, mas sobre proteger sem oprimir, sobre existir sem esmagar.
Quando a sociedade normaliza piadas, minimiza agressões, culpa a vítima, silencia denúncias ou escolhe o conforto da neutralidade, ela ajuda a fabricar essas réplicas medonhas.
E cada silêncio cúmplice é um carimbo a mais na estatística.
Talvez o que mais falte não sejam leis, mas caráter coletivo.
Não sejam campanhas, mas coragem.
Coragem de educar meninos para que não tentem provar nada pela violência.
Coragem de não idolatrar bravatas.
Coragem de parar de fingir surpresa diante do previsível.
Porque enquanto a preocupação for performática e a indignação seletiva, as mulheres continuarão sendo reduzidas a pavorosos números — e a nossa humanidade, a uma mísera nota de rodapé.
- Relacionados
- Feliz aniversário, mulher guerreira: frases de parabéns para celebrar seu dia
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
- Frases femininas para celebrar o poder de ser mulher todos os dias
- Pequena no tamanho mas grande de coração
- Amor de Marido e Mulher
- Texto sobre Mulher
- Ela é forte e sabe sonhar: frases de menina mulher
