Quem Educa uma Mulher Educa um Povo

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“Os enganadores do povo também recebem homenagens...”

Enquanto eles não descerem do espetáculo palanquial e o povo aprender a votar, continuarão a discutir quem é o responsável pela “segurança do mosquito”!

Um País Ferido pela Corrupção


Vivemos em um governo onde a corrupção se tornou rotina e o povo, refém da própria esperança. A cada dia, vemos o dinheiro público sendo arrancado das mãos de quem mais precisa e colocado nos bolsos de quem promete mudanças que nunca chegam. Enquanto isso, a população sofre, adoece e se desespera em meio a um sistema que parece se alimentar da dor de seu próprio povo.
O mais triste é perceber que a injustiça virou normalidade. Trabalhamos, pagamos impostos, confiamos — e, no fim, somos traídos. A saúde falha, a educação é esquecida, a segurança é um luxo. O governo que deveria proteger, explora; o Estado que deveria servir, consome. O resultado é um país cansado, onde muitos acabam se perdendo entre o desespero e a revolta.
Não é apenas o dinheiro que nos tiram, é a dignidade. A corrupção não mata apenas com balas, mas com a fome, com a falta de atendimento, com o abandono. E o pior é que, enquanto o povo se destrói entre si, quem comanda continua sorrindo, como se o caos fosse parte do plano.
É hora de acordar. Um país só muda quando seu povo deixa de aceitar o sofrimento como destino e transforma a indignação em força. Porque o verdadeiro poder sempre esteve nas mãos do povo , só falta o povo lembrar disso.

Povo humilde, desprovido de lógica e razão, acaba tornando-se presa fácil para aqueles que os conhecem e compreendem os tipos que são. O perigo não está na humildade em si, mas na falta de acesso à reflexão crítica e ao questionamento. Quem entende as limitações cognitivas e sociais alheias pode manipular, explorar ou conduzir sem grandes resistências. A lógica e a razão não são privilégios de poucos, mas ferramentas que, quando negadas ou desperdiçadas, deixam qualquer grupo vulnerável.

MARTINS -RN
TERRA DO POVO TRABALHADOR
Martins das manhãs frias.
Martins da serração.
Martins das noites enluaradas.
Martins com seus chalés.
Martins com seus hotéis.
Martins com as suas pousadas.
Martins com as suas casas alugadas por temporada.
Martins com seus museus localizados no centro da cidade.
Martins com a queima de fogos desejando felicidade para o ano que se renova.
Martins com o Museu Manoel Lino Localizado na Serra Nova.
Martins das missas dos cultos e das santas Missões.
Martins das festas na praça pública arrastando multidões.
Martins da Lagoa do Rosário rodeada de calçadão.
Martins e o festival de gastronomia, movimentando a economia da região.
Martins da Lagoa Nova do Caminho do Cemitério e do Porção.
Martins que recebe milhares de visitantes.
Martins do canto do jacu e seus mirantes.
Martins com a culinária tradicional.
Martins com o comércio noturno cada vez mais forte.
Martins com o maior Parque Aquático do Rio Grande do Norte.
Martins e seus empreendimentos.
Martins do Canto da Cohab e dos Loteamentos
Martins onde a vida melhorou.
Martins que está crescendo e não perdeu a tranquilidade de cidade do interior.
Poeta Adailton

Quanto mais se desencoraja um povo, mais fácil de silenciá-lo.⁠

⁠É uma honra poder servir ao nosso povo. Que os ancestrais continuem a nos guiar.

Sou do povo! Menina de sorriso fácil e coração generoso!

⁠"Antes da fundação do mundo, na eternidade passada, Deus ama um povo e o escolhe para ser seu."

⁠"Deus tem sido nossa fortaleza ele tem sido o refúgio para o seu povo".


Sociedade Missionária Unção e Legado
2006 _ 2021
15 Anos de Missões nacionais e internacionais.

São sanguessugas. Sugam seu povo e alimentam seus governantes corruptos, estúpidos, hipócritas, escória. Escória! Mas isso nunca é manchete nos livros de história.

⁠Há muita miséria. Muita fome no povo.

José Lins do Rego
Menino de engenho. Rio de Janeiro: José Olympio, 2012.

Usam a Democracia de forma inadequada, e aplicam a culpa e a vergonha a todo o povo. O poder é privado.

Minha humilde homenagem ao povo Catarinense!
Bom dia povo lindo e amado...
Catarinenses, sua história de lutas foi tão mesclada, de piratas e governantes foi por vezes retomadas, das batalhas que viveram, até mesmo os farroupilhas invadiram suas estradas, em laguna, a transformaram, criando ali a Republica de Juliana, de Piratini aliada! No hoje é tão feliz, um povo lindo e amado, riquezas que vem da terra pelo mar abençoado! De Deus tu és uma estrela aqui no Brasil deixado! Das belezas que se esparges, teu mar é um lar sagrado, seu povo trabalhador, este Estado tem prendado, com as riquezas da terra! Ali! Deus os tem tanto abençoados, e com as farturas de sonhos, pelo nosso Brasil a fora onde um catarinense aporta! O futuro tem chegado. Não lhe garanto homenagem, apenas do peito eu falo, suas mulheres são lindas! São sonhos esparramados, Deus abusou um pouquinho, quando elas ele as criaram, não que sejas tudo invejas! Aqui no meu Mato Grosso do Sul amado, nossas mulheres são belas, por Deus também foram abençoadas...
(Zildo de Oliveira Barros) 09/08/13 Manhã.

Minha humilde homenagem ao povo Goiano.
Lugar de lindas mulheres e homens trabalhadores...
Goiáis
Entre o vermelho e o rio bugre o Arraial da barra ali ele se formou, dos veios de ouro puro suas riquezas criou de meia ponte ao estrangeiro café e algodão se exportou! O primeiro jornal do centro-oeste e norte a matutina meiapontense em meia ponte se gravou! Goiandira em 1913 a estrada de ferro! O progresso ali levou, e a criação de gado este estado o segurou! Vila boa então com muita valentia em cidade de Goiás este nome abençoou! No ano de 33 a capital Goiânia ali se nasceu com a chegada dos povos de outros estados, Goiânia só se cresceu. Em um estado tão grande um filho tirara seu! Mas sua bondade é tamanha que Tocantins outro estado de seu amor se nasceu, Povo Goiano valente até aqui tu venceu, meu Mato Grosso do Sul, de pé agradece Deus! Seus filhos aqui chegaram e crescimento nos deu...
(Zildo de Oliveira Barros) 12/08/13

SANGUE DE PRETO

Caçados e acorrentados,
homens e mulheres,
por um povo diferente,
tribo de brancos como as nuvens do céu,
traídos pelos nossos, ao léu!


No barco, um balanço tonteante,
e o barulho do chicote constante.
Eu, sem saber, sem entender,
escutava o choro e o gemido
de um povo que estava ali sem querer:
um povo tirado de sua terra natal
para servir como animal.


Pés e mãos acorrentados,
mulheres seguravam seus filhos
adoentados, desmaiados.
Só se escutavam os gritos
e o barulho daqueles que nos faziam mal.


Meu povo é guerreiro,
mas naquele momento,
só choro e gritos de medo.
Gritos que perpetuaram por tal ação,
longos dias, com tanta trucidação.
Meus irmãos, irmãs,
sendo jogados ao mar,
pois já escasso estava o que alimentar.


É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Na calada da noite, murmúrio:
Caçados e acorrentados,
homens e mulheres,
por um povo diferente,
tribo de brancos como as nuvens do céu,
traídos pelos nossos, ao léu!


No barco, um balanço tonteante,
e o barulho do chicote constante.
Eu, sem saber, sem entender,
escutava o choro e o gemido
de um povo que estava ali sem querer:
um povo tirado de sua terra natal
para servir como animal.


Pés e mãos acorrentados,
mulheres seguravam seus filhos
adoentados, desmaiados.
Só se escutavam os gritos
e o barulho daqueles que nos faziam mal.


Meu povo é guerreiro,
mas naquele momento,
só choro e gritos de medo.
Gritos que perpetuaram por tal ação,
longos dias, com tanta trucidação.
Meus irmãos, irmãs,
sendo jogados ao mar,
pois já escasso estava o que alimentar.


É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Na calada da noite, murmúrio:

— Meu Deus, meu Deus,
por que nos abandonaste?


Criaturas desalmadas,
que além de tudo isso,
ainda nos faziam assistir
nossas mulheres serem violentadas.


É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Preto sem eira nem beira,
forçado a dormir
sobre a própria sujeira.
É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.


De longe, consigo ver terra firme!
Uma ponta de esperança
renasce em meu coração.
Chegando, sou chamado
de Preto João!
Sinto a areia entre meus dedos,
e com o resto das minhas forças
tento escapar.
Escuto um estrondo —
meu peito começa a sangrar!


— Meu Deus, meu Deus,
por que me abandonaste?
É sangue, sangue de preto,
na areia onde, por fim, me deito.

O tempo passou, o chicote calou,
mas a dor no peito não se apagou.
Mudou o discurso, mudou até a nação,
mas tem muita gente com a alma de trabalhador nas mão.


A única coisa que mudou, então,
foi o nome dos patrão —
antes chamados de senhorzinho,
agora têm CNPJ e razão!.

Deus não privilegia ninguém, nem o próprio Povo, os Judeus que praticam torá.

⁠O povo encaixotado

Disse o velho xamã
Vocês são o povo da caixa
Vivem dentro de caixas
Se deslocam em caixas

O povo da caixa se separa
Pela marca da caixa metálica
Que lhe faz viajar em segurança
Pela cidade na sua diesel lambança

Quanto maior a caixa que dorme
Maior sua preocupação noturna
Impostos e manutenção diária
Será menos triste a vida do pária?

Grandes vidros e prateleiras
Mostram produtos de última geração
O paraíso das compras desnecessárias
Shopping Center. Depressão é a sua cara

O mundo se transformou agora
Ficamos ainda mais encaixotados
Que no futuro, mais valor iremos dar
Ao ar livre, parques, natureza e ao caminhar

No dia em que o povo abrir a mente e compreender que é ele quem trabalha e carrega o peso do país e dos estados — e que precisa esquecer os políticos corruptos e inúteis — finalmente conquistará o respeito e o valor que merece.

O mundo está distorcido, virado do avesso, e o povo vive como se fosse normalidade. Infelizmente, a banalidade dominou grande parte das pessoas, que perderam o domínio do bom caráter, da sensibilidade e da postura digna de um verdadeiro ser humano.