Quem Corre Cança

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Enfermaria


Demétrio Sena - Magé


Esperar como alguém que jamais corre,
que dispõe do seu tempo além de si,
toma porre de cosmo e cai no caos
ou no cais do silêncio em gritos mudos...
Entender, mesmo sem entender nada,
que preciso ter calma, embora tenso,
não há fada que mude a minha espera,
porque tudo eterniza o por enquanto...
Mas é muito esperar sem qualquer vinda,
um ainda que assume o horizonte,
para lá do que os olhos ousam ver...
Aqui dentro se vive desta espera,
não tem era e dissolve a nossa história,
ninguém sabe quem é ou quem está...
... ... ...


Respeite autorias. É lei

MARTE ATACA!
Trump deve ser um alien! Vive no mundo da lua e agora corre atrás de óvnis e ETs. Está explicada a cor laranja!


O relógio corre igual para todos; a diferença está naquilo que você consagra como prioridade.

A pior omissão de um cristão é permanecer em silêncio enquanto o mundo corre para o inferno; o sangue daqueles que se perdem será cobrado por cada verdade que ele ocultou.

O Tempo em Mim


O tempo não corre, ele pousa.
Às vezes é chá quente na panela,
demora, queima, e a gente nem vê passar.
Outras vezes é 60 anos num piscar.
É filho pequeno que ontem cabia no colo
e hoje me chama pra conselho.
É ruga que chega sem pedir licença
e memória que volta com cheiro de café.
É pressa no corpo, calma na alma.
O tempo não é relógio.
É saudade do que foi,
ansiedade do que vem,
e esse segundo aqui,
agora,
que se eu não abraçar,
ele vai embora.
Sentir o tempo é aprender
que a vida não cabe em calendário.
Cabe em riso, em espera,
em "te amo, filho",
dito no dia certo.

Poema final


No princípio da tarde,
Tarde sem sentido ou valia
Dessas que corre a vida e o sol arde
Começo de mais um morto dia
Olhei a janela
A brilhante esquadria
Não sei se foi uma pancada
Mas um “Acorda bobo!”dizia
Uma voz de vida encharcada
Clamando”Revê o dia!”.
Procurei, dei mais uma olhada,
E, ao sol ofuscante,
Qual joia dourada,
Se via um besouro gigante

“O Sangue que Ainda Corre”

Há momentos em que a vida deixa de pedir explicações.
Ela apenas nos coloca diante do espelho.
E talvez seja justamente diante dele que começam as confissões mais difíceis: quando já não podemos culpar o tempo, os outros, as circunstâncias ou os caminhos que escolheram por nós.
Eu também jurei verdades que eram mentiras.
Prometi permanências quando dentro de mim já existiam despedidas. Defendi certezas nas quais eu mesmo já não acreditava. Rompi acordos, abandonei caminhos, traí algumas versões de mim e carreguei durante anos a estranha sensação de que havia deixado pedaços da minha alma espalhados pelos lugares por onde passei.

Talvez viver seja também isso:
uma longa coleção de fidelidades e traições contra nós mesmos.
Existem ventos que chegam tarde.
Existem ventos que sopram com toda a força e, ainda assim, não conseguem mover aquilo que dentro de nós já deixou de girar.
Foi assim que descobri que nem todo vento é capaz de mover um moinho.
Há coisas que simplesmente param.
Amores.
Sonhos.
Convicções.
Amizades.
E até algumas partes de nós.
Mas o coração possui uma teimosia quase incompreensível: mesmo cercado pelos escombros daquilo que perdeu, continua batendo.
Carrego comigo os meus mortos.
E não falo apenas daqueles que a terra recebeu.
Existem mortos que continuam caminhando conosco.
São pessoas que partiram, amores que terminaram, cidades que abandonamos, juventudes que não voltam, abraços que ficaram presos na memória e versões de nós mesmos que jamais encontraremos novamente.

Somos um pouco cemitério.

Mas somos também nascimento.

Porque dentro do mesmo homem que enterra seus mortos existe outro tentando nascer todas as manhãs.

Eu venho de caminhos tortos.
Nunca consegui acreditar muito nas estradas perfeitamente desenhadas. Talvez porque minha própria existência tenha sido feita de desvios, quedas, retornos e perguntas.

Minha história não foi escrita com régua.
Foi escrita com cicatrizes.
Há sangue correndo dentro de mim que nasceu muito antes de mim.
Sangue de gente que amou, sofreu, atravessou oceanos, enterrou sonhos, criou filhos, perdeu pessoas, rezou em silêncio e continuou caminhando mesmo quando não havia nenhuma certeza esperando na próxima esquina.

Carregamos nossos antepassados sem perceber.
Talvez por isso algumas saudades não tenham nome.
Talvez certas dores sejam antigas demais para sabermos exatamente onde começaram.
Existe dentro de cada homem uma pátria invisível.
Uma terra que ele carrega mesmo quando vive longe dela.
Uma língua que continua morando dentro da boca.
Uma música que desperta lembranças.
Um cheiro que abre uma porta esquecida.
Uma palavra que, de repente, nos devolve à infância.

Podemos atravessar fronteiras, trocar de endereço, aprender outras línguas e envelhecer sob outros céus.
Mas há raízes que viajam conosco.
E talvez o verdadeiro exílio não seja viver distante da terra onde nascemos.
Talvez seja viver distante de quem realmente somos.

Durante muito tempo tentei obedecer aos ritos.
Depois rompi alguns deles.
Quebrei minhas próprias lanças.
Questionei minhas certezas.
Gritei contra aquilo que me prendia.
E percebi que existem gritos que não são revolta.
São nascimento.
Às vezes um homem precisa gritar para finalmente ouvir a própria voz.
Porque chega um momento em que já não importa parecer perfeito.

Importa permanecer inteiro.
Não importa quantas vezes a vida tenha nos derrubado.
Não importa quantos tratados tenhamos rompido com nossos sonhos.
Não importa quantos caminhos tortos existam atrás de nossos passos.

Existe uma diferença enorme entre estar ferido e estar vencido.
Feridas sangram.
Cicatrizes permanecem.
Lágrimas caem.
Mas nenhuma dessas coisas significa derrota.
A verdadeira derrota talvez aconteça somente quando entregamos a alguém ou ao medo, à culpa, ao passado o direito de decidir quem ainda podemos ser.
Por isso continuo.
Com meus mortos.
Com minhas lembranças.
Com minhas contradições.
Com meus caminhos tortos.
Com tudo aquilo que perdi e tudo aquilo que ainda espero encontrar.
Minha alma talvez tenha conhecido muitas prisões.
Mas meu sangue ainda corre.
E enquanto houver sangue correndo, haverá alguma coisa dentro de mim dizendo que a história ainda não terminou.

Talvez seja apenas um gemido.
Talvez seja um grito.
Talvez seja uma oração.
Não sei.
Sei apenas que ainda estou aqui.
E às vezes, depois de tudo o que atravessamos, permanecer de pé já é uma das formas mais bonitas de liberdade.

"Quem tem o dom, atrai a prosperidade, quem não tem, corre atrás."

"O burro não para de puxar a carroça quando é chicoteado; na verdade, ele corre mais rápido."

Toda sociedade insegura corre o risco de trocar liberdade por proteção sem perceber o preço da troca.

"Nas veias dos irmãos corre o mesmo sangue, mas habitam corações diferentes. Sentem de forma distintas. Ainda assim, continua sendo irmãos. "

"Quem corre pelos próprios sonhos
não precisa da permissão de ninguém."

Honrar, sim — mas não de forma cega. Quem honra sem refletir a quem, por quê e para quê, corre o risco de cair no abismo da decepção.

"Apressado come cru.
E quem corre atrás da ambição,
acaba sendo comido por ela.


Guarde o coração. Avance um passo de cada vez."

"Quem não leva a vida com algum bom humor corre o risco de ter algum mal... Mal súbito ou não!"
Frase Minha 0514, Criada no Ano 2011




USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Mas que Patriotismo, Justiça e Valentia têm quem foge da Justiça e do País?


Que correção tem alguém que, foragido, fica do exterior falando Mentiras e tentando acabar com o País?


TextoMeu 1319 😷

POETA


É SER OU PÁSSARO ?
NUVEM OU ÁGUA
QUE CORRE E LAVA
A LÁGRIMA.

2534 📜 "Para nomearem Santos, corre processo, papelada, comprovação de milagres e burocracia que pode durar anos. Já o Papa passa a ser chamado de Santo Padre, sem qualquer demora, sem espera sem comprovação de milagre! E ninguém (deles) estranha, HeHeHe!"

O amor que sinto por você, é igual ao sangue que corre nas minhas veias.

Inserida por CharlesFreitas

Você corre o risco de designar o meu amor futuramente.

Inserida por JeffersonMagno