Quem Ama Nao Erra
Quem se isola parece ter um medo crônico de ser rejeitado. Evitando traumas, buscando proteção, mas o resultado é o mesmo, o vazio é comum. Na escuridão, a rejeição, implacável, não faz distinção, deixa corações solitários, na mesma condição. O isolado, o rejeitado, ambos caminham sós.
A pessoa escolhe não se expor, a fim de evitar ser traumatizada por rejeições. Pare e pense, o resultado não é o mesmo? Quem é rejeitado por todos fica sozinho e isolado, a pessoa que voluntariamente se isola? O mesmo, não há distinção de resultados em relação àquele que foi rejeitado, estão na mesma situação. O seu maior medo está te deixando tão paralisado que você está se tornando exatamente aquilo que tem medo de se tornar. O receio maior paralisa, tornando real o que se teme, mas e se ousar sair do casulo incerto? A coragem pode te levar além do que supõe.
Você não tem nada a perder, e ninguém deve nada a você. Apenas um bom dia na rua, a alguém oferecer; cara a tapa, a gentileza que pode te surpreender.
Num mundo apressado, o essencial transformou-se em virtude. A gentileza, outrora apenas o básico, se tornou raro legado. Ser educado, qual teatro, fingimento aparente, para alguns, uma fachada, escada de vantagem social emergente.
Não culpe o mundo pelas suas deficiências, a gentileza ecoa em outras existências. Algum estranho, em algum lugar do mundo, ainda se lembra de você, porque você foi gentil.
O Direito é uma ciência que nos rege, mas quem são seus donos, quem decide o que ele protege?
Direito e poder, um jogo sutil, onde a lei é o véu que encobre a realidade, e as classes dominantes, em seu controle habilidoso, usam o sistema jurídico para manter sua supremacia.
O Direito é um instrumento de dominação. As classes dominantes o utilizam como escudo para manter o status quo, o poder, o escuro.
Fruto de um embate histórico e social, o direito é o campo onde isso se esconde. É um espelho da sociedade, onde as ideologias se manifestam. A história do direito é a história da luta, das classes em disputa pelo poder e pela definição do que é justo. Portanto, não há como negar, que o direito é um reflexo, de quem domina e quem vai lutar. Não é uma entidade neutra, é claro, mas sim um instrumento de controle, onde os dominantes estabelecem a norma, e definem quem pode, quando e onde; em última instância, pelo direito impõem sua vontade, enquanto os oprimidos lutam pelo seu espaço e sua liberdade. É na dialética do conflito que o direito se transforma, e a justiça surge como um ideal a ser alcançado.
A história do direito uma vez entendida como tal, também pode ser vista como uma história de resistência, como uma luta que continua, sempre renovada e atual, para que a justiça seja o horizonte da nossa emancipação.
A justiça parece cega, mas enxerga muito bem quem tem o poder, quem tem a força, quem tem o bem. E assim, as desigualdades se perpetuam enquanto o direito é usado para que elas fluam.
O Direito pode ser esse instrumento de dominação, mas também pode ser um caminho para a transformação. Cabe a nós delimitar qual será o seu destino.
A justiça, que deveria ser imparcial, na prática é influenciada pelos mais poderosos, que moldam as leis e regulamentos para favorecerem seus próprios interesses.
A estrutura legal é como um muro, que separa os que têm e os que não têm, onde os ricos e poderosos se protegem, e os pobres e desfavorecidos são condenados. Contudo, a resistência não está morta, há aqueles que lutam por mudanças, que buscam uma sociedade justa e igualitária.
Por isso, devemos olhar para além das leis, e questionar a natureza do poder para construir uma sociedade onde a justiça seja real, e o direito seja um instrumento para o bem comum.
É nesse embate que o direito transforma-se, de instrumento de dominação, a arma da libertação, para aqueles que ousam lutar, que se revoltam, e fazem da justiça uma questão de afirmação, um meio para a emancipação. Uma afirmação do direito, em essência, como um bem social, e não um braço de uma sociedade desigual, que antes usado para manter a desigualdade e os privilégios preservados.
O que é preciso? Despir o direito de toda a sua ideologia, e enxergá-lo como uma prática histórica e social que pode promover a autonomia. Deve-se voltar para a análise crítica, sem despeito, e entender como as leis se originam e se aplicam, e como os interesses das classes dominantes as influenciam. Enxergando o direito como ele é, uma construção que reflete as relações de poder e as lutas políticas de cada época, que moldam a sociedade e o seu viver. Nãocomo um conjunto de regras abstratas e universais, como um dado da natureza, mas sim um produto social que define o que é justo ou desigual.
Ja dizia a psicóloga: ela tem um bloqueio emocional, quem conseguir quebrar, ganha o seu coração com um tiro fatal.
“O maior plano do inimigo é que você se esqueça quem é. Que viva longe de Deus, desconectado da sua verdadeira essência, sem saber que é filho do Altíssimo. Porque quem não sabe quem é, se entrega a qualquer coisa.”
Existe sempre dez maneiras de se falar a mesma coisa.
Quem sabe o que fala, precisa saber também da responsabilidade que pesa sobre suas palavras!
Ser quem você realmente é , significa que você tem caráter e personalidade que você pode ter herdado, mas nunca copiado de outras pessoas ou de “modelos” por aí, que não agregam nada em nossas vidas!
Positividade é ser, estar, permanecer, andar, falar, agir sempre com atitude de quem quer ser o diferencial para os outros e para o mundo!
O problema é que se apontarmos para o passado, quem erá melhor? e se apontarmos para o futuro, que será?
Esta realidade é que foi escolhida, damos ou não apoio?
Talvez rezar para que der certo? sair nas ruas e reivindicar mudanças?
Infelizmente eu, para minha vida, vejo daqui em diante um só caminho, aquele que leva adiante e vejo nele minha pessoa, seguindo nele e fazendo o que eu sempre fiz, caminhar, queria que fosse diferente e todos caminhassem ao meu lado.
Nunca em nossas vidas as escolhas que fizermos será 100%, nem a escolha dos outros.
Então se cada um de nós, todos nós mesmos , um a um, não enxergarmos o bem comum, sem esquerda e direita, interesses, partidos, qualquer tipo de idealismo que não leve a percepção do correto, podemos esquecer o significado de comunidade!
Errar sempre vai andar atrelado ao sucesso, só é feliz quem realmente vê, analisa e compreende os erros seus e dos outros.
Quando todas as pessoas conseguirem revelar quem realmente elas são, e todas elas entenderem umas às outras, o mundo será bem melhor.
Quem fofoqueia sobre a vida alheia ou julga outra pessoa está descumprindo a própria regra moral; ao fazer isso, assume o papel de juiz. Se age assim de forma recorrente, deixa de ser apenas observador e passa a adotar essa função como seu comportamento habitual. A forma mais clara de ver isso é lembrar que há um único detentor da verdade: Deus. Então, quem você acha que é para avaliar, opinar ou emitir um veredicto sobre o outro?
"Como culpar você? Se quem errou fui eu ao me apaixonar por algo vazio, por depositar meu amor e sentimentos em algo desprovido de substância e significado."
"Ser um milionário pode te proporcionar riqueza, mas sem pessoas em quem confiar, a verdadeira felicidade permanece inalcançável."
"Desejo sabedoria para que as pessoas aprendam o mais rápido possível: quem pratica o mal aos outros, determina a própria desgraça."
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