Quem Ama Nao Erra

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Quem foge de si mesmo nunca saberá a quem serve.

A técnica jurídica abre portas, mas a estratégia é quem conduz à vitória.

Os homens julgam mais pelos olhos do que pelo entendimento; por isso, quem domina a aparência governa muitas vontades.

Quem deseja comandar sem conhecer a natureza humana cedo se tornará servo dela.

Quem entende o tempo certo de avançar vence até inimigos maiores.

Quem tolera pequenos desvios hoje prepara grandes ruínas para amanhã.

Quem governa a própria energia decide melhor, e quem decide melhor constrói futuros maiores.

Quem vence os monstros que carrega dentro de si desperta o deus que nasceu para ser.

Quem nunca recebeu afeto saudável pode confundir carência com amor verdadeiro.

Quem encontra tudo pronto, jamais saberá o grande esforço que você fez.

Quem transforma conveniência em princípio começa a perder a capacidade de distinguir o justo do útil.

Quem tem interesse, cultura, vida e sentimentos tem tudo.

Haverá momentos que somente quem entende de valor, terá discernimento para cobrir o preço das coisas.
Depaula Paraense

Reinicie o sistema! Ligue o firewall para quem te puxa para baixo ❌ e abra o Wi-Fi plus para quem te eleva!

Quem é único nunca vai ser aceito mas vai ter os próprios pensamentos.

Quem é você que na face oculta da noite desbrava o chão dos versos a tecer um poema controverso? Sou sua face dúbia que não encontra espaço no chão da sala para me fartar de palavras inebriadas. Falo do amor que pode ser qualquer morada. Se esta rua fosse minha eu mandava ladrilhar com poesias antigas para eu mesma me fartar. E muito pouco cumpro daquilo que prometo, pois eis que esqueço sua face mascarada e me perco em palavras pesquisadas, que não alcançam meu vocabulário, que caminha qualquer estrada, pois a liberdade há de encontrar também a palavra. E muito mais falo ao peixes se meu poema não sabe a hora de parar e anda devagar a espreitar um novo conceito nas colchas de retalho que eu costuro e são maiores do que minha estatura. Vendo meus versos solenes a qualquer vivente que a linguagem experimente. Caranguejo não é peixe, caranguejo peixe é, nas ondas da vida eu sou a maré, que te convida a escutar minhas rimas de uma vida que ultrapassam minha sina. Sei do pouco o muito e cobra juros se perdida na colina suspira a existência perdida. E longo caminho se faz, o que para muito tato faz, mas meus passos têm pressa se a poesia se esvai e tenho nas mãos peixes numerosos que me escutam com atenção. Nada se faz além de andar em círculos e as verdades que eu não mais acredito, se está ausente a luz solar e sou visitante do meu próprio lar. Morre incongruente o passado obsoleto e já não protegem os amuletos, se nada se sente no momento presente e são incipientes todas as obras inacabadas, se não há mais pés que caminhe a estrada. O dia escureceu em minha mente e não há argumentos que me façam mudar de pensamento se já foram plantadas todos as sementes e estou abruptamente descrente de qualquer fruto que brote no chão. Eis uma canção que não se escreve, pois entardece o poema ausente de beleza plena a vagar no solo da realidade a inquietude de minhas mãos incertas se a face deslumbra o ardor frenético de um forte remédio que descortina o tédio e fazem os olhos verem o estático minuto da aurora que foi outrora festiva e convidativa, mas agora se farta de rima que muito pouco dizem e me resigno se minha sina é comprar uma passagem só de ida e esquecer o passado de minhas madrugadas. E há de haver novas estradas para fazer raiar minha alegria distante que não encontra rios de água cristalina a desviar a íris de qualquer lembrança fria. Novamente se faz despedida na inconstância do amor que morre todos os dias. Chamaria isso de vida.

Quem foi o idiota que deu autoridade aos empregados do sistema público ?

O ser medíocre aceita o que é mal. Faria-se sentido, mas sabemos que ele avilta quem escolhe o bem.

O poeta escreve como quem chora — palavras em lágrimas que mergulham nas raízes do mundo, florescendo no jardim silencioso d’alma: sua essência, a existência de seu eu indizível.

Escorregas para o meu colo, sentando-te como quem reclama um trono.
— “Fale algo bonito para mim...” — sussurras.
— “Tu és o poema que me arranca a lucidez,” — digo, arfando.Sorris, remexendo devagar.
— “Então, declama-me...” — diz mordendo o lábio.
Uma métrica perfeita, libidinosamente obedecida, sílaba por sílaba, tercetos e quartetos das tuas rimas.