Quedas e tombos

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Bolsonaro está em queda livre!
E esse balão só vai parar de cair quando se esborrachar no chão! Viva a fogueira de São João!

⁠Nossa condição de pecadores não é porque pecamos, mas porque depois da queda, todos nasceram pecadores! Pecamos porque nascemos pecadores! Romanos 3.23; Romanos 5.12.

⁠Depois da queda, o homem para as coisas naturais, precisa da Graça comum; Para as coisas espirituais, precisa da Graça sobrenatural.

Não existe queda tão profunda que a graça de Deus, revelada em Cristo, não possa alcançar.

A graça de Deus é sempre mais profunda que a nossa queda, mergulhando na escuridão para nos resgatar e nos reerguer na esperança da glória.

A grande ironia da queda foi ver Adão tentar esconder-se do Criador dentro da própria criação. Desde então, essa é a história da humanidade: o homem continua procurando abrigo naquilo que Deus fez, enquanto foge dAquele que o fez. Toda tentativa de viver independente de Deus é apenas uma nova versão da mesma fuga.

Errar é a nossa frágil condição humana depois da queda, inerente à própria jornada. Contudo, o que define a sua estatura diante de Deus e da vida não é a queda em si, mas o que você faz com ela. É permitir que o erro seja matéria-prima para o aprendizado e para a graça, em vez de usá-lo como um triste refúgio para a justificação de si mesmo.

Muitos calvinistas afirmam que Adão antes da queda tinha livre-arbítrio, então minha pergunta é: "Deus era menos soberano quando Adão tinha o livre-arbítrio?"

Meu primeiro fôlego foi na escuridão da queda, mas o meu último me levará à verdadeira vida.

A ruína de Eva não aconteceu quando o fruto foi tocado; o processo da queda iniciou-se quando ela cedeu espaço ao diálogo com quem questionava a Palavra de Deus. Aprenda a reconhecer o perigo das conversas que minam sua fé e corte-as pela raiz, antes que o questionamento sutil se torne uma ruína absoluta.

Desde a queda, caminhamos sob o signo da incompletude. Habitamos um campo de batalha invisível, onde a alma anseia pelo Alto enquanto a carne reclama o chão. Ser discípulo não é ostentar um brilho externo, mas sustentar um sim silencioso no altar da renúncia. É a arte de desmoronar diante de Deus para ser reconstruído por Ele — renovado uma, duas, infinitas vezes neste mundo caído.

Nossas vãs preocupações provaram-se meras sombras diante da Providência que guia até a queda de um pardal. No fim, os céus teceram um desfecho infinitamente mais formoso.

A queda fragmentou a integridade humana, substituindo a perfeição pela inclinação ao erro. O que chamamos de vida cristã é, em essência, o campo de batalha entre a concupiscência e a obediência. O verdadeiro discipulado não se valida na aparência, mas na constância da renúncia e no reconhecimento de que nossa justiça é inteiramente dependente de Cristo. É o 'morrer diariamente', consumado para que a vontade do Pai prevaleça em cada batida do coração.

"Nenhuma queda é definitiva para aquele que transforma a dor em aprendizado e o aprendizado em oportunidade de recomeçar. "

Iphone foi feito para ricos, não precisa de capa de proteção anti-queda porque são usados em carros de luxo e bolsos de paletó, reflita.

Cada queda é uma pista de onde é pra não voltar.

VIDA

A vida não se escreve com facas cegas e nem se faz história se não levantar a cada queda que tiver.
Mesmo depois de algumas derrotas, é preciso forças para seguir, é necessário domínio para alcançarmos nossos objetivos entre grandes lutas para sobrevivermos no mundo, onde acontecem tantas coisas a todo momento.

A vida é bela, sim, mas quando por etapas vamos construindo nossos ideais nos caminhos da verdade. Estampar um sorriso, mesmo entre lágrimas e avançar cada passo, sentindo a aventura dos sentimentos, onde todas as emoções só valem viver por amor em primeiro lugar, garantindo assim um cantinho no céu!

A Proposital Queda do Império


São Paulo, 5h10 da manhã.


Aquela bolsa da Bolívia
foi o último presente.


Mas não foi a última prova
do homem que eu fui.


Eu levei nome à pele (literalmente).
Passei noites em claro,
delirando de paixão,
fumando madrugadas
como quem pudesse
queimar o medo de perder.


Eu amava assim:
sem medida,
sem contrato,
sem saída.


Amor, amores.
Bares, aeroportos,
trajetos que ainda guardam
algumas cenas em silêncio.


Velho engano:
procurar permanência
onde só existiu passagem.


Eu fui feito de excessos:
de querer ficar,
de fazer questão,
de transformar pequenos gestos
em grandes acontecimentos.


Talvez ninguém tenha pedido
tanto de mim.


Mas eu sempre fui assim:
quando amava,
erguia catedrais
onde os outros deixavam apenas portas.


Eu amava com o coração
em carne viva,
sem pele para proteger
o que quer que viesse depois.


E talvez seja por isso
que hoje eu pareça tão seco.


Não foi falta de sentimento.


Foi sentimento demais.


Até que veio a queda.


Majestosa.


Porque aquilo não era um castelo.


Era um império.


E impérios daquele tamanho
não caem por falta de amor.


Caem pelo excesso.


Eu amei demais.
Entreguei demais.
Acreditei demais.


E foi justamente pela grandeza
que tudo ruiu.


Agora eu corto.


Os sinais.
Os nomes.
As promessas.
A necessidade de entender.


São Paulo, 5h10.


A cidade ainda fuma.


Eu também.


Só que desta vez
não há incêndio.


Há cinzas.


E até as ruínas
carregam o nome
(que está literalmente tatuado no meu peito
e só poderá sair com laser)
de alguém que hoje está
com outro alguém.


A ironia é quase perfeita:


o nome continua no meu peito,
mas a pessoa já não está comigo.


Ontem, uma nova mulher estrangeira
beijava justamente aquela tatuagem
e perguntou o que significava.


Eu poderia ter contado tudo.


Mas respondi apenas:


“Foi só engano.”


Porque hoje já não é ela.


É só um nome.


E talvez essa seja
a forma mais cruel de permanência:


a pessoa foi embora,
o amor virou passado,
mas a tinta ficou.


Ela encontrou outro alguém.
Eu fiquei com o nome dela.


E essa talvez seja
a parte mais sádica do amor:


ela seguiu com outra história,
enquanto eu carrego na pele
o nome de uma história
que já não existe.


E quando perguntarem
o que aquele nome significa,
talvez eu nem precise explicar:


foi só engano.

A arrogância pode até subir degraus rapidamente, mas a queda é inevitável quando a estrutura é feita de escárnio.

Pensamentos em Queda Livre: The Abyss of the Mentis


Mentis 1 - Neutralidade imparcial


Andar por aqui é tão calmo... A Vista, mas sempre parece que essa ponte está prestes a se quebrar.


Que estranho...


Mais a frente há um Mercado.
Passo reto.


Uma estátua do Kuwaete Henka é mais interessante, mas ela parece olhar para mim, sentir algo atrás de mim.


Eu me viro.


Mas não vejo nada... Mas acho que não é só pressentimento⁠