Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Karol, teu cheiro ficou em mim impregnou em minha pele;
seus fios de cabelos ficaram na minha minha roupa e não sai mais dela, por que já fazem parte das linhas que compões o tecido;
tua imagem fico em minha memória, por conta disso, minha mente projeta tua imagem em qualquer lugar que eu olho;
Teus arranhões viraram tatuagem em minha pele;
Tua voz conversa comigo todas as noites antes de dormir, ouço vc dizendo momo da kurol rsrsrs, ouço vc rindo das coisas que te falo;
Estou cada dia mais apaixonado por vc;
te adoro
te adoro
te adoro
VC, minha futura esposa... te adoro muittoooooo

Inserida por raullduarte

Houve um período em que me entreguei para todos os meus prazeres, foi o tempo mais medíocre da minha vida.

Inserida por K.Novartes

São tantas ideia acumuladas
que meus pensamentos fogem
fogem do meu raciocínio
traindo minha inteligência
forçando uma abertura na minha alma
levando embora as unicas coisas reais
que você me deixou.

Inserida por willquasecompleto

Nas grimpas

A minha desatenção justificada acompanha-me desde a infância, lembro-me das férias prolongadas do final do ano, onde ia visitar meus tios no interior. Andar de ônibus era coisa rara e entretida na paisagem, não me dava conta do tempo passar.

Ecoam vozes no sitio da infância, o frescor das matas, o barulho das águas, o pó da estrada, fazendo companhia das charretes, carregando gente. Costeando as plantações de soja, milho e trigo. O que dividia as propriedades eram as cercas farpadas, onde atravessávamos sem muito esforço.

Sob as inúmeras recomendações da mãe, os cuidados para não me estender no sol, na grama e na vida. Pedia licença até para respirar o ar puro. Por lá me aventurava nas singelas brincadeiras, sentávamos em uma reforçada tábua de madeira e empurrados descíamos potreiro abaixo.

Colhíamos as frutas das grimpas, pitangas, amoras pretas e ameixas. Sentada na sombra do Plátano, ao longe avistava o Rio Uruguai, o pensamento atravessava a fronteira de caíco, remava contra o tempo.

Atentamente observava a lida, a terra talhada em frisos, às sementes lançadas e após alguns dias germinadas. A horta cuidada por mãos zelosas, no ar o cheiro de hortelã. Na frente das casas jardins coloridos com dálias, gérberas e margaridas.

O dialeto diferenciado do povoado me intrigava. Algumas palavras a minha imaginação completava. Há lenha de reserva, enquanto as brasas queimavam, as histórias folheavam páginas ao pé do fogão. Ainda guardo no paladar os sabores da infância. O bule de leite e café fervia e perfumava o lugar, a mesa posta com pão de milho e geléia natural.

No território da alma, o tempo lavrou, adubou a terra, germinou flores de rara beleza, onde perfumam os meus silêncios até o momento...

Inserida por aguidahettwer

A minha alma reluz como diamante quando te vejo,
Mas se apaga como uma vela quando se vai...
Meu corpo se aquece em sua presença,
Mas desfalece pelo frio quando não estás...
Por que em tudo o que vejo,
Das gotas de orvalho ás estrelas no céu
Da chuva que molha a terra ao sol me incendeia.
Da Brisa que sopra as folhas que caem...
Sem disfarce,sem sutileza,
minha alegria,minha riqueza.

Inserida por POEMAPILOTO

Boca me deixa louco para falar com sua boca
Que minha boca pode ser sua toda
Molhando a minha boca
Com o suor da sua boca.
Que me diz palavras rocas
Que sussurra em minha boca
E me conta verdades loucas

Que me canta a sua forma morta
Da musica que me toca
De sorrir com sua boca torta
Que me beija de muitas formas

Que me faz ouvir seus choros
Despertando os meus ruídos
Porque o choro que tu destes
São musicas em meus ouvidos

Nos escuro sua fala de desespero necessário
Com a boca se acontece o encontro com dos teus lábios
Desviado, coagidos entrelaçado com os dentes.
Do teu lábio apertado, mostra a dor que você não sente.

Com a boca e as palavras me sussurram um acordo
-Eu o amo meu amor, mas não me deixe sem seu conforto.
Quando ouvi essas palavras nunca, mas quis te deixar.
Foram palavras da sua boca que eu aprendi a amar.

Inserida por Yvis

Não imaginas o quão afetuosa e companheira é a minha solidão.

Inserida por julianwatsuk

“Tinha feito a minha loucura mais sensata, e aquilo no momento bastava! Por mais que não tivesse acontecido da maneira que eu queria, eu me senti livre...
Me senti em paz.... Você tinha lido tudo que eu tanto queria te falar mais não tinha oportunidade”

Inserida por lisaniacarvalho

“E a minha pressa atrasou as coisas mais ainda”

Inserida por lisaniacarvalho

Procurava ouro... Encontrei um diamante.
Esta jóia subiu no lugar mais alto da pirâmide da minha mente.
E agora, é ela que faz brilhar todos os meus outros pensamentos.

Inserida por oriebirsocram

“E você pode até achar que isso é um capricho da minha parte continuar insistindo mesmo sabendo que é tarde, mais não é, um jogador de verdade não perde quando é derrotado pelo seu adversário, mais sim quando deixa de lutar pelo que quer, quando é derrotado pelo seu medo de não conseguir. E eu sei que mesmo que seja tarde eu ainda posso conseguir”

Inserida por lisaniacarvalho

“Minha ambição de conseguir sempre mais me fez descobrir que o muito nunca me faria totalmente feliz”

Inserida por lisaniacarvalho

Minha loucura é pretexto!

Inserida por K.Novartes

A LIÇÃO DE MARNO

Aos doze anos de idade fui com minha mãe visitar o tio Marno, ao qual dedicava muita afeição.
Marno era destes, que no segundo ano primário abandonou a escola, achando que a professora só o fazia perder tempo. Ao falecer em 1988, conhecia pelo menos oito idiomas, falava quatro e era consultor de mecânica, física, música, pintura e quase todo o conhecimento humano possível para uma só cabeça captar.
Naquela visita, íamos conhecer a máquina que ele inventara, para uma indústria de velas. Ela era alimentada com os ingredientes num extremo; no meio entrava água para a refrigeração e as velas saiam prontas na outra ponta, com extrema rapidez.
Elogiei a invenção e o Marno me disse que tivera pouco tempo para fazê-la e por isto não pudera concluir a etapa de empacotamento automático. Era demais para um adolescente! Não resisti e exclamei: "Tio, queria ser como você e inventar as coisas. Como você faz?"
Em sua inesgotável paciência ele me explicou: "É fácil, você começa com uma idéia simples, como por exemplo: - De que se compõe uma vela? Após saber seus ingredientes, e como fundi-los, sua primeira reação será a de inventar uma forma, que lhe dará a modelagem da vela, com um cordão no centro como pavio. Seu passo seguinte será tentar fazer a forma resfriar, para solidificar os componentes fundidos. Se o produto final estiver bom, você certamente quererá fazer várias velas de uma só vez. Próximo passo? Idealizar uma forma que faça mais velas. Depois um processo de resfriamento mais rápido. Melhorando a idéia, você irá descobrir um processo integrado de fundir os componentes e a forma de interligar os diversos processos. Aos poucos, amadurece-se o projeto, acrescentando-lhe melhores idéias Daí se parte para as consultas aos manuais técnicos, aos cálculos e eis você com a sua máquina, talvez melhor que a minha".
Contra argumentei: "Parece fácil, mas requer muito estudo antes se tentar fazer uma coisa destas, não?"
A resposta: " O estudo é uma conseqüência da busca ao aperfeiçoamento e por isto mesmo, fácil de ser dirigido no sentido certo. O maior problema que você terá que enfrentar é o medo, que quase sempre nos impede de tentarmos achar alguma solução, para os nossos problemas.
Entendi, mas levei alguns anos, para compreender o que ele realmente me ensinara.
Na faculdade de medicina, fui obrigado a usar esta técnica, mas creio, que apenas uma parte dos professores da escola, sabiam que estavam ensinando o método científico, com suas etapas e conclusões. Faziam suas aulas intuitivamente, sem despertar nos alunos, o raciocínio mais óbvio que se podia concluir: “Ser médico é aplicar constantemente um método, o mesmo, que se aplica para encontrarmos a solução de qualquer problema, que possamos achar”.
Este óbvio “Marniano" vem nos mostrar uma porção de contradições que, se quisermos, poderemos identificar em nosso dia a dia. Na educação, por exemplo, somos levados a estudar, sem entendermos que não estamos sendo castigados e que isto é tão bom, como brincar, por exemplo.
Não tornaram o nosso objetivo claro. Ficamos boiando à deriva, até‚ que algum salva-vidas surja e nos coloque numa profissão, onde nem sempre o objetivo é claro, salutar, ou realizador.
Com medo de errarmos, sermos reprovados e marginalizados, muitas vezes sequer tentamos, para não termos que assumir nossos “fracassos”. Comemos do pasto ralo, com medo de não gostarmos de brioches.
Viramos "comportados cidadãos", exemplos da comunidade! E a nossa criatividade? A inibimos cada dia mais, para não assumirmos responsabilidades. "Hoje se compra quase tudo pronto, para que esquentarmos a cabeça?", este ‚ o nosso lema.
Em todos os ramos de negócios, esta regra não é exceção. Via de regra prefere-se comprar pronto fora, do que estimular pessoas a uma troca de idéias, para achar uma solução. O medo ronda a decisão.
Se somos capazes, por exemplo, de fazer uma máquina que fabrique duzentas velas por dia, que fantasma poderá nos assustar, se hoje quisermos fazer dois milhões? Na prática, um assusta: o medo de crescer e se tornar vulnerável.
Isto tem um nome: insegurança. Tem a ver com a falta de crescimento interno. Tem a ver com os diversos "cuidado menino, não se arrisque, não vá errar", que tanto levaram a crer no perigo sempre eminente e levou ao ser muito cauteloso. Tão cautelosos a ponto de parar e ser esmagado pelos caminhantes em avanços e recuos; estes a imensa e esmagadora maioria tentando acertar e acertam.
O Marno estava certo: "fazer é fácil; difícil ‚é crermos que somos capazes de fazê-lo".
Vejo profissionais com elevado potencial, se transformarem em "vaquinhas de presépio", a troco de salários minguados, para sentirem-se seguros. Pelo menos até‚ que seus "donos" descubram sua ineficiência para evoluir.
Conversei estes dias com um empresário, que me disse ser concordante com um pensador que lera há algum tempo e que dizia que, procurar demais confunde. Novamente o medo se torna estampado. A procura‚ o meio de se conseguir um aperfeiçoamento, nem é tentado.
Tenho certeza de que se formos capazes de entendermos que todo o conhecimento humano, só foi obtido, depois de várias tentativas de erros, veremos que errar é a forma mais comum de aprendizado.
Quem conhece esta verdade insofismável, pode se considerar muitos anos à frente, de noventa por cento da população. No mínimo!
Quem a coloca em prática, tem uma chance enorme de acertar, pois eliminou a possibilidade de errar, por estar por estar certo de que o erro não é limitante, mas oportunidade para rever e crescer.

Inserida por drmarcio

Me Dá Uma Mão?...

Dedo por dedo...
Tua mão envolve a minha.
Medo por medo...

Inserida por FrancismarPLeal

Minha maior qualidade é minha loucura.

Inserida por aguiralfre

A minha referencia ao AMOR não faz parte de nenhuma camada filosófica ou qualquer que seja, mas de um encontro que começou há muito tempo ao perscrutar e a escavar o meu próprio ser, em busca daquilo que Jesus disse ter dentro de mim, amor.

Inserida por renerbrito

Tu eras minha brisa eterna fácil de perceber, foste minha terra também, a maioria das vezes penso em vc, aqui, sozinho estou.
Sentado numa mesa no canto mais escondido, hoje de manhã, absolvo meus pensamentos em vc.

Inserida por henriquenator

Assim como as aguas dos rios escorrem para o mais profundo oceano, minha alma sobe para os mais altos céus.

Inserida por JryanJunior

Minha estrela me espera no horizonte, tão lonje, tão distante.

Inserida por Mabiih