Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
E aí você ressurge, tão lindo e com teu melhor sorriso. Mexe com minha postura invicta de façanhas, mexe com minhas idéias, com minha temperatura, com meu corpo, com meus lábios. E me estremece, e causa uma confusão na ordem estabelecida. E eu nem ligo, porque por mais que eu pense que tudo isso pode durar poucos segundos, serão os melhores segundos que fico em excesso de mim. Excesso de sorrisos, excesso de friozinho na barriga, fico em excesso de ti. Do teu cheiro, do teu calor, do teu encanto... tão cafajeste e provocante, tão em harmonia, tão meu, tão perfeito do teu jeito. E tu sempre me surpreendes, porque fica sempre mais que alguns segundos, porque você quando vem, você fica, você abraça forte, você me inunda.
É simples. A culpa não é sua, a culpa não é a ausência, a culpa é totalmente minha. Por essa mania de querer atenção o tempo todo mesmo dizendo que não ligo. Por tentar disfarçar constantemente o que eu sinto. E não é para aparentar pros outros que sou forte, não é isso. E ninguém entende. É simplesmente pra me convencer de que não dou a mínima se acabar. E acredite, que batalha cruel é você ter que lutar contra aquilo que te faz bem e ao mesmo tempo te amedronta. Hoje eu tentei te trocar, tentei me preencher em outro abraço, em outro beijo, mas não conseguia sentir braço algum me envolvendo, prazer nenhum me excedendo. Só o que senti foi nojo de mim mesma, vergonha também, por estar ali, em um lugar que não era pra estar. Brincando com o sentimento de uma pessoa que estava adormecido há tempos. E olhar para aquele olhar de quem queria fazer de tudo para me alegrar, me fazia lembrar mais ainda de nós. Porque eu me via. Me via todas as vezes que eu te esperava em casa pra gente ver um filme debaixo do cobertor e te enchia de mimos, agrados e fazia o impossível pra te arrancar inúmeros sorrisos. Logo depois eu me via novamente ali, num lugar que nunca estive, e que me sentia mal por não fazer companhia a quem me queria tão bem naquele momento... Em meio a um beijo, como semelhante aos meus ataques de bipolaridade, me levantei, peguei minha bolsa que estava sob o sofá, a chave do carro e não disse nada, simplesmente saí. Ele ficou intrepidamente parado me esperando voltar ou pelo menos uma resposta sob as inúmeras vezes que perguntou “vai a onde?”. Espera insensata, pois não se deve esperar nada de quem é louca, nem mesmo uma resposta qualquer. Enfim estava como esperava, como devia, como precisara. Sozinha, acompanhada com minhas dúvidas, com minha saudade, lembranças... e uma poderosa arma em minhas mãos: o volante. Nunca se sabe se a desorientação na vida pessoal pode causar desorientação no trânsito. Resolvi parar, em um lugar qualquer, onde eu sentisse o mar, onde eu sentisse que ninguém poderia interferir em minhas decisões. Eu sentei na areia fria e comecei a olhar para o infinito do escuro do céu e do mar... Observei que não dá pra enxergar onde eles começam nem terminam, e era exatamente com isso que eu me identificava... Não sabia em que ponto tinha me envolvido tanto, tampouco sabia quando definitivamente acabaria, ou SE acabaria... Não existia algo pré-determinado para que eu pudesse me prevenir... Eu simplesmente tinha que arriscar, simplesmente teria que deixar de me drogar com outras pessoas para não me viciar em você. Eu estava completamente entregue, e de nada adiantaria lutar contra isso. De nada adiantaria eu evitar te ver, me fazer de difícil, não responder suas mensagens, ou ligações... Isso não me faria gostar menos, isso me fazia pensar mais. E eu deveria levantar daquele lugar, pegar meu carro e seguir em frente. Em relação a tudo, ao meu caminho de casa, ao meu caminho da vida. Eu deveria parar de ser covarde e dar a cara a tapa, não existia caminho mais sensato. Eu não podia carregar o peso da dúvida se poderia dar certo, eu já tinha pesos demais sobre minhas costas. Eu tinha que abandonar os pesos, senão o barco afundava. Então remei, segui em frente. Era a hora de se entregar por completo.
ntre palavras perdidas
Voando num infinito espaço...
Vejo minha história;
Resumida, contida
Entre pequenos traços...
Estilhaços da vida;
...vitórias, mas também fracassos...
laços perfeitos, desfeitos...
aceitos, rejeitados;
passos cansados;
sorrisos forçados...
tentando refletir
uma imagem falsa
da realidade presente...
faça o que fizer...
o que quiser...
que tiver em mente;
porém, jamais lamente...
por ter vivido intensamente.
Seja sempre verdadeiro consigo mesmo;
Só assim estará sendo sincero com os outros.
Tu sorristes ao leres minha poesia!
Continuas deusa de sentimentos...
Deixes que perdure a minha agonia,
Fiques alheia aos meus sofrimentos!
Na total constelação do universo,
És apenas uma estrela reluzente...
E o poeta inspirado diz em versos:
A saudade nele é eterna vivente
Um dia, tem sempre um dia!
A lua repasto do amor será meu guia,
E nos braços de outra cairei!
E vais chorar... Sei que vais chorar!
Porque é teu destino me amar...
Disso não me esquecerei!
Pensando em Você
Pensando em você
Alimento minha alma;
Purifico minha mente
Vivo cada segundo presente
Pensando em você...
Trabalho com mais responsabilidade
Com mais prazer...
Pensando em você
minha vida tornou-se mais alegre;
mais segura
minha vida,
tornou-se mais pura...
Pensando em você...
tenho forças para superar
todas as barreiras
que em meu caminho encontrar
Pensando em você...
Engano a saudade,
Mas não vejo a hora
de poder te ver...
te ter em meus braços;
olhar no fundo dos teus olhos,
te agradecer, por ter mudado
em mim, não só meu jeito de pensar
mas meu jeito de agir;
meu jeito de ser...
É por isso e muito mais
Que te amo
E não consigo viver sem você.
A luz guarda o meu coração
Minha pele é onde habito
Voos intermináveis
Levam meus pensamentos
A dor fica latente
Quando tudo está ausente
A minha alma?
Ah esta reza e clama
por seu fim num sonho.
Todos os meus sentidos
te tocaram...
viajei pelos sonhos
do amor...
Conheci o que a minha
existência procurava!
Tive que me torturar, me manter perto, quando a distância seria a minha salvação. Tive que criar laços forçados, não falsos, forçados, para me manter na distância certa entre a fuga da caça e a calmaria, onde apenas se observa cada movimento sem poder tocá-la. Mas o pior, foi quando tive que encenar, mentir, desistir... Minha covardia foi na verdade meu maior ato de coragem e eu não espero, apesar de querer esperar, que um dia você o enxergue e muito menos o entenda...
Você que ecoa dentro de minha alma
Você que faz meu sorriso nascer mesmo em dias negros
Você que é o motivo do brilho em meu olhar
Você que se faz presente mesmo ausente
Você que não deixa eu desistir dos meus sonhos
Você que permeia meus pensamentos mais distraídos
Você que me faz sentir tanto mesmo tendo tão pouco
Você que mostra a simplicidade da vida
Você que me fez viver quando a tristeza era tudo que eu tinha
Você que transforma dias de trevas em dias de luz
Você que é apenas meu amor.
Sim, meu ciume pode ser exagerado, minha raiva pode ser incontrolável, mais meu amor por você é incomparável.
E em minha alegria pródiga,
Uma verdade ainda perdura,
Pois o mesmo tempo que fere,
É o mesmo tempo que cura.
"Estava arrumando o quarto - que minha mãe estava me mandando arrumar a uma semana - quando abri aquela ultima gaveta, onde ficava vários cadernos usados e muitas folhas jogadas, folhas que estavam bastante amassadas e empoeiradas. Eu ia jogar aquele monte de “lixo” fora, mas primeiro eu queria saber se tinha algo de importante lá - meus pais sempre colocam as coisas deles junto com as minhas. Achei aquele velho caderno de poesias, que eu não escrevia nada nele desde os dez anos. O primeiro poema era tão - nem sei se devia usar essa palavra - idiota. Era tipo assim: “Joguei meu lenço fora para pegar peixe dourado. Não peguei peixe dourado mas consegui um namorado.” Sério, se fosse tão fácil assim ter um namorado eu com certeza já teria jogado um lenço fora. Ri muito - muito mesmo - com esse antigo caderno, e depois de rir não iria jogar ele fora, até porque ele não é um lenço dourado. No meio desse caderno tinha uma folha solta, mas ela ao contrário das outras estava em perfeito estado. O que tinha escrito nela? “Uau, você resolveu voltar ao passado? Então agora sou eu que vou deixar uma dica para você aí no seu futuro: Se valorize, porque quem ama de verdade não modifica, completa!”. Era a minha letra, tentei lembrar o que tinha me feito escrever aquilo com dez anos, não consegui lembrar, mas agora eu sei que não vou esquecer mais aquela frase. Fechei o caderno e joguei tudo que estava na gaveta no chão, e guardei o caderno, ele estava bem guardado agora. Mas ainda tinha várias folhas e cadernos pela frente. Amacei muitos papéis até achar algo de útil - acho que hoje em dia não tem utilidade nenhuma, pelo menos não pra mim. Era uma cartinha que eu tinha ganhado de um garoto quando eu tinha dez anos, acho que tinha guardado aquela cartinha quando eu era pequena porque foi a única que eu recebi em toda minha infância. Na cartinha ele dizia que me amava e sempre ia me amar, mesmo com todos os meus defeitos e dizia também que por esses defeitos ele não me mudaria, me completaria. Pronto! Descobri de onde veio aquela frase no meio do caderno. Eramos inocentes crianças, mal sabíamos que o amor sempre causa problemas. Assim como arrumar aquela gaveta antiga sempre trás lembranças que vale a pena lembrar.Mexer naquela gaveta foi o mesmo que pedir para voltar no tempo."
Do sombrio a luz que se acende.
NA IDEIA. E a capacidade de concretizar...
Será da minha vocação , ou devo invocar ou provocar?
A grande revolução do sonho: que do abstrato se tornou algo.
.. Não quero que na minha tabela da consideração de 0 a 10, quem marcava 11 passe a marcar -1..
Não quero não viu..
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