Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Tenho a nítida impressão de que meu sucesso está próximo.

⁠Arrasada, acabada, maltratada, torturada
Desprezada, liquidada, sem estrada pra fugir
Tenho pena da pequena que no amor foi se iludir

Angela Ro Ro

Nota: Trecho da música Balada da arrasada.

Cada conversa que tenho planta sementes que florescerão em décadas que ainda não nasceram

Poema do solito.


Sou assim, tenho muy pouco,
por sinal, quase nada;
me basta uma payada
num galpão ao anoitecer,
vendo uma estrela se perder,
quase se apagar na coxilha.
Eu, deitado na encilha,
com cheiro do colorado,
o candeeiro enfumaçado,
pendurado no travessão,
que sustenta a velha quincha,
apertada como sincha
na coberta do galpão.


Minha cama é um catre,
pelego é o meu colchão;
e nas noites de invernada
tenho a alma abrigada
e amadrinhada no xergão.
Por vezes, no imaginário,
nessa coisa de solidão,
penso em outros tempos
enquanto sopra o vento,
assoviando no oitão.


Nesse silêncio velado
de campo e alambrado,
quase no fim da pampa,
donde o gaúcho é estampa
que mantém a tradição.
Quis assim o destino:
que eu, paisano e fronteiriço,
índio, guasca mestiço,
fosse guardião destas terras.
A tropilha, o gado que berra,
o tarrã no banhado,
o quero-quero entonado
no ofício de posteiro,
desconfiado do orneiro
que segue barreando o ninho,
pra não terminar sozinho
igual este rude peão.


Não quis china nem cria,
mas me contento solito:
companheiro, o mate, o pito
e o colorado que fiz pra mim.
Enfrenei, domei e, por fim,
vivo nele enfurquilhado.
Às vezes vou ao povoado
ou no bolicho da ramada,
onde se junta a indiada
pra carpeta, algum bichinho…
E o meu pingo, ao relincho,
me espera na madrugada.


Renato Jaguarão

Poeira Só o que me basta.


Se o que tenho no meu rancho é pouco,
Não sei o que é muito, então.
Tenho a China mais linda do mundo,
Parceira do chimarão.


Tenho um cavalo de lei,
As ensilhas de patrão.
Um campo não muito grande,
Mas tem mangueira e galpão.


Ando sempre de bombacha
E a velha boina encarnada.
Gosto de penca e bolicho,
Me agrada a genetiada.


Demais não me falta nada,
Nasci pra lida campeira.
Deus, ainda de regalo,
Me fez nascer na fronteira.


E no dia que me for,
Que o home chamar pra perto,
Me enterre de bombacha
Na terra a campo aberto.


Assim que voltar de novo,
Pois creio na encarnação,
Já tô perto da querência,
E fardado de peão.


Guarde todas minhas ensilhas,
Apetrechos e meu catre,
Cuidem bem do meu galpão,
Minha bomba e cuia do mate.


Sei que volto pra querência,
Pro velho fogo de chão,
Pra lidar com a cavalhada
E seguir a tradição.


E se acaso eu não volte,
Alguém siga meu legado,
De gaúcho de peão
Pra lidar no campo com gado.


E lembre que nessa terra,
Pros lados dessa fronteira,
Sempre haverá um gaúcho,
Rancho, galpão e mangueira.


Renato Jaguarão

Meu Cavalo


Tenho um cavalo
Que não conheço igual
Melhor que o meu bagual
Não hay ou não conheço

Já tive oferta
Duns quanto pila na mão
Todos sabem no rincão
Que meu pingo não tem preço

Foi um regalo
Do Vainer Gomes Silveira
Que trouxe lá da fronteira
E depois me presenteou

Já desde potro
Se criou pela mangueira
Depois botei nas cocheira
E de baixo se amansou


Quando eu puxei
Não fiz muita judiria
Bocal deixei poucos dias
E no freio se domou

Se eu me achego
Pilchado e bem perfumado
Já sabe, vamo ao polvoado
Pra alguma festa campeira

Se me emborracho
Comigo ele tem paciência
Me trás de volta a querência
Só para vendo a porteira

Por isso eu digo
E falo a bem da verdade
Não conheço amizade
Maior que desse meu pingo

Ele eu não vendo
Não empresto e não regalo
Pra muito mais que um cavalo
É o meu melhor amigo.

Por isso eu digo
E falo a bem da verdade
Não conheço amizade
Maior que desse meu pingo

Ele eu não vendo
Não empresto e não regalo
Pra muito mais que um cavalo
É o meu melhor amigo.

Renato Jaguarão.

Não tenho, e justamente por não ter é que desejo... É a falta que me move, é a ausência que me consome e dá forma ao meu querer. Se eu tivesse, talvez o amor adormecesse na segurança da posse; mas é no vazio que ele se acende, como chama teimosa em meio à noite. Amar, para mim, é isso: sentir a ferida aberta da falta e, ainda assim, agradecer por ela, porque é dela que brota o fogo do meu desejo.

⁠Ao plano ao qual estamos tenho o seguinte entendimento sem aprofundar-me ao mérito da questão neste momento:somos regidos por duas forças opostas assim como tudo no universo o é,e é isto que nos põe em movimento dando-nos vida,e tudo que existe exceto pelo espírito, são distrações (brinquedos) que nos leva ao convívio de um pelo outro assim como aquisição de uma casa e tudo que se possa por nela ou reformas e obras a que se possa ser feito a melhorar uma casa, isto é o que nos entrelaça pondo-nos ao convívio de um ao outro para doutrina de um pelo outro,então para mim não trata-se apenas de trabalho mas fundamentalmente de conviver com outros espíritos( encarnados) independentemente daquilo o que os seja a sua essência,pois não possuo discriminação com absolutamente o que quer que seja ,apenas levo ao entendimento que tudo deva ter sua devida existência e lugar para que haja o nenor conflito existencial ao plano ao qual estamos.

⁠Tenho descoberto, aos poucos,
que até nos dias em que tudo parece fora do lugar,
há um tipo de milagre escondido.
Um silêncio que ensina,
um cansaço que cura devagar,
uma esperança que sussurra, mesmo baixinho:
“Confia.”

Deus tem me mostrado
que nem tudo precisa fazer sentido agora.
E que a fé é isso:
olhar pro céu em meio à bagunça
e ainda assim acreditar
que o amanhã vem com mãos cuidadosas
pra colocar as coisas no lugar.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Não tenho o melhor de tudo, apenas desejo que tudo ao meu redor esteja sempre melhor...

Não tenho medo do escuro, tenho medo das luzes acesas e almas apagadas.

Depois de alguns
tropeços,
tenho estado mais
atenta
aos sinais do caminho.
Pois o cotidiano
nos faz perder detalhes
que acabam por nos ferir
lentamente.
Precisei parar
e me olhar por inteiro e
percebendo
que minha essência
estava sendo subtraída,
rompi, dolorosamente,
alguns laços
para trazer de volta
minha Paz!
Embora vestida
de cautela,
continuo com bolsos cheios
de sementes de Fé
nas pessoas.
Minha intuição me diz
que há corações dispostos
a trilharem o caminho
da reciprocidade!

06/11/2015

⁠Tenho aprendido que nem sempre as coisas são do jeito que a gente quer, mas tudo acontece para nossa evolução.

Ninguém me ensinou o caminho !
Aprendi sozinha tenho que guerrear
contra dores e tempestades !
Aprendi tendo que vencer meus
internos desatinos e medos .
Ninguém me ensinou o caminho
do vento !
Ninguém !
A própria vida me ensinou
Mas antes precisei passar pelos
meus internos espinhos !
Precisei percorrer becos e
corredores sombrios .
Mas eu cheguei a Luz ... Amém !
Hoje eu sei ...
Ahhh ...... Eu sei o caminho das
flores !
Por isso nada de impuro que vier de fora
vai me faz perder o rumo e muito menos
o prumo .
Hoje sei o que é adormecer e
amanhecer em PAZ !

Hoje tudo que tenho
É um canto silene
Um encanto de solidão
Uma poesia sem razão
Um grito mudo
Um verso insolene
Um poema vazio
Uma saudade rasgada
Um quarto frio
E uma saudade amargada
como prece .

Ainda tenho seu jeito
guardado na lembrança
Num porta retrato embasado e
empoeirado pelo cansaço do
tempo
Tenho tentado sumir do
passado
para ver se pre ( vejo ) um
quieto futuro
Calo
Finjo
Sumo
Cavo lá no fundo
o que já não me cabe mais
nesse instante
E como todo poeta que
pensa e parte no que
não veja encanto
Me disponho a
ir embora
sumir e
rabiscar em mim
um novo quadro em
que eu possa um dia ...
Calar o meu inquieto
pranto .

Ainda tenho aqueles sonhos de criança, de um dia crescer e sair ajudando as pessoas, hoje em dia muito tem mudado na minha vida, não de forma financeira, mas ganhei novas visões de mundo do que venha a ser a sociedade, a política, a natureza... Estamos subordinados ao sistema que vivemos, meu ser sente saudade da infância!

Um canto ,uma música , um poema ,uma saudade
e o meu silêncio ...
É tudo que tenho no momento.

⁠Agradeço a Deus pelos dias de lutas, eles que me fortalecem. Em Jesus tenho paz, apesar de tudo que passou venceu esse mundo.
Agradeço a Deus ao melhor, que seja abençoado em paz.
Peço perdão pelos meus atos ou pensamentos exagerados, as vezes são mais fortes do que eu, é um pronfundo inexplicável, delicado de ser controlado.
Livrai-me do mal.
Amem

Ultimamente tenho pensado mais na morte do que em mim mesmo. A dor tem se tornado constante e profunda, está muito difícil de aguentar, muito mesmo!