Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Consola-te amigo
Tenho te visto
Andando só, mas acompanhado
A vida tirou-te os pais
Sobrou-te apenas a solidão
O zelo dos teus protectores atirou-te na miséria.
Que fizeste?
Nada mais do que nascer
Sem conhecer os ditames da vida
Sinónimo de desgraça absoluta.
Assim te sentes?
Quero que sentes…
Pense que no que pensas, mentes
Consola-te amigo, pois sinto o que sentes
Junta-te a mim
E… duas almas vagando sem rumo
Nos tornaremos uno.
Tenho pena daqueles que querem viver a vida de outra pessoa, se tornam imitadores baratos, maculam a perfeição de Deus matando sua autenticidade, não devemos ter problema em ser quem somos, afinal Deus não errou em nos fazer únicos!
Sou louco! Louco pela vida e por tudo que possuo, sou um louco feliz, pois tenho tudo que sempre quis.
Tenho uma triste noticia, a vide me deixara, não existe mais vida sem a pessoa que te acalma, sem uma alma que te ajuda e que te transforma , mas tudo bem eu só espero que o tempo nos ajude e os deixe perceber que por um segundo erro não seria o terceiro que iria acontecer.
Admiro você, suas atitudes, quem você é e tenho certeza que quero andar pela estrada da vida de mãos dadas com você.
Tenho dó da menina aqui, ela coloca a vida dela nas mãos do horoscopo diário. Ela vai ser: rica, bonita e amada.
Insana e desesperada sim e daí?
Tudo que tenho que esperar da vida desejo que seja sempre imediatamente sem esperas e que tudo me cause grandes prazeres!
E das pessoas que andam falando de mim por aí só tenho uma coisa a dizer: sua vida é um tédio ou a minha muito interessante!
Tenho medo de encontrarmos vida inteligente e sem violência em outro planeta, e querer me mudar para lá.
Tenho refletido a respeito da vida e dos seus acontecimentos, essa luta desenfreada pelo poder. Onde parece que tudo é comprável, felicidade, amor, beleza... Ah, não poderia me esquecer do voto, os vendemos por promessas enganosas, nos deixamos levar persuasivamente, porque não paramos para pensar e nem refletir. As coisas nos são impostas e aceitamos pacificamente, alias somos um povo pacifico e nos orgulhamos disso. Vamos seguindo, fingindo uma liberdade que não é exercida, é camuflada, é disfarçada e todos nós concordamos
Fica a pergunta, o que fazer? Acredito que através de uma educação de qualidade, a qual deverá preparar cidadãos formadores de opiniões, conscientes de seus direitos e deveres. Uma educação que faça nossos jovens refletirem a respeito do futuro, que resgate valores hoje em dia tão banalizados. Como educadores no exercício da nossa cidadania temos a obrigação de levar a informação e a reflexão para os nossos jovens desmascarando a política, a sociedade hipócrita fazendo-os impor seus verdadeiros valores; resgatando no jovem o orgulho por seu país e a responsabilidade que ele exerce pelo seu futuro
Chego à conclusão de que existira uma mudança democrática verdadeira, onde o povo consciente saberá fazer valer seus direitos. O mundo corrompe, quem se deixa corromper, a escolha é sua... A escolha é nossa.
Vivo a vida do jeito que quero, digo sempre o que tenho vontade, e não me preocupo com o que vão pensar. Simplesmente não me preocupo!
Tenho muito o que agradecer e a melhor maneira de agradecer é com a vida. Vivendo de maneira que agrade a Deus, vivendo em santidade.
Tenho esperança de encontrar alguem que de vida ao meu coração de novo, que faça meus olhos brilharem e meus labios se abrirem em um sorriso gostoso e ingenuamente apaixonado.
A única certeza que tenho na vida é a morte; fora isso, suponho que o amor, a humildade e a arte proporcionem uma condição na qual a essência divina manifesta-se na vida com serenidade e beleza bem mais intensas.
Se tenho muita vontade de comprir regras da vida, então não posso permitir que haja desregramento na minha vida.
Fome de viver
Tenho insaciável fome de vida! E é tanta; tanta fome, que em alguns momentos há o receio de que o tempo que me espera – quanto, só Deus sabe – por mais extenso que seja; não consiga amenizar nem metade das sensações que essa avidez me causa; tanto mais na alma que no estômago. Receio justificado, não por qualquer tipo de pessimismo, mas muito mais pela qualidade do apetite. Pois que é o tipo de fome que de se alimentar só se aumenta. Porque quero muito, quase que tudo e quero muito mais.
Quero nutrir-me muito mais de tudo o que sustentou decididamente meu corpo e espírito até aqui. Quero mais do pão e do vinho. Quero a insuperável energia advinda do alimento espiritual, e neste; o apreciar do paladar divino. Quero mais ternuras de algodão-doce e travessuras de pé de moleque; pipoca, sorvete e todas aquelas delícias com encanto e sabor de infância. Quero degustar um tanto mais do tempero apurado na presença da minha família e do agrado prazeroso que de cada um deles emana; daqueles só possíveis de serem saboreados em “casa de mãe”. Quero quilos e quilos de sal (e também açúcar, pimenta, água e fogo) com o meu amor, diluídos em doses contínuas de cumplicidade, lealdade e respeito. Quero estoques intermináveis da voz macia, dos sorrisos doces, dos abraços quentes, dos beijos suaves, dos olhares inocentes e tudo mais que vem da minha filha, que me faz experimentar sempre o melhor do céu, da terra e do mel. Quero mais do gosto dos encontros compartilhados, dos olhares afetuosos, das aproximações despretensiosas, dos risos fáceis, dos choros compreendidos, das diferenças respeitadas e dos sentimentos sinceramente correspondidos.
Meu apetite voraz não para por aí. Cobiço encontrar naquilo que já provei os condimentos que, na época, não identifiquei. Tenho desejo de reconciliação, redescoberta e recriação das iguarias já degustadas. Sabe aquele tipo de comida (re)inventada, simples e ao mesmo tempo requintada, tanto na aparência quanto no sabor? Pois é, tenho fome desta também.
Meu desejo guloso manifesta sensações de sede. Tem ânsia de mundo, disposição ávida de futuro, de descobertas, de estreias, de surpresas, de novas e tantas outras formas possíveis de me fazer ser e existir. Minha fome é, por demais, sedenta. Sedenta de literatura, livro, poesia, palavra e poema. Quer alimentar-se, mas jamais por completo saciar-se, de sabedoria, de sustento e de vitaminada flexibilidade. Meu apetite apetece se deliciar com a leveza de boas músicas, agradáveis filmes e admiráveis imagens. Tenho desejo imenso de muito trabalho; com o outro – concomitantemente convidado de honra, anfitrião e chefe renomado – partilhar da mesa saborosa de emancipação e farta de potencialidades.
Tenho desmedida fome de vida, de paz, amor e felicidade. De tudo o que me alimenta, nutre e hidrata. Como, como; bebo, bebo e, de querer, não me farto. Mas sabe o que é melhor? Embora eu esteja ganhando quilos com tanta ambição, nenhuma grama tem peso de gordura. Acredite! Nadica de nada. Pois o ganho que tenho – e que consigo aos poucos ir acumulando – no corpo, na alma e no coração é outro. São quilos obesos de expectativas e tentativas de bem viver, muito amar, e tanto mais ainda degustar o bom que há em tudo, até a última gota. Desconfio que seja salutar e que não mata.
Tenho um projeto de vida que envolve ter menos amigos, menos pessoas especiais, menos dores de cabeça e mais atenção a mim, e aos restantes. Às vezes na vida, para mudar um tanto, surgir outro pedaço, e preservar o que se faz preservável, é preciso matar partes fundamentais de nós mesmos.
Hoje tenho uma nova meta de vida que envolve dosar o peso individual de cada dia. Por exemplo, se algo que eu desejo muito vai acontecer na próxima semana, de nada adianta perder noites a sua espera. O que for meu chegará até mim. Se o dia de hoje depende muito mais da minha atenção, não adianta partilhá-la com algo que ainda há de vir.
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