Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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O dia pode vir pesado, mas quem decide o peso que ele terá é o passo que a gente dá.

Dureza também ensina. E a lição mais valiosa é descobrir do que a gente é feito.

Há quem critique as chamadas “burocracias imobiliárias”, mas é importante compreender seu papel. Muitas vezes, esses procedimentos são justamente os mecanismos que garantem segurança jurídica para todas as partes envolvidas, preservando o interesse social e a integridade das negociações.


Se alguém não concluiu um negócio por conta da burocracia, é provável que busque alternativas mais alinhadas ao seu perfil — assim como ocorre com quem é aprovado e segue adiante. Portanto, a burocracia não é um obstáculo arbitrário, mas sim parte do fluxo natural do mercado imobiliário, funcionando como um filtro que organiza, protege e direciona os processos.

Como Corretor de Imóveis, compreendo as críticas que algumas pessoas fazem à atuação de profissionais e imobiliárias. No entanto, é importante destacar que o equívoco está em generalizar. Assim como em qualquer segmento da sociedade, existem profissionais comprometidos e éticos, e outros que infelizmente não representam bem a categoria.


Generalizações acabam por obscurecer o trabalho sério e dedicado de muitos corretores que atuam com responsabilidade, transparência e respeito ao cliente. Valorizar a individualidade e reconhecer a diversidade de condutas é essencial para construir relações mais justas e conscientes no mercado imobiliário.

Uma das melhores sensações no ramo imobiliário, é a sensação de missão cumprida com um detalhe valioso , boa fé de todas partes envolvidos.

São muitas pessoas e confundem "posse" com " propriedade" .
Cuidado, cuidado e cuidado.

Se você tem posse, dica boa para você:
Regularize.

Se o erro te ensinou, ele já cumpriu o papel dele. Agora é sua vez de mudar, crescer e não repetir.

Errou? Respira. Aprendeu? Levanta. Mudou? Avançou. É assim que a evolução acontece.

Você não é a falha que cometeu, é a superação que escolheu viver depois dela

O objetivo é alcançado na repetição dos passos trilhando o caminho em sua direção!!!

Capítulo 7 — A travessia do campo para a cidade.


Um pouco de mim!


A travessia nunca termina.
Sou parte campo, parte cidade.
Sou silêncio e sou voz.
Sou trator e sou palavra.
Sou memória e sou futuro.
Sou perda e sou encontro.

Todos nós cometemos erros entretanto é preciso fazer e refazer pra que tudo seja diferente.
Ei! levante a cabeça, resistência e perspectivas jamais poderá ser considerada como fraqueza ou derrota, lembre-se que tudo é válido nunca desista.

No fim das contas, as coisas só são coisas. Elas vêm, vão, quebram, perdem valor… mas as memórias ficam. São elas que dão sentido às fases da vida, às pessoas que passam, aos lugares que a gente chama de lar, mesmo quando não são mais.
Às vezes a gente se pega correndo atrás de algo material achando que ali tá a felicidade, mas o que realmente marca são os momentos: uma conversa que confortou, uma risada inesperada, um dia difícil que virou aprendizado, um abraço que chegou na hora certa.
As coisas até podem fazer parte da história, mas nunca são a história.“Nada na vida é sobre coisas. É sobre memórias.”

"Muitos acreditam que sucesso é ter dinheiro e mulheres. Outros acham que é ter fama e poder. Mas o sucesso de verdade é ser amigo de Deus, ter saúde e paz na família."
— Anderson Silva

As histórias das Escrituras não são dos heróis, e sim, de pessoas comuns. Não há uma única história que revele um modelo perfeito de vida. Todas histórias são marcadas por inúmeros conflitos.

Não tema o vale. É nele que você é moldado para a montanha. A preparação acontece no silêncio do deserto, não no barulho do cume.

Estou aprendendo a valorizar cada estação. Os picos trazem a vista, mas são os vales que trazem a raiz. É no vale que Deus trabalha em nós, preparando-nos para o que há de vir. Confio no processo.

Nada é nada...quando tudo for alguma coisa.
Jacqueline Goulart

'ABELHAS'

Sob a mesa amarroada,
abelhas polonizam a carne crua.
Zumbidos ao redor de um copo caído parece infinita cena.
Embebidas com o cheiro acre,
destilado,
decalque...

Próximo a elas,
papéis jogados,
acolhendo a letargia de algumas,
veemente saboreando seu pedaço de carne.
Asas parecem bater mais fortes,
volúpias,
vaidades, ...

Para onde fora o própolis?
Sem significado,
os papeis sofrem:
abelhas já mortas,
sem voo,
empalhadas pelo próprio 'mel' que criara.
Vilipendias,
caminham lentamente na emoção...

Parado na reflexão,
a casa de palha observa-me petrificada.
Serás casa nos dias que virão?
Ou apenas lembranças de rodas dentadas?
Tudo será abelhas,
engrenagens?
E em meio a tantas,
sopeio as que ainda restam.
Mas outras voam sem rumo,
sempre a procura,
carnes cruas,
colmeias...