Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Tenho aprendido que raras as vezes me encontro com Deus em meu escritório, na maioria das vezes o encontro no solo da vida, sem reservas e no sopro do cotidiano.

Inserida por Caioluizetto

Tenho uma doença sem cura. O nome dela é "vida". Sei que não sairei dela viva. As vezes vivo como se a "vida" não existisse, sou imortal, auto suficiente e indestrutível: sorrio sem limites, trabalho ininterruptamente e sonho incansavelmente. Também consigo ferir, magoar e ignorar. Sei exatamente quando a "vida" se manifestou em mim, mas não tenho a mínima ideia de até quando conseguirei conviver com ela. Percebi que sou portadora de "vida" há pouco tempo. Vi pessoas amadas morrerem de "vida", algumas de "vida" amarga, outras de "vida" feliz, umas de "vida" ilusória, umas de "vida" curta e outras de "vida" longa. A lição que aprendi com tudo isso é que a minha "vida" tem que ser tratada e seus limites respeitados. A maioria das pessoas com quem convivo está infectada com "vida", não buscam tratamento adequado e acabam por contaminar negativamente aqueles cuja a "vida" está sob controle.

Inserida por alexandrapenso

As marcas que você vê por fora, não são nada comparadas as que tenho por dentro.

Inserida por B0TN3T

“Amanhã, dia de Corpus Christi. Não vou comungar, não tenho vontade, apesar da paz que sinto. A despeito das minhas dúvidas, dos meus erros, acredito, acredito. A verdadeira fé deve ser mesmo a vontade de crer, de aceitar com humildade como faço agora. É pensar: quero crer, portanto creio. Esta a força que nos leva à frente. Não se deter no pensamento do que é certo ou errado, verdadeiro ou não, mas querer com toda força, aceitar, aceitar. Mas mesmo assim, aceitando, não sei por que, não tenho vontade de comungar. Adio, adio sempre, para uma época que não sei quando, talvez quando não tiver mais tempo. Penso comigo: quando me aposentar irei diariamente à missa como mamãe, Tidoce e Dazinha faziam. Será que me aposentarei um dia? Para mim a aposentadoria é um prêmio tão esperado que chego a temê-lo. Serão dias de sol, de música, de alegria. A liberdade em parte, pois com Nonô na situação em que se acha não me é possível tê-la integralmente. Mas a liberdade exatamente como é mais bela, a liberdade que o amor dá. Não desejo nem nunca desejei a liberdade integral, desde a morte da minha mãe. Liberdade sim, mas presa pelo amor a alguém, a alguma coisa. Liberdade total para mim significa abandono, falta de amor. Preciso querer alguém, prender-me, sentir que necessitam de mim, mesmo apesar do meu receio, das minhas queixas. O que poderei fazer da liberdade total? Arrastá-la como um fardo, invejando as cadeias do amor dos outros e suspirando por elas. Sentarei num banco de praça numa manhã fria e de sol, vendo as árvores, sentindo o vento, ouvindo o vozerio das crianças que brincam, os rumores da vida meio distante através da névoa dos anos vividos. Andarei devagar pelas ruas, pisando as folhas caídas no outono, tentando adivinhas o mistério de cada casa adormecida na manhã fria. E à noite, sentada no quarto de música, ouvirei tudo que amo, olhando os quadros, os retratos na parede, pensando com doçura nos que já se foram, rebuscando na memória um som, um gesto, um sorriso esquecido no tempo.
A vitrola para e me levanto para tirar o disco. Nonô vem saindo do quarto, cheio de tinta. Vou ajuda-lo a lavar as mãos. Irrita-se porque tento enxaguar mais uma vez os dedos que ele julga limpos, me empurra, zanga-se. É sempre assim. Insisto e enxugo vagarosamente os seus dedos, tirando qualquer resto de tinta que por acaso tenha ficado, com um pano velho. Do banheiro encaminha-se para a sala de música, onde liga a televisão e senta-se na poltrona favorita. Acompanho-o me sentando também a seu lado e começamos a ver um filme onde um dos personagens num dado momento faça de inferno. Sacode a cabeça e escreve no caderno, me mostrando: “Não tem inferno, juro a você.”
Olho-o em silêncio e ele mantém o meu olhar, reafirmando com a cabeça:
- Não, não.
Estou com ele, mas quantas vezes não tenho discutido no confessionário a esse propósito! Foi mesmo origem de um desentendimento meu com um padre a quem detestei no momento. Passei muito tempo sem voltar ao confessionário, para quê? Se não admitiam que eu fosse sincera? Que me adiantava dizer que acredito na existência do inferno, se dentro de mim penso o contrário? Nonô, por exemplo, já tem o seu inferno aqui mesmo. Quase cinco anos emparedado vivo, haverá maior inferno? Nem mesmo a morte, libertação, apesar do medo que a precede.”
Vida Vida – pp. 201 e 202

Inserida por dacl

Ao Amigo
Em uma linda madrugada como essa a tristeza paira no coração do poeta. Tenho tantas perguntas, tantos desejo, tantas críticas, tantos devaneios. Olho pela janela o vento paira tentando negociar a temperatura com o meu corpo, porém a natureza, um exército contra, infinitamente mais forte. Acho melhor eu agasalhar-me talvez deitar-me e repousar. Meu coração é como se fosse uma brasa que não se apaga, é aquele grito que não se cala, é o choro que ninguém consolou, é o barulho na escada. quem sabe um dia chegaremos, quem sabe um dia acharemos, quem sabe um dia viveremos, quem sabe um dia morreremos. Você me diz com os lábios fluentes que está desanimado, você me diz que ninguém entende. Meus ouvidos escutam, meu coração diz muito, mas meu lábios não dizem nada. Talvez Epicuro estivesse certo.

Inserida por GabrielGabriel0200

⁠"No espelho do tempo, ainda tenho olhos de menina, alma destemida e coração de criança. E este espelho mostra-me, todos os dias, que os sonhos moram onde quisermos e, para realizá-los, basta um salto de rebeldia.”

Inserida por angelagasparetto

⁠Tenho algumas páginas secretas, e nessas páginas anoto palavras soltas que pairam em um gigantesco papel com nuances de tintas coloridas. Aventuras, intenções, promessas, sonhos sentimentos que somente o instante me permitirá vivê-los.
A vida nos traz em canetas, pinceis, teclados ferramentas que modificam nossos pensamentos em letras flutuantes onde o jeito de pensar ou nosso modo de agir para alguns maluco é a maneira de nos realizar.
Vivam a vida, de forma que sua historia seja de páginas intensas, de sentimentos lindos e meritória como se o amanhã não existisse. Fazendo assim, de cada capítulo, um grande momento da sua vida.

Inserida por KarinaPigeard

⁠REALIDADE
Não tenho riquezas,
minhas riquezas guardo no espírito.
Não quero glórias,
minhas glórias estão em minha consciência.
Não tenho armas,
minhas armas são meus sonhos.
Não tenho dívida,
minha dívida é a missão de vida.
Não tenho casa,
todo lugar é minha casa.
Não tenho terras,
as terras são ilusões temporárias.
Não tenho parentes,
somos todos irmãos.
Não tenho felicidade,
minha felicidade é a sua.
Não tenho vida,
a Terra é minha mãe e minha vida.
Não tenho liberdade,
somos escravos das nossas ideias.
Não tenho olhos,
meus olhos já viram tudo.
Não tenho força,
minha força é minha mente.
Não tenho inimigos,
inimigos transformo em amigos.
Não tenho dor,
já somos feitos de cicatrizes.
Não tenho necessidade,
o tempo nos dá o que pedimos.
Não tenho igualdade,
nem a morte tem esse poder.
Tenho apenas... Plena REALIDADE.

Inserida por ElcioSouzaGeremias

⁠Nao tenho onde descansar, se não debaixo das asas daquEle que me chamou, segundo o seu propósito.

Inserida por andrelina_lima

Dispençando opiniões, contrárias a minha pessoa...
Comentendo erros voluntários..como qualquer pessoa!


..

Então,
Não duvide do meu potencial,
Você não conhece nem um tiquinho da minha capacidade!

..

E o mundo dá muitas voltas...
um dia você verá a minha!!
meu rolê!!


..

Não se sinta tão importante....moço..
Nâo és minha única opção!!

..

Minha casa é muito mais que,
a definição de telhados, portas e janelas.

É meu templo sagrado,
aqui, ninguém entra sem minha permissão.

É o meu interior o meu refúgio!

..

A dor da separação é minha velha conhecida,
estamos condenados à união!

A pior fase do Amor.,
esquecer, o desapego,
o desamor,
a indiferença;
Estou fazendo a minha parte...
Possivelmente te esquecerei!

Inserida por ssolsevilha

NÃO ME DEFINAS....SOU UM MISTÉRIO.
NÃO MENOSPREZE MINHA INTELIGÊNCIA..
VOCÊ VAI TER UMA SURPRESA..
..

Inserida por ssolsevilha

Minha paz interior não é negociável...!!
Sacou?

Inserida por ssolsevilha

minha querida avó Anna Maria Peres Sanches Marin Sevilha

Tinha dois olhos azuis...que me cercavam..
Às vezes eu me lembro daquele olhar...
Me quebravam, de saudade eram de tão belos..
mesmo zangada, ela sorria com os olhos.!
Chamando atenção!

..

Inserida por ssolsevilha

Talvez o tempo nunca possa voltar, mas suas lembranças ecoaram eternamente em minha memória e nada no mundo poderá tirar isso de mim.

Inserida por eduardobmfm2