Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Que a minha aparente fraqueza não seja escada para a sua maldade.

Faço tanta coisa
Pensando no momento de te ver
A minha casa sem você é triste
A espera arde sem me aquecer...

Minha canção de ninar é o rock'n'roll.

Deixo a minha fé guiar
Sei que um dia chego lá
Porque Deus me fez assim
Dona de mim

IZA

Nota: Trecho da música Dona de mim.

Embora seja fácil dizer que te amo, quando você aparece na minha frente, minha personalidade desperta e se torna meu obstáculo.

Tudo bem, você realmente pode saber muito sobre mim através da minha página no orkut. O filme que não canso de rever, a música que altera meus sentidos, o que eu gosto ou não gosto de fazer e até o perfume que eu uso. Entretanto, lembre-se de que a minha vida vai muito além do que revela esta página na internet.
O que realmente faz valer a pena estar vivo não há filmadora ou máquina fotográfica que registre. Surpresas, gargalhadas, lágrimas, enfim, o que eu sinto, quem eu sou, você só vai perceber quando olhar nos meus olhos, ou melhor, além deles. Sou muito mais do que essas letras, frases e fotos falam sobre mim.. sou as minhas atitudes, os meus sentimentos, as minhas idéias!!

Hoje acontece um luau dentro de mim, é aniversário da minha lua. Mas quantos anos faz esta lua, senão o tempo que eu passei a contar desde quando eu aprendi a admirá-la e ama-la, mesmo assim de longe, tocando-a somente com a minha alma e com as mãos do meu pensamento comprido?

Minha poesia é composta de 'luminosas imagens'.

Que me importa onde está o meu corpo? Minha mente continua trabalhando do mesmo jeito. Na verdade, quanto mais de cabeça para baixo estou, mais invento coisas novas.

"E ao findar de cada dia, ofereço a Deus toda minha Gratidão!"

Se músicos se casam com a música, seja você a minha música.

Adoro minha sociedade. Uma sociedade onde o medo e o pânico se escondem atrás da alienação, uma sociedade onde temos que dormir prontos para uma guerra que nunca venceremos. Que maravilha! Brindemos ao sarcasmo!

A profundidade de cada nota em um violino é marcado como um grito da minha alma.

RAZÃO E EMOÇÃO

Hoje a minha razão
Resolveu entrar em contato
Com o meu sofrido coração.
Depois de uma boa discussão
Ambos decidiram juntos
Tomar uma decisão
E chegaram À conclusão:
Não suportam mais mentiras
Muito menos ingratidão.
Por isso, a partir de hoje
Chega de viver de ilusão
Vão esquecer o passado
Seus enganos e traições
Também darão um adeus
À temivel solidão
E para obter mais forças
Unidos, razão e coração
Nova paixão buscarão
E esquecerão de vez
Quem covardemente partiu
Sem dar nem explicação
Assim seraõ outra vez felizes
A razão e o coração!

Minha alma é amante das luzes, das cores...é meio cigana !

Se te olho com indiferença
É porque a minha crença
Ainda é teu amor

É no jogo de sedução
Mesmo que imaginado
Que você ainda tem
Meu coração

É na incerteza desse amor
No calar da dor
Que aguardo o tempo passar
E essa ilusão, enfim
Desmanchar

Sete vezes desprezei minha alma
Quando a vi disfarçar-se com humildade para alcançar a grandeza
Quando a vi coxear na presença dos coxos
Quando lhe deram a escolher entre o fácil e o difícil, e escolheu o fácil
Quando cometeu um mal e consolou-se com a idéia de que outros cometem o mal também
Quando aceitou a humilhação por covardia e atribuiu sua paciência à fortaleza
Quando desprezou a fealdade de uma face que não era, na realidade, senão uma de suas próprias máscaras
Quando considerou uma virtude elogiar e glorificar.

Para poder te levar onde minha insanidade descansa, um lugar que sua vista não alcança.

Hoje sinto no coração
um vago tremor de estrelas,
mas minha senda se perde
na alma de névoa.

A luz me quebra as asas
e a dor de minha tristeza
vai molhando as recordações
na fonte da ideia.

Todas as rosas são brancas,
tão brancas como minha pena,
e não são as rosas brancas
porque nevou sobre elas.

Antes tiveram o íris.
Também sobre a alma neva.

A neve da alma tem
copos de beijos e cenas
que se fundiram na sombra
ou na luz de quem as pensa.

A neve cai das rosas,
mas a da alma fica,
e a garra dos anos
faz um sudário com elas.

Desfazer-se-á a neve
quando a morte nos levar?
Ou depois haverá outra neve
e outras rosas mais perfeitas?

Haverá paz entre nós

como Cristo nos ensina?
Ou nunca será possível
a solução do problema?
E se o amor nos engana?
Quem a vida nos alenta
se o crepúsculo nos funde
na verdadeira ciência
do Bem que quiçá não exista,
e do mal que palpita perto?

Se a esperança se apaga
e a Babel começa,
que tocha iluminará
os caminhos da Terra?

Se o azul é um sonho,
que será da inocência?
Que será do coração
se o Amor não tem flechas ?

Se a morte é a morte,
que será dos poetas
e das coisas adormecidas
que já ninguém delas se recorda?

Oh! sol das esperanças!
Água clara! Lua nova!
Coração dos meninos!
Almas rudes das pedras!

Hoje sinto no coração
um vago tremor de estrelas
e todas as coisas são
tão brancas como minha pena.

Federico García Lorca
Antologia Poética

E se quer me entender, não tente. O que lê, é casca. Minha polpa é profundamente multifacetada. Não cabe aqui. Não cabe em mim.