Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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FIRMAMENTO (soneto)

Por tantos amores, desvairado e descontente
O teu, eu reconheci naquele exato momento
Pois, o meu coração, ficou aflito e diferente
E, que estaria no meu constante pensamento

Que ainda agora mesmo, no peito, és presente
Em um arfar, infinito, suspirante e tão violento
Que sei que ali, havia amor, que a alma sente
E que aquele “oi”, seria para gente, portento!

Piedoso Bragi, que a minha solidão sentiste
Na poesia deste bardo, que havia sofrimento
Agora, inspirai as boas sortes não pungentes

E que então o poeta seja alegre, e não triste
E que caia sobre ele a ventura do firmamento
Com as rimas apaixonadas e beijos ardentes

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
10 de janeiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

E se eu te escrever num verso
assim meio o inverso de você?
Saberia ao certo, se te desejo de perto
ou se apenas sonho em te ver?

E é tudo tão luz
tão leve, tão breve.
E antes que se esquece
que eu me esqueça de sentir
e permitir que faça
assim meio sem graça,
parte de mim.

E se num abraço
eu te cedesse espaço
pra morar em mim?

Pode até mudar a letra, mas ainda é nas notas de uma velha canção de amor que eu te encontro.

Como que eu vou dizer pra ela, que todo aquele amor ainda não acabou, que quero ela ao meu lado se possível for, que faço tudo pra te lá aqui, e que sinto a sua falta, que as vezes eu possa não demonstra, mas dói todos os dias, como digo a ela que quero ter a sua companhia, que ainda amo aquela maluquinha, como digo a ela que sem ela não é mais o mesmo, que sem ela meu mundo se tornou pequeno, como eu digo a ela que a quero aqui, que quero ela junto a mim, que quero ela do jeitinho que ela é, e que queria voltar a lhe chamar de amor, pois todo aquele amor não acabou..

Como eu digo a ela?

Milhões de cicatrizes
mostram quantas vezes
eu consegui me manter viva
Até onde vão?

Retiro-me
Despido do anjo
Ou da serpente

Apenas eu
Vazio

E no fundo de mim
Conheço as verdades
Ocultas no meu íntimo abismo

E aprisiono meu caos
E contemplo a luz na minha escuridão.

Marco Teles

Eu quis tanto ter você
Quando você não me quis
E agora a gente é feliz e ponto
Com amor se paga amor
E o ditado é quem diz
Que a gente ama assim sem dar desconto

Como é que vamos fazer
Pra eu morar aí no seu quarto
Sem essa de me colocar no seu porta-retrato
Quero contato, sem contrato, a gente faz um trato
Se você me der a chave, eu mudo até o meu status

Se tu partires para conheceres outras estradas e outros olhares então eu te deixarei ir
Te deixarei livre para abrir as portas do meu coração e saíres, mas lhe entregareis a chave dele. Para que um dia você volte. Não forçadamente, porque o que é forçado não é digno do meu amor, deixareis que volte por amor, por nobreza e respeito perante aos nossos laços de coração... para então no final te dizeres a ternura e o bem querer que sinto quando olho tua face e teus gestos tão únicos que só tu tens sobre essa terra tão cheia de dores incalculáveis.

Um dia
ainda eu hei de morar nas terras do Sem-Fim.
Vou andando, caminhando, caminhando;
me misturo rio ventre do mato, mordendo raízes.
Depois
faço puçanga de flor de tajá de lagoa
e mando chamar a Cobra Norato.
— Quero contar-te uma história:
Vamos passear naquelas ilhas decotadas?
Faz de conta que há luar.
A noite chega mansinho.
Estrelas conversam em voz baixa.
O mato já se vestiu.
Brinco então de amarrar uma fita no pescoço
e estrangulo a cobra.
Agora, sim,
me enfio nessa pele de seda elástica
e saio a correr mundo:

Vou visitar a rainha Luzia.
Quero me casar com sua filha.
— Então você tem que apagar os olhos primeiro.
O sono desceu devagar pelas pálpebras pesadas.
Um chão de lama rouba a força dos meus passos.

MIMO

Se da tua companhia eu privasse,
para mim serias o tudo que alguém,
pode ter.
Serias o ar, o calor, o carinho o
bem maior.
Somando tudo, serias o amor.
Passearias pela casa, como uma rainha,
por seu palácio.
Teu trono,o meu coração aonde o meu amor
por ti mora, lá vives.
Ali, a tua presença é constante és o mimo,
és o amor que eu nunca tive.

Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

eu pensei que podia dar certo, algo que na verdade já não tinha mais jeito.

Quando eu vejo a lua me lembro o seu olhar, é muito difícil não se apaixona sentimento forte não da para segurar, oque posso fazer se nunca mais te encontra eu posso ate morrer se nunca mais te ver,o ruim eque ate nos sonhos não consigo te esquecer .....

Veja isso! Eu dei nove milhões de passos hoje.

Eu nunca confiei em ninguém além de você.

Ele disse que eu sempre teria escolha, que a religião se baseia no livre-arbítrio.

eu quero
logo! agora!
tem que
ser a
hora!!!

Eu quero um lugar aconchegante, onde o meu coração possa repousar. Um lugar onde não falta o amor. Onde o sorriso é espontâneo. Onde posso ser eu mesma. Onde o medo não invada a minha alma. O lugar onde a minha intimidade seja preservada. Onde o bem prevalece. Onde o corpo fique livre. Onde posso fala sem ser reprimida. Aconchegante é o lugar onde posso caminhar e parecer que ando sobre as nuvens. Onde a paz exala perfume de jasmim. Onde o silêncio nunca é interrompido. Este é o lugar onde quero estar.