Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
"Pro amor
Vou prá onde for
Prá amar
Vou prá qualquer lugar
Pro amor não existe distância
Nem complicação
Pois dá a importância
Prá fazer feliz o coração."
A vida é mais valiosa que a religião, política ou ideologia. Quando a existência se enraizar nesses sistemas, ela se torna infame.
A vida transcende a religião, política e ideologia. Quando essas coisas se tornam o centro da existência, ela se torna vazia e infame
Generalizar, romantizar e espiritualizar certas coisas da vida, pode trazer peso e fardos desnecessários para a alma.
Na vida, tudo é uma grande ilusão! Você não tem nada, você não é nada. Somente vive e se alimenta de seus devaneios!
Engraçado como algumas coisas começam leves, sem pretensão.
Uma conversa boa, um riso solto, um convite jogado no ar.
A gente acredita que ali tem algo simples e bonito: reciprocidade.
Mas às vezes, o outro só estava ali por passatempo.
Ou talvez até quisesse estar, mas não sabia como continuar.
Então, vem o silêncio, a desculpa esfarrapada,
o “tá corrido” que escorrega como um clichê.
E a gente entende — não porque ficou claro,
mas porque ficou óbvio demais pra continuar fingindo que não.
A decepção bate, sim, mas não fica.
Ela entra, tira os sapatos, dá um suspiro e vai embora.
Porque quem tem presença leve, não se arrasta por ausências pesadas.
No fim das contas, se a bicicleta dele ficou baixada,
foi só o universo poupando minhas pernas de pedalar na direção errada.
(...) " Se a vida é vertical, seja horizontal: mantenha-se firme, mesmo quando tudo parecer desabar. Enfrente os desafios com equilíbrio e serenidade, pois nem sempre seguir a direção imposta é o caminho mais sábio."
Gratidão e Renovação
Sinta a brisa suave do tempo que se esvai, percebendo que mais um dia chega ao fim. Que as horas vividas tenham sido um presente e um convite à reflexão.
Que as alegrias de hoje se tornem doces memórias, e os desafios, lições que nos impulsionem ainda mais. Que cada pôr do sol, por mais que o dia esteja nublado, seja uma oportunidade de renovar a esperança, de perdoar o que precisa ser perdoado, e de agradecer por tudo que foi.
Que venha o novo amanhã!
Nem todo processo que brilha no final foi doce no começo. O ponto ideal exige paciência, erro, e até uma pitada de raiva misturada com coragem.
O morango do amor parece simples, mas quem faz sabe: tem o tempo da calda, o medo de errar, o calor do fogo e a força de recomeçar.
No fim, o caos vira encanto. Porque quem não desiste do processo transforma desafio em conquista.
E isso… isso não é sobre morangos.
É sobre a vida. É sobre você.
"Não há um único modo de ensinar ou aprender. O saber se constrói de muitas formas, e cada um percebe a verdade e o sentido da vida de um jeito único."
A vida depois da queda de lúcifer e a queda de adão e Eva se tornou confusão do diabo, temos que buscar verdade em Jesus e obedecer a vontade de Deus.
Não concentre toda sua energia no futuro. O presente é o que no futuro será o seu passado. Você almeja algo para amanhã? Não ignore o hoje.
CONFLUÊNCIA DOS INVISÍVEIS
Há um pacto selado no silêncio
entre o sopro breve do instante e a eternidade que espreita.
Nem sou caça, nem caçador do tempo,
apenas passo, como ele passa,
num compasso de olhos fechados.
Não corro.
Não me atraso.
Sou feito de agora.
E ele também.
Às vezes cruzo com a sombra dele
num reflexo na vidraça,
num fio branco que aparece,
num gesto que se repete sem que eu saiba por quê.
A vida?
É isso que pulsa sem forma
entre a dúvida e o desejo,
entre o que arde e o que abraça.
E a alma, essa caverna feita de ecos,
abriga lembranças, algumas minhas,
nem todas boas, mas todas minhas,
marcadas a fogo ou sussurradas na bruma.
Já a morte,
essa paz sem cor,
que recolhe tudo ao pó, de onde vim,
não me assusta mas comove.
É como ver um campo que nunca floresceu,
um nome que ninguém chamou com ternura,
ou como alguém que passou a vida inteira
escutando a música,
mas nunca se permitiu dançá-la.
Falta nela o riso que rompe o silêncio,
a febre dos que erram por amar demais,
a beleza do que foi quase.
Então eu respiro e nesse fôlego,
sinto:
sou vértice entre o que fui e o que vem,
sou tempo habitando a própria ausência,
sou instante que decidiu permanecer.
ARITMÉTICA DAS RELAÇÕES INEVITÁVEIS
A soma, sim, soma
mas não como os olhos habituais desejam.
Ela não é apenas acúmulo,
é fusão generosa.
É o gesto que permite coexistência,
mesmo sabendo que haverá transbordo.
Soma é quando dois mundos
decidem não se corrigir,
mas se ampliar,
mesmo às custas do contorno.
A subtração também ensina.
Não há perda que não revele
o que de fato permaneceu.
Tirar é dar espaço.
É permitir ao essencial
respirar sem ornamentos.
Subtrair é purificar,
afastar o ruído
para que reste o que vibra limpo.
Às vezes, a ausência é o que resta de mais inteiro.
Multiplicar é ampliar o gesto,
e se há distorção, que venha com sentido.
Amores que se multiplicam
não traem a origem,
a engrandecem.
Toda criação exige risco
e a deformação pode ser milagre.
Multiplicar, nas relações,
é permitir que o afeto cresça
para além do molde original.
Dividir é maturar.
É reconhecer que somos partes,
e que só dividindo o centro
podemos conhecer suas margens.
É repartir o peso,
compartilhar a luz,
aceitar que dar-se ao outro
não é diminuir-se,
mas revelar-se em espelhos diversos.
E quando a divisão implica partida,
ela ainda assim pode ser libertação.
Potenciação é acreditar.
É elevar o que se tem ao que se sonha.
Nas relações, é o ato de confiar
que o afeto se sustenta
mesmo quando desafiado.
É investir na promessa do vir a ser,
sem garantias mas com intenção firme.
Potência é o amor que ousa crescer
onde havia apenas esboço.
Radiciação é mergulho.
Não para voltar,
mas para entender.
É buscar no passado
a matriz do que se repete.
É saber que as raízes não prendem,
elas sustentam.
E quando rasgadas,
ainda deixam traços que alimentam
o que renasce.
‘Logaritmar’ é decifrar a intensidade.
É transformar o inefável em gesto,
a avalanche em palavra.
É saber que o amor também precisa ser lido,
escalado, compreendido
em sua curva crescente.
É a tentativa amorosa
de nomear o inominável.
E há ainda as operações
em que não há solução exata.
Aquelas em que todo cálculo leva
à inevitável separação.
Há relações cuja equação se esgota
não por falha,
mas por fim.
E nesses casos,
a operação mais honesta
é o corte.
Não como falência,
mas como clareza.
Pois até o fim pode ser gesto de amor,
quando feito com respeito ao que foi.
No fim,
a matemática da vida
não busca exatidão,
mas equilíbrio dinâmico.
E cada operação,
seja soma ou seja outra,
é parte do algoritmo sutil
de sermos
com, apesar, ou além do outro.
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