Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Na minha insanidade
Procuro liberdade
Respirar ar livre
Sem que nada me prive
Em meio a tantos pensamentos
O desânimo quer tomar conta
Cheio de lamentos
E a fraqueza desponta
Entre o certo e o errado
Apegando ao passado
E ao teu lado desejando viver
Todo dia o mesmo amanhecer.
Existe algo de peculiar
No modo como a poesia surge na minha mente.
Nasce um amontoado de palavras
Todas misturadas
E vou arrumando aos poucos
Até formar um poema,
Cada verso, vai se encaixando.
Na poesia tudo da certo
Mas, na vida real
A gente ainda está embaralhado
Com esse tal amor...
Lembro de tempos
Onde minha preocupação era assistir desenho
Ir pra rua jogar bolinhas de gude
Empinar pipa
Brincar na chuva,
Hoje tenho saudades
Queria ser criança para sempre
E ter a liberdade em meus braços
Correr na rua sem saber que direção seguir
Mas, sabendo que chegaria em algum lugar.
Para te esquecer
Fui um poema escrever
E me arrependi totalmente
Pois, você não saí da minha mente
E no poema
Persiste o mesmo problema
Teu nome estampado
E carimbado
Nas entranhas do meu ser
Que ainda me fazem te querer.
A poesia não me salvou
Apenas minha alma abraçou
Dizendo, serei sua companheira
Na primeira e derradeira dor
Que sentir em cada passo
Que der na vida.
Na calmaria da solidão
Aceito o silêncio
E escuto minha alma
Que chora copiosamente
Por saudade
Do barulho que você
Causava em meu coração.
Meu refúgio é o silêncio, só minha consciência mantém o fluxo contínuo do meu ser, ouço cada um, mas é telepaticamente que respondo a todos
É bem verdade que ao pescar um pouco da sua vitalidade, minha rede se encheu do brilho dos teus olhos
só poderá entrar na minha choupana quem sacudir suas sandálias e permanecer com a leveza dos seus pés descalços
Vi a eternidade nos teus olhos, e mesmo com minha finitude meu coração te acolhe para em um átimo sermos felizes
Todo aquele que acredita que me conhece como sou esconde de todas as maneiras a minha suprema felicidade
Os ditos nobres que hoje vaiam minha vitória, amanhã tornar-se-ão espíritos pobres, uma vergonha para a história
Todos os dias, reparo em tudo que aos meus olhos chegam, o que escuto, o que acontece em minha volta e de forma empatica analiso, para tentar me tornar uma pessoa melhor, me machuco tanto ao magoar alguém, é inviável.
E os defeitos são mais fácil de se ver nos outros que em ti, mas se perceber fica fácil procura-los em nos mesmos e achar um meio para não mais ser, tão bom sorrir de forma contagiosa à felicidade de outrem, sem porque, mas a cada sorriso me sinto uma pessoa melhor!
Estrada desconhecida
Ah! Estrada que à minha frente vai.
Pra onde vai?
Tão florida... tão perfumada...
Não deixo de em ti seguir por nada.
A abóbada celeste a te cobrir.
Manto azul contigo a seguir....
Frondosas árvores há por aqui.
Pássaros cantando... tudo alegrando... felizes por contigo ir.
Tudo cintila ao raiar do sol.
Tudo fulgura no teu traçar...
É o amor pondo tudo no lugar.
Nada há de mais belo do que aqui estar.
Poesia enganosa
Temas tão tristes
teimam em minha mente aparecer...
Versos sadicamente me fazer escrever.
Uma cruel solidão assola meu coração.
Uma dor tão doente...
Embaralha minha mente demente.
Causa-me espasmos agoniantes permanentemente.
Machuca-me profundamente... essa insistência em me fazer pôr em versos
do meu coração toda a dor.
Triste e chorosa... lágrimas calmas brotam em meus olhos... caem dentro de mim.
Triste esse caminho em que a dor me faz companhia...
É minha sombra do começo ao fim.
O perfume das rosas é o que apenas desejo.
Mas elas secaram.
Um odor agro exalam.
Um cheiro de pólvora flutua no ar...
O oxigênio pouco a pouco a se acabar.
O mundo ao meu redor recita, numa lamentação acrimoniosa
poesias que soam amargamente amargas... enganosas.
Lamentos
Quanta dor...
Não queria estes versos escrever.
Minha vontade é toda dor do mundo esconder.
Mas há algo que em mim insiste.
De escrever meu coração não desiste.
Tornar palpável meu sofrimento...
Quem sabe diminui meu tormento.
Lamento.
Triste não te quero deixar não.
Não deixe esta minha dor perto de ti chegar.
Não leia esta dorida lamentação.
Vejo o tempo passar em minha frente.
Vejo o ponteiro do relogio apontar o novo tempo.
Hoje já é o ontem e amanha o hoje.
Vejo o tempo passar no meu rosto.
Que castigado pelo tempo me diz,
quanto tempo tenho.
Hoje é o meu tempo.
Amanha o tempo dos meus filho,
e o filhos dos meus filhos.
Que assim como o ponteiro do relogio,
conta o tempo de todos nós.
"Ainda falta muito para evoluirmos como indivíduo e espécie, pois em minha percepção visionária do futuro, na era dourada dos Homo Sapiens, onde a maioria dos problemas da humanidade foram resolvidos, tanto através da tecnologia, como da compreensão e unificação de ideiais em um único ideal, algumas problemáticas envolvendo meu país (Brasil), me preocupam, se não houver uma mudança radical, onde deixamos as diferenças para trás, buscando se libertar da ignorância e da ideia de superioridade sobre os outros e indo atrás do conhecimento e da tecnologia, vamos estar em um situação complicada. Outras problemáticas como corrupção seja ela na área financeira ou do pensar, tem que ser mudadas, não podemos parar no tempo, a evolução continua acontecendo, então ou se adaptamos as realidades que tem que ser mudadas, ou o Brasil será uma simples lembrança de um povo ignorante e ultrapassado que decidiu se apegar a ideias e atitudes de pessoas que não entendem o que é a evolução".
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