Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.

Eu tenho mais medo da vida do que da morte!

Eu tenho na vida
o silêncio de tuas palavras,
tão quietas, tão distantes...
E tenho as mãos atadas...bem fortes
para que não se trasformem em asas...


..
Sonia Solange da Silveira ssolsevilha Poetisa do Cerrado

Inserida por ssolsevilha

Eu tenho na vida o silêncio de tuas palavras,
tão quitas, tão distantes...
E tenho as mãos atadas...bem fortes
para que não se trasformem em asas...


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Inserida por ssolsevilha

Eu tenho na vida o silêncio de tuas palavras,
tão quietas, tão distantes...
E tenho as mãos atadas...bem fortes
para que não se trasformem em asas...


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Inserida por ssolsevilha

Eu não tenho medo de profundidade..
mas um grande medo de uma vida fútil!

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Inserida por ssolsevilha

⁠⁠Em uma carreira profissional ou na vida, eu não tenho a mesma opinião daqueles que dizem que devemos pensar fora da caixa. Entendo que é preciso ao longo do tempo construir muitas caixas diferentes e expandi-las, assim posso utilizar a melhor caixa para cada circunstância.

Inserida por WesleySillva

A aurora é uma menina com longas tranças douradas, correndo pelos campos floridos do dia, beijando o sorriso das horas.

Vês esse sol de luzes coroada?
Em pérolas a aurora convertida?
Vês a lua de estrelas guarnecida?
Vês o Céu de planetas adorado?
o Céu deixemos vês naquele prado.
A rosa com razão desvanecida?
a açucena por alva presumida?
O cravo por galã lisonjeado?
Deixa o prado; vem cá,
minha adorada,
vês desse mar a esfera cristalina.
em sucessivo aljôfar desatada?
Parece aos olhos ser de prata fina?
Vês tudo isso bem?
pois tudo é nada. à vista do teu rosto.
(G.M)

"DOIDA DE PEDRA"

O amor não viu a tua fulgurante beleza

De Aurora Boreal

Que ofusca as visões que contemplam teu semblante.

De deus belo.

Que atinge o âmago das almas apaixonadas

Perdidamente enamoradas

E nada dela tenho.

Não respeitou o odorífico frescor da tua pele.

De juventude que suscita desejos

De pertencimentos e afronta

A minha idade avançada.

E eu perturbada

Ruei às tontas tentando me aprumar, em vão.

Tão pouco mensurou as nossas diferenças.

A tua graduação

Elevada

Tua sumidade construída não por acaso

Em longo prazo

Entre livros e laboratórios

E a minha pouca, quase analfabeta.

Muito indiscreta

Vontade de te alcançar. Como seu eu pudesse!

Desfazer a abissal fenda

Que nos separa. Tu és A, eu quase Z.

Numa verticalidade de ABCD

Quando te amei...

Estava louca.

"Doida varrida"

"Doida de pedra".

Névoa,

À medida que a bruma abraça o rio!
Dedos da aurora tecem franjas de luz
pela água adentro...

-- josecerejeirafontes

O que seria da aurora boreal,
Com seus espetáculos de luzes e cores,
Sem a imensidão do céu noturno?
Consciência é tudo!

Bom Dia

O nascimento do sol é um dos espetáculos mais fabulosos da Terra. É magnífico a aurora se abrindo em todo seu esplendor de cores, para dar à luz a um novo dia.

A esperança baila na aurora do amanhecer,
as flores perfumadas á desabrochar, um doce aroma deslumbrante se espalha pelo ar.

Mesmo na distância que nos separa lembro do teu sorriso encantador, como a aurora boreal no extremo norte, seus olhos como a galáxia e seus milhares de estrelas, essas estrelas fazem um caminho que me levam,
de mim a ti, passando sobre uma floresta cinza onde não se ouvem os cantos
dos pássaros e o vento não faz cair ás folhas, é essa sensação triste que se
esconde por trás do nome saudade; um sentimento frio como os icebergs no inverno.

É irônico pensar que ela fugiu,
Surgiu na noite, mas fugiu na aurora.
Ela, abusada é ela
Que me envolve com um olhar, e que olhar!
Tão doce e meigo, mas ao mesmo tempo gigante e grandioso, possuidor de segredos
Segredos esses que eu desejo fazer parte
Olhos negros, olhos sombrios
No instante que se vai, a quero de volta, com uma absoluta insistência, obsessão
Eu a quero e a temo
Temo perde-la, mas acima de tudo temo não tê-la ao menos uma vez
E toda vez que ao acordar não a vejo
É esse desespero, é esse horror que invade o meu corpo e me domina
Eu quero controla-la mas não posso nem me controlar
Imagina-la é um prazer torturoso, é uma tortura prazerosa
O que me resta é lembrar de seus olhos brilhantes, olhando
Uma última vez, para mim.

Ei moça formosa: Caia no frevo, dance mais, não vá embora..
Não minta, Aurora, Felicidade não tem preço, não tem hora.

Quando ao despertar da AURORA,
Olho pela janela e chove la FORA,
Um desejo imenso invade meu SER,
E esta vontade louca de te TER,
Todinha pra mim, envolvente em meus BRAÇOS,
E com minhas carícias ocupar teus ESPAÇOS,
Intensamente passional de te fazer FELIZ,
Pois na vida foi o que eu sempre QUIZ,
Foi pertencer a uma linda MULHER,
Se Deus permitir e assim o QUISER,
Certamente você ainda vai ser a MINHA,
Estrela, minha luz e minha RAINHA...

os monólitos de cada sentimento
sedento mórbido desejo,
sofrimento deleite morto,
senis aurora desprezada,
profundo querer,
de tudo que tenho,
flores em desertos mortos,
pelo sentimento de querer,
sem obter doce cálida,
pura morte tais gosto,
lhe bebi no resto dos teus...
lábios numa sedenta...
fonte de desejos...
que caminharam por essa vida,
ate tudo morreu,
nas sobras do desejo que se passou,
meramente em gestos que se foram,
a partir de sentimento
como eterno querer,
bebi dos meus sonho,
desabei quando acordei,
sem querer senti o profundo
dos teus sonhos,
não consegui dormi,
olhei acho acordei,
mesmo assim acho que um sonho.
por celso roberto nadilo

⁠Poemas da Madrugada .
A aurora me chama para um novo despertar é a brisa da manhã que acaba de chegar. Chega de mansinho trazendo em desalinhos para o meu levantar versos mágicos trazidos pelo vento, que Dokôra( Deus) em sua escrivaninha não deixa de anotar. Cada sonho, cada alegria, a vida em harmonia é feita uma sinfonia. Canto do galo,dos pássaros,e até o tapir (boi) não deixa de ajir. Todos se alegram com o novo sol. A natureza é meu guia e a minha família a minha vida. Não sou poetisa, mas admiro quem o é . Os versos me encantam,faz acalmar meus prantos e quando coloco no papel me transformo um bacharel. Um desabafo é o que faço, seja de alegria ou na dor, não sou um robô, assim eu me refaço e te ofereço um traço. A vida é cheia de encantos deixem no ontem seus prantos. Opetahra puri