Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
(…) Peço-te perdão pela
minha incompreensão.
Sei que havia dito para parar.
Meio que não a compreendi.
A engrenagem que fazia minha realidade funcionar cessou.
No entanto, posso me mover e assistir, mas não posso consertar.
Mais uma vez você se foi.
Como água escorre pelos dedos;
Por falta de cuidado da minha parte
Você se foi…
Vou seguir a minha estrada.
De mãos dadas com esperança.
Vou à procura de paz.
Aquela que perdi, ao conhecer-te.
Por favor, siga seu caminho...Tem que ser assim.
Vou guardar-te na minha memória.
E visitar-te quando sentir saudade.
Perdão!
Ai! Minha vez chegou
Hoje choro e canto
Minha vez chegou
Agora sonhei e me espanto
Hoje meu dia de solidão
Amanha acordarei em depressão
Quem sou eu!
Quem sou eu!
Sentado á mesa, de frente para um prato de fava com farinha, minha tia me olha e diz: O menino come de tudo! e eu à respondo: Mas tia se eu for escolher eu vou ficar com fome!
Meu sertão.
E assim vou vivendo...
Se um sonho não me cabe no momento,
guardo ele de volta na minha Caixinha de Sonhos
e pego outro para vestir.
Lá dentro é cheio deles,
e sempre tem algum que sirva.
Nem sempre realizo todos,
mas nunca ando despida de sonhos.
Sonhos são tão essenciais como roupas,
sem eles é impossível sair de casa!
Sonhe!
Na minha queda, gravei na memória quem estendeu a mão e quem, com frieza, me empurrou ainda mais para o abismo.
Há um mar alto, em minha volta!
E ventos tempestuosos, elevam suas águas,
As quais, formam ondas de mágoas,
Qu´eis qu´alma esta, querem ver morta...
E o meu barco, esta-se partindo,
Com estas altas e rugentes ondas.
O meu espírito, se vai com dores consumindo.
Por estas correntes velozes, nestas do mar alto, zonas...
Mas, mas ainda que eu desça ao fundo dos abismos!
Oh tu mar revoltoso e impiedoso!...
E também vós outros arrogantes cataclismos!...
Sabei, sabei, vós, vós: Todos...
Que virá tempo, em que a águas mansas, e porto piedoso,
Morto por vós, mas vencedor, meu barco, ancorará neste porto, mais alto que vós, sois altos.
Minha aldeia e dique!
Em ti fui criança!...
Sem ter, infância.
Quando, aos seis anos, vim de Monchique.
Meus amigos, oh Montes de Alvor!
Não foram, teus meninos, que me batiam,
Sem a Deus, terem temor!
Nessa escola, onde os gritos de Maria Emília, entoavam.
Mas meus amigos, foram:
As hortas, com as batatas…
E o milho, que meus pais, semeavam.
Montes de Alvor! Montes de Alvor!
Foram ainda, as tourinas vacas.
Sim tu aldeia! Dos meninos sem amor!
Minha Senhora! Canto-vos,
Trovas de amor! Amor!
Em minha voz de tenor!
Sabeis porquê?! Por amar-vos.
Eu cavaleiro andante!
Em cavalo branco!
Vou adiante! Adiante!
Até, que os lirios do campo,
Tenham flor e cor.
Para eu, vo-los dar!
Sim a vós, meu amor!
Porque eu, vos amo!
Com verdadeiro amar.
Minha Senhora! Ai pois! Só eu sei como!
Minha alma não se cala,
De do bem ter mensagem,
Por isso disto muito fala,
que os tristes tenham coragem!
Eu tenho boa palavra,
Para os tristes de coração.
Invoquem a Deus na aflição.
Pois só ele nos salva!
Deus vive e nos ama,
Com amor eterno.
E por todos chama.
É dia de Salvação.
No Deus tão terno,
Há ainda solução!
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