Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Liberdade.
Essa minha antiga paixão pela liberdade me fez parar para pensar em algumas coisas.
Como toda paixão, já cheguei a ofendê-la por , talvez, de tamanha admiração, não saber como lidar com ela muitas vezes!
E já cheguei a pensar que ela traz duas companhias: solidão e egoísmo.
Porém, elevei meu pensamento pra quase chegar na altura dela que é muito maior que qualquer sentimento ou tentativa de entendimento racional. E constatei que a maior altura que a liberdade pode alcançar seria a morte.
Sim, porque a morte nos obrigaria a nos desapegar de todas as coisas: materiais, amigos, família.
Ficaríamos sem nada, sem poder nos prender a nada , obrigatoriamente.
Talvez seja esse o presente do último suspiro: a liberdade eterna.
Mas ainda há uma coisa que a liberdade não nos roubaria: o amor. O amor fica , ele não é obrigado a ir embora...O apego teria que. Mas o amor não.
Se a liberdade nos permite amar, ela não pode ser tão ruim assim...Ouso dizer que ela não causa nenhum mal...E se faz necessária.
A Cruz de Malta não é simplesmente um simbolismo casual, é minha pele, meu Manto,
é um prazer Incondicional!
Uma Paixão sedenta,continua e informal,
É Nascer, Crescer,Ser Imortal,
É meu poema,página de minha Vida,
És Grande, Gigante Colina,
Paixão do meu Brasil,
Contigo fortaleço-me,
E sua História estende-se às tantas Glórias Mil!
lary-hp@hotmail.com disse (23/3/2010 às 15:01):
*Sua realização é a minha realização!
*Te amooo!
lary-hp@hotmail.com disse (31/3/2010 às 16:45):
*encontrei uma música que parece se dividir entre eu e você..
*rss
lary-hp@hotmail.com disse (31/3/2010 às 16:46):
*o nome é o ultimo romance
lary-hp@hotmail.com disse (31/3/2010 às 16:47):
*MINHA PARTE > > Eu encontrei quando não quis
Mais procurar o meu amor
E quanto levou foi pr'eu merecer
Antes um mês e eu já não sei
E até quem me vê lendo o jornal
Na fila do pão, sabe que eu te encontrei
E ninguém dirá que é tarde demais
Que é tão diferente assim
Do nosso amor a gente é que sabe,
lary-hp@hotmail.com disse (31/3/2010 às 16:48):
*PARECE Q EU ESCUTO VC DIZER ISSO> > Ah vai!
Me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém
Afim de te acompanhar
E se o caso for de ir à praia eu levo essa casa numa sacola
*EU> > Eu encontrei e quis duvidar
Tanto clichê deve não ser
Você me falou pr'eu não me preocupar
Ter fé e ver coragem no amor
lary-hp@hotmail.com disse (31/3/2010 às 16:49):
*VOCÊ > > E só de te ver eu penso em trocar
A minha TV num jeito de te levar
A qualquer lugar que você queira
E ir onde o vento for
Que pra nós dois
Sair de casa já é se aventurar
Ah vai, me diz o que é o sossego
Que eu te mostro alguém afim de te acompanhar
E se o tempo for te levar
Eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar
A dez centimetros da minha respiraçao
Senti você, senti seu coração bater...
A dez centimetros da minha respiraçao.
Você me envolveu em seus braços e fiquei ali, parada, sem saber o que fazer...
A dez centimetros da minha respiraçao.
Vi ali, seus olhos castanhos, ternos, a me pedir...
A dez centimetros da minha respiraçao.
Na alma o conflito, no coração o desejo contido.
Então, enfim, naquele momento, de olhos fechados, eu senti a sua respiração.
O coração, o desejo que antes suprimido, era agora satisfeito.
E passamos a ser um, a sentir a nossa respiração.
"Morreste?
Não! Tu eternizastes,
Pois,
A morte é apenas um manto
Transparente na minha mente,
E tu, cubriste o no barro."
Ezequiel Barros
Lágrimas secas b/e1, em memória de Genenciano Filipe Batista, saudades de te Pai.
Em 1990, no começo do ano, minha primeira professora chegou com um Monza para a aula; dei-me ao luxo de ficar observando a então moderna antena que se recolheu quando ela desligou o carro. Era para sermos muito felizes, mas as reuniões já no começo do ano letivo, do mesmo jeito que acontecem hoje, fizeram com que ela deixasse a turma, que foi assumida pela professora Ester.
A Ester não tinha o Monza encantador, mas foi a minha professora do restante do ano. Ela me presenteou com o livro "A loja da Dona Raposa". Já são quase 30 anos, e o livro está guardado, podendo ser guardado por outros 30.
A dedicatória dela ainda está comigo: "só se aprende a ler, lendo; a escrever, escrevendo ; a amar, amando." Não a vi mais. Mas tenho a lembrança de alguém que marcou a minha vida.
Toda vez que vejo um amigo professor desempenhando seu papel de forma amorosa, lembro-me dela. E sei que estamos em alguma memória por aí, assim como ela está.
1990, uma escola em São Bernardo do Campo, e a minha primeira professora, Ester. Ela me deu um livro, "A loja da dona raposa". Tenho ainda o livro, e a dedicatória que ela escreveu. "Everton, só se aprende a ler, lendo, a escrever, escrevendo, e a amar, amando". O tempo passa e guardo as sabedorias que me ensinaram. Nem sei se ela ainda vive, se ainda é professora, mas sei que ela me ensinou algo relevante.
Estação solidão
O sol decidiu mudar
Encontrei-o em minha rua
No meu momento de sestear
Não era encontro com a lua.
Nas esquinas de asfalto quente
Os apressados vão e vêm
Emitem gestos inconscientes
Não têm tempo para ninguém.
A grande vontade de falar
Sei que quero, mas não devo
Ele insiste em ficar
Nesse clima que é longevo.
Esperava-se pela chuva
Esperava-se pelo frio
Pretendia usar as luvas
Sonhava com o sombrio.
Bom são as cortinas abertas
Sempre se busca o claro
O sol entrou pelas frestas
O sombrio tornou-se raro.
O que se espera é o fim
A mudança da estação
O que é que será de mim?
Se vêm o frio e a solidão.
Não sei qual gatilho que te fez desabafar, mas deixo aqui minha solidariedade e brado junta:
- Sofrimento, angústia, cansaço e outras sensações ruins, não é e nunca será tradução de ser guerreira.
Ser guerreira é ligar o foda-se, gritar, chorar, gemer de dor, meter o pé, por para correr e dar um basta. Não aceitar que tudo e todos se acomode em nossas costas e ainda vir com o papinho da mulher guerreira. Se eu assumir a guerreira literalmente, não haveria um se quer a proferir 'mulher guerreira' de forma tão romantizada e todos se apressariam em auxiliar e tornar nossa jornada mais leve!
Sou mulher e não caminhão.
ao som da musica francesa,
ferem aos meus olhos,
não me deixa dormir.
traz na minha boca, o gosto de fruta no pé,
com cheiro das manhãs de outono,
na brisa que abraça o corpo.
vem,
dança comigo.
Joy Brasil.
Porque a mente viaja em você, o coração acelera ao te ver, meu corpo treme, minha boca deseja a sua. Daí me lembro, não posso te ter... E tudo volta ao tédio inicial.
Hoje, neste dia dedicado à homenagem aos familiares que perderam alguém para o Covid-19, minha alma chora. A dor da perda é um fardo que carrego todos os dias, desde que meu amado esposo foi levado por essa terrível doença.
O mundo nunca mais será o mesmo sem ele. Sinto falta de seu sorriso caloroso, de suas palavras sábias e de seu abraço reconfortante. Sinto falta de como ele me fazia sentir amada e protegida.
Eu não estou sozinha na minha dor. Milhões de pessoas em todo o mundo sentiram a mesma dor, a mesma tristeza e a mesma saudade. Nós somos uma comunidade de sobreviventes, mas carregamos a dor daqueles que não sobreviveram conosco.
Neste dia, honro a memória do meu querido esposo e de todos aqueles que perderam a vida para essa doença terrível. Eles serão sempre lembrados e amados por aqueles que ficaram para trás. Que as suas almas descansem em paz e que suas famílias encontrem conforto em sua memória.
A tristeza nunca irá embora completamente, mas nós, sobreviventes, permaneceremos unidos e fortes, nos apoiando mutuamente e honrando aqueles que perdemos.
Ao contemplar-te, vejo em ti minha borboleta branca de seda, capaz de provocar tempestade se preciso.
Teu olhar é o espelho das águas que me sorriem em um céu sereno; é um portal de iluminação que me transporta através do tempo e do espaço, além do comum e do ordinário.
Teus cabelos são radiantes como os raios solares, que trazem luz e mudam ao cotidiano.
És tanto a raiz que busco quanto o voo que desejo alçar.
Intuo que dentro de ti reside o livro que ansiava, um caminho a ser percorrido que me ensinará sobre a vida, a vibração do entardecer e o encontro do profundo com a simplicidade.
Ele é de fácil compreensão para quem existe para absorvê-lo, mas enigmático o suficiente para instigar a curiosidade daqueles que o folheiam.
É como um prato perfeito, com aparência apetitosa, cores vibrantes e sabores exuberantes que explodem na boca - uma experiência única e inesquecível.
Até ontem, era apenas uma sombra na percepção alheia; hoje, torna-te a ausência que ecoa em minha existência.
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