Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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quero pegar na sua mão é dar voltinhas , quero com minha mão fechar seus olhos , e dizer adivinha , quero te levar pra um cinema não só pra te beijar , mas fazer você a mulher mais feliz que estiver por lá , quero olhar nos seus olhos e com toda certeza dizer , eu te amo muito e é pra valer , não me esconder de ninguém , olhar pra todo lado e ver você sempre também , deixar o tempo passar , e as minhas manias que te faziam feliz , ainda estariam por lá , não ligo de perder várias noites de balada , pois a unica que faz minha noite ser uma balada e você , não vou deixar de ser carinhoso pelo oque me falam , vou continuar com o meu jeito e não deixando de ser assanhado , vou tentar te surpreender quando você menos esperar , pois e nessa hora que um sorriso e em seguida um beijo que eu vou ganhar , tirar uma tarde de domingo , pra eu e você tirar um lazer , e quando cari a noite , não cansar de repetir , não cansar de dizer que você é meu MUNDO e pra sempre vai ser , bobo parecer um bobo da corte , mas vou lhe tratar como princesa , pois não pode ter coroa , não pode ter sapatinhos , mas pra sempre e eternamente vai ter o meu carinho .....'

Inserida por LinekerLopes

Penso em minha extensão... Como estou os criando; se já não estão criados, e mesmo assim, olho e vejo-os ainda tão pequeninos, fazendo ninho em meu ventre, como se estivessem dentro do meu útero. Não pude fazer de meus filhos, a realização dos meus sonhos perdidos; dei a eles, a escolha em ser aquilo que os fazem felizes, compreendo isso por amor, pois sei, que amar a um filho é não obrigá-lo a viver com as minhas mentiras.

Inserida por AdrianaVargas

Lua Minha


A voz do vento
me trouxe um recado
triste fiquei
por ti procurei

Ah! Meu coração
pobrezinho disparado
sentiu uma dor
um vazio, um calor

A voz do vento soprou disparada
dizendo que o meu amor
lindo amor das noites enluaradas
foi-se embora qual a madrugada

Pedi a brisa amiga que soprasse
forte contra as nuvens
libertando a lua cheia
dos amantes companheira

Oh! Lua majestosa
Ouse, brilhe como nunca
É o meu amor esmaecido
que te pede misericórdia.

Inserida por olhosdepoeta

Aqui estou, sem saber o que acontecerá comigo até o fim do dia... Por um fio, posso ser o que minha imaginação permitir... Quando pequena seria Pollyanna moça... Por um fio, sou o que coube em meu senso bizarro de me divertir sem gastar muito com isso.
Se fizesse uma lista crítica de quantas situações encontro-me hoje, incluindo àquelas que nem imagino que possa acontecer se meus pés dessem passos rumo a qualquer um dos itens elencados, certamente que poderia estar preste a realizar uma fabulosa odisseia na Terra, com direito a capas de revistas, entrevistas e holofotes... Sou tudo aquilo que me permito ser... Como? Não sei... Talvez se seguisse as diretrizes sugeridas, tais como a fé atuando através de poder de criação, com ou sem bom senso, depende de como a sociedade vai cooperar para a realização disso, brigando com a conspiração do universo a meu favor, ou, ouço muito dizer sobre a sorte, uma tendência, um tanto quanto estranha que tem por bem, uma maioritariamente de resultados positivos, ou maioritariamente de provimentos negativos, enfim, é somente uma opção.

Inserida por AdrianaVargas

Abro a janela, minha vitrine do mundo; uma gaiola de vidro que me faz ver tudo, exatamente como se traduz o pulso da vida, porém, de modo reverso, de lá, visto de cá; de cá, vendo e sentindo de lá... a vida metódica passando do mesmo modo - todos os dias o sol nasce; todos os dias as pessoas andam pelas ruas... Todos os dias vejo a mesma cena!

Inserida por AdrianaVargas

ONDE ESTÁ O CULPADO?

Sentada em minha velha poltrona ao som de sonhos vis, embriagada por um perfume barato, imagino a vida correndo lá fora, e discorro do que tento imaginar sobre o que seja... Não vejo o oxigênio, mas imagino o que ele consegue ser, através do que faz, enchendo os meus pulmões de vida, enquanto os poluo com a fumaça acinzentada que me persegue em momentos de solidão, tão parecido ao que imagino ver, pessoas franzinas andando por entre cubículos estreitos de uma viela que as levará para algum lugar, e se não levar, deitam-se por entre seus cacos e cantam alguma música cafona enquanto observam o céu, esperando ansiosamente pela noite...
Às vezes, também passo o dia esperando pela noite, somente para ver no céu, a brilhantina cabal de estrelas com olhos curiosos, enquanto imagino-me olhando-as, são as taizinhas que lá estão sempre no mesmo lugar e horário a observar o mundo sob os seus pés.
As estrelas curiosas olham estupefatas as ignorâncias mórbidas a saltarem em timbres reluzentes das valetas humanas... O ódio fede a roupa mofada no obsoleto gesto inútil do falso abraço por conveniência. Conveniência política, comercial nos passos da globalização... Uma palavra bonita, mas que possui o significado tão mesquinho ao cobrir a beleza natural daquilo que o homem não criou e sempre esteve lá, para ser apreciado, ou destruído pela fumaça imunda de meu cigarro, ou gases soltos no ar das infernais máquinas industriais de um submundo qualquer de se ganhar dinheiro.
Ah... Não tenho culpa por morrer entregue ao desleixo... Sou franzina, fraca e medíocre aos olhos do mundo... Não posso me levantar de minha velha poltrona e mudar nem mesmo o que existe dentro de mim... A ganância fétida de um dia atrás do outro... Os dias passam... Passarão a vida toda... Vou olhar para o lado para achar o culpado, ele deve estar em algum lugar... Dentro de mim, não iria se esconder, sou impotente, já pronunciei-me réu confesso com as mãos presas à corrente da cegueira, não posso mover sem perder o descanso que traz o cochilo após descarregar a lavagem de consciência... Já disse, o problema não está em mim. Já estou fazendo a minha parte tentando achar o culpado e entregá-lo à humanidade sedente de justiça com os seus dedos apontados como as armas no morro da roçinha tentando achar o culpado.
Quem quiser seguir, este rumo, pode seguir, fazendo-o com os olhos fechados, na busca do culpado das mazelas que soltam pus de um mundo pachorrento habitado tão somente por designados inocentes como a mim.
A esta altura, abraço-me às almofadas e tento me esconder para não verem em minha face sem vergonha as veredas da hipocrisia, até que meu desassossego enverga o som tímido que sai quase insignificante de minha voz... Digo – sim... Talvez eu possa ter tido alguma parcela de culpa em algum aspecto de minha vida, mesmo que mínima... Escondo-me novamente, olhando pela espreita da almofada o feixe de luz que causa fobia a minha visão turva.
Grite! Uma falta de paz inunda a arapuca armada dentro da consciência. Obedeço – Sim! Sou culpada, pronto! Pronto? Levanta daí... Faça o que pode fazer e não faz porque quer escrevinhar poesias... Escreva, vamos! Assine seu atestado de culpa, gritando em letras... Se não chegar aos becos e vielas fedidas, chegará a algum lugar que se há alfabetização... Olhos que aprenderam a ler e não crescerão ridicularizados por sua própria ação em ler o mundo entre as almofadas do meu sofá. Eles lerão, não somente o que eu queira escrever, mas saberão que nas entrelinhas existe alguém que se acovarda diante de sua oportunidade de ser melhor, diante de um mundo que poderia se tornar melhor, se ao menos eu, começasse por mim, a fazer a minha parte.

Inserida por AdrianaVargas

Sou qual mensagem?

Ah, esta geração que não para...
O momento de formar minha história nos corredores do mundo é agora! Todos os dias sei que posso inventar mil e uma odisséia para viver, logo, estarão os meus capítulos sendo levados para o dia seguinte, através dos leitores, filhos, amigos, a lembrança, que seja, de um dia bem sucedido, em que a inspiração visitou-me logo cedo, e a boa vontade veio de mãos dadas com a esperança, formando assim, minha obra de arte - um projeto, uma idéia, uma poesia ou alguma palavra... dará frutos!
Aprendi isso com os antepassados - vencedores que ensinaram os ofícios utilizados na labuta observada tão insistentemente... Quantas vezes eu olhava e não acreditava no que via? Quantas vezes eu tive que mirar os olhos estatelados e fechá-los em seguida para poder sentir, quando não compreendo uma só faísca o que aos meus olhos incrédulos é apresentado?
Relógio, aviões, carros, máquinas, pessoas e livros... Genuinidades trazidas até mim pelo correio do cotidiano, fazendo parte de uma vida, de outra vida, da próxima vida e de todas as vidas...
Sou feliz e não devo sabê-lo quando imagino nada ter, se tenho o suficiente para ao menos viver sentindo, já que em muitas vezes, eu não posso fazer mais nada... Admirar; odiar, questionar... Ou até imitar, quando os pequenos pecados são perdoados para que os inventos sejam parte de uma vida quando o senso de criatividade não bate a porta, e mesmo assim, os imitadores são partes da massa que marcham e não cessam nunca de caminhar...
A todo o momento está chegando novas mensagens, basta um clique em algum lugar que me transmita revelações, se me acrescentam ou me diminuem, não sei, sei apenas que chegam e que, de algum modo, aprendo com elas, ao menos, o que não devo fazer...
Ação ou comissão? Basta utilizar-me de princípios; princípios também são mensagens; articulações de um legado que não se compra, porém, se adquire, se eu acreditar que preciso disto para contribuir com um mundo melhor.
Uma mensagem que desejo hoje - ser feliz com a consciência de que sou totalmente responsável por esta ação criada e desejada por mim...

Inserida por AdrianaVargas

Um dia quero te amar intensamente minha linda querida amiga nome!

Inserida por JuninhoMala

Cansei de expor minha alma se no fim tudo acaba mesmo.

Inserida por samaramodesto

Aquele que tem meu amor por inteiro é o único capaz de desvendar a minha alma.

Inserida por IndianaraPriscila

Todo dia ouso a mesma musica,e daí,a rotina é minha...

Inserida por onlyJessica

Minha mãe sempre disse para nunca contrariar os loucos, Mas ela se esqueceu de dizer é Que o mundo em que vivemos é tão louco quanto os que nele abitam.

Inserida por AnonimunsZ6

Estavam impondo regras em qual tive que obedecer me ensinando o que era certo e errado na minha vida pelo fato de não cometer o mesmo erros deles.

Inserida por IndianaraPriscila

Não adianta me ligar e dizer que está sentindo minha falta. Sua chance se foi, seu tempo passou. Estou nos braços de outro. Nossa história foi cancelada por uma burrice sua, por falta de vergonha na sua cara. Você era o livro que eu mais gostava de ler, e infelizmente está na pratilheira, pegando poeira.

Inserida por biancavasconcelos

Meu sorriso,na maioria da vezes,é usado para maquiar a minha tristeza!!!

Inserida por anapaulacota

Se por algum momento fosse possível calçar as minhas sandálias e percorrer toda a minha historia de vida, você saberia realmente quem sou, como me sinto, o quanto eu já batalhei, o quanto já sofri, e todas as vezes que acreditei, levantei novamente e venci. Se você calçasse as minhas sandálias saberia da minha humildade, dos meus sentimentos, dos meus sorrisos. Se você calçasse as minhas sandálias valorizaria as coisas que acredito, entenderia a minha força, e compreenderiaos meus ideais. Se alguém nesse mundo fosse capaz de percorrer com minhas sandálias todo o trasncorrer da minha vida, falaria diferente, me veria diferente e me conheceria completamente...

Inserida por soraiaandrade

Minha conduta, postura e personalidade fazem parte de mim, mas são passiveis de deslizes, de esquecimentos e de falhas.

Inserida por FabianaBatista

A invenção do amor

Segundo a minha teoria...

Deus em seis dias criou o céu, o mar, a terra e a nós seres humanos...

No sétimo dia curtiu um bom descanso básico... (pescaria, cinema celeste, etc.)

E no oitavo dia. Já descansado... Criou a Paz... "Esqueceu de divulgar o manual"

No nono dia... Criou os astros celestes e as estrelas cadentes... Para realizar nossos sonhos...

No décimo dia... Criou a lua... Eterna testemunha dos enamorados...

No décimo primeiro dia... Criou as notas musicais que tanto nos encantam...

No décimo segundo dia... Criou o amor... "Também esqueceu de divulgar o manual"

No décimo terceiro dia... Juntou as notas musicais e o amor...E criou as serenatas...

No décimo quarto dia... Criou as Moças Bonitas...

E finalmente...

No décimo quinto dia... Criou os poetas...

Deus qualificou os poetas... Como um misto de amor, musicas, serenatas e anjos...

E que tem por obrigação transmitir a paz em forma de versos...

Inserida por PoetaUrbano

A Paz


Consegui a minha paz em meio a poesia...

É aonde escondo o meu coração e sentimentos...

Em cada linha torta que escrevo...

Em cada sorriso que recebo...

Em cada gesto de carinho que encontro em meu caminho...

Unidos...

Trazem a paz que eu preciso e mereço...

A sensação de caminhar pela areia da praia...Mesmo sendo um caminhar solitário...

É o caminho feito pela minha paz...

Hoje me encanto pelos lindos sorrisos...

Feito o teu lindo sorriso...

Que inocentemente me recorda o brilho da Lua...

E com isso...

Mato um pouco a saudade e continuo a caminhar...

Em paz...

Em passos firmes...

Com o carinho a me esquentar o espírito...

E a paz em meus gestos e sentimentos sinceros...

Inserida por PoetaUrbano

Palavras Soltas - Palavras verdadeiras - Poema Theimoso


Encho minha mão direita, com palavras verdadeiras...

Amor... Carinho... Respeito... Verdade... Admiração... Cumplicidade...

Encho minha mão esquerda, com palavras soltas...

Cuidadosamente fecho-as... Encosto minha boca e assopro...

Neste sopro poético... Misturo as palavras verdadeiras com as palavras soltas...

Apos isso... Encantado pela magia das palavras...

Disperso esta mistura de palavras sobre a areia da praia...

E consigo ver a magia poética...Contida na fusão das palavras verdadeiras e as soltas...Em nascer um poema theimoso...

"Com um graveto... Desenhei um coração... Nele coloquei o meu amor por você..

Junto... Veio o carinho e o respeito...

Com o tempo... Chegou a verdade acompanhada da admiração...

Em sequencia... Chegou a cumplicidade...

Veio a onda... E desfez tudo...

Theimosamente... Poeta sou...

Não desisti de lhe fazer sorrir...

Me afastei da beirada da praia... E cuidadosamente refiz o coração contendo o amor e o carinho...

Refiz todo o ritual...

Respeito seguido da verdade...

E da admiração nasceu a a Cumplicidade que uniu todas as palavras verdadeiras...

Mas...

Veio o vento... E num sopro de raiva...

Apagou o coração e levou com a tempestade tudo que tinha nele contido...

Theimosamente... Poeta sou... Desisti da praia...

Em um papel branco... Desenhei um coração...

Nele coloquei o amor e o respeito entrelaçados pelo carinho...

Recarreguei a caneta no nanquim dos sonhos...

E com ela carregada... Escrevi a admiração que tenho por você...

Respirei... Chorei... E das lagrimas... Que pingaram no papel...

Vi brotar a verdade... Deste broto... Nasceu as folhas do respeito...

Em meio as folhas do respeito... Vi brotar o fruto da cumplicidade...

Do sabor único deste fruto... Que eu continuo a escrever...

Theimosamente...

Até o final dos meus dias... Continuarei a escrever...

Até o fim dos meus dias... Theimosamente...

Poeta sou..."

Inserida por PoetaUrbano