Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Não quero perder minha especiaria, perdoe a raiva que quis mostrar desprezando o valor da paz. O tédio da solidão me fez ignorar o quanto me conheces, me respeitas e me entendes. O que sentes por mim não depende do meu comportamento, mas porque você me entende.
A natureza e a minha mulemba, gigante de caule com um diâmetro de tamanho incalculável, folhas verdinhas nos seus altos galhos que só uma girafa multiplicada pode delas se deliciar. A sua sombra convidativa oferece um tapete verde de grama com o solo infértil de qualquer de qualquer semente, é somente para grama!... A natureza e a minha mulemba.
Se o céu da minha boca for o seu paraíso onde o amor se transforma em carne e carne em amor então viverei sorrindo para amar e chorar de felicidade.
É o meu desejo querer numa noite vazia, a estrela que ilumina e me faça curvar-se para a minha rainha do prazer.
Estou assim ultimamente, sensivel às coisas do coração e da alma. O vento fica soprando a minha cara, vento para formar laços, para abraçar, para reunir e amar como nos velhos tempos, todos juntos cheirosos à sabonete, centenas de famílias juntas e todos cantando durante o encontro da meia noite "missa do galo": É NATAL, É NATAL, o menino Deus nasceu... E tudo que aprisiona a quebrar-se deixando todo mundo livre, desejoso e a sonhar com enfeites do interior.
Zangaram-se as nossas almas, azedou o mel da sua boca, a lamparina que ilumina a minha paixão desvaneceu, saturou o movimento de acção, quebrou a taça de vinho bom, que loucura é a minha, o curso do rio interrompido e o pantanal sem escapatória, quero de volta o seu beijo bom escrito em cor de rosa entre lábios da minha boca.
Você não é minha mãe, o amor que sinto por ti é egoísta, contigo não vou brincar de amor porque o orgulho faz ferida que não cura, o meu amor por ti não é bondoso tão pouco paciente porque é invejoso e cheio de ódio por quem fica contigo enquanto finjo paciência.
A Bela terra minha, com as suas montanhas que escondem o crepúsculo do anoitecer e do amanhecer dos vales, Bela minha terra que presenteia rios que se beijam para fundirem-se espalmadamente em álacres beijos com o oceano para eternizar o amor à sua gente com estigma nos rostos de tanto chorar.
A Bela linda minha terra, o lobo vivia triste e abandonado, nervoso andou de jardim a jardim cortou os ramos com flores e levou para o seu esconderijo, aí ficava noites e dias a apreciar o quanto eram lindas as flores e rasgava-lhe sorrisos nos lábios, brilhava-lhe os olhos e tonificava os músculos de satisfação por ter as Belas e lindas flores ao seu lado. A Bela e linda minha terra deixou de ter flores e as abelhas ficaram sufocadas com a falta de néctar para o fabrico do que lhes alimentam e, uma abelha sem rumo pelas selvas foi voando utópicamente a busca do mel que se escondia em milhares de flores que o lobo pôs em cativeiro para a sua satisfação egoísta. As flores estavam a morrer e ficaram sem néctar, os animais deixaram de usufruir da beleza natural das flores, as abelhas a morrerem de fome e os homens tontos nos laboratórios à busca de sabores de mel...
- O vinho bom tornou-se sol ardente que faz minha tez perder brilho, e o teu amor delicioso com a sua suave fragrância se perde entre os homens carentes da cidade que se encharcam de bebidas fortes para espantar as paixões, ó amada do meu coração, quando me envolvo em lenções é o seu nardo que me alimenta.
Vejo os teus olhos em pombas que por trás da minha janela espreitam, fascinadas já não bebem água drenada pelo a/c do quarto como se lessem o meu pensamento, desejo fervente de comer carne rígida de pomba, abro a janela e azas batem em voos altos para o desconhecido, brincadeira, voltam à janela e matam a sede. Um dia estarão agarradas a minha mão e as tratarei com delicadeza e com muita paixão.
As peninhas brancas de "insecto" povoam a minha casa, dificeis de ser removidas, é a acção da Deusa do meu coração. Acordo demanhã e moveis e chão inundados da brancura de peninhas brancas, apoderasse a nostalgia de invernos brancos de neve ... Olho para a minha pequena sala e vejo a linda a esquiar sobre as penas, sacudo a cabeça e procuro pelo aspirador, chupa as peninhas e sinto a amálgama das almas, pô, é ela que voa até mim.
Amar você é um grande risco, e fazer dar certo é a vitória que faz crescer a minha autoconfiança e me faz partir para outras guerras.
Sinto-me bem no teu abraço, minha mente fica tranquila, as guirlandas da mesa à volta da aletria são a verdadeira delícia da alma, o apetite extinguido pelo panetone volta à ribalta, tudo porque você reconhece o meu valor. FELIZ NATAL.
O seu batom que mora em minha língua acorda com o amanhecer do dia, lidera as premissas do seu embelezamento, todas manhãs os teus lábios lambe e fá-los loucos e cativantes e espanta as dúvidas do teu sucesso.
(A escuridão)
A escuridão da minha noite mais densa, aquela que parecia interminável, finalmente encontrou uma brecha de luz na sua presença. Por tanto tempo, fui cativo de um isolamento solitário, mas agora percebo que estava de olhos fechados para as possibilidades que a vida poderia oferecer. Agradeço profundamente por você estar aqui, por ter me mostrado um caminho diferente e por ter me dado a coragem de me abrir para o mundo. Às vezes, tudo o que precisamos é de alguém que nos ilumine, mostrando que a escuridão pode ser dissipada e que a vida guarda belos momentos quando permitimos que eles aconteçam.
Densa você hein!
A minha noite mais densa
Se dissipou diante da sua presença
Durante muito tempo num breu solitário
Porque na verdade estava de olhos fechados
Obrigado por estar aqui e por me abrir...
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