Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Cada dia ao seu lado tem sido os dias mas felizes de toda a minha história!❤️🌱 pois foi Deus quem escolheu vc pra mim.
14 de julho de 2025.
Ele se sentia incomodado com a minha presença, não me queria por perto, mas, ao mesmo tempo, me confundia com sinais de carinho e afeto.
Desde o início da relação, propus um diálogo aberto, expus minhas fragilidades e, muitas vezes, deixei-me levar pelas minhas inseguranças.
Inúmeras vezes convoquei conversas sobre isso, apontei a possibilidade de recuar, de darmos dois passos para trás na relação, entre outras alternativas.
O que mais me machuca é saber que fui subestimado. Quando mostrei minha vulnerabilidade, não foi para assustar, mas para alertar sobre minhas feridas emocionais.
Conheço muito bem os meus sentimentos e acredito que a sinceridade pode ser a chave para o diálogo — mas, nessa relação, não funcionou.
Várias mentiras foram empilhadas sobre a mesa. Falsos desejos foram compartilhados. Afetos e carinhos que nunca foram verdadeiros.
A verdade é que talvez não tenhamos sido permissivos. Talvez permitir-se fosse o caminho: permitir-se falar, conversar, dizer, explicar.
Mas não. Nunca houve a preocupação em me dizer que eu não era desejado na vida dele.
Posso parecer frágil, mas tudo o que quero é poder ser inteiro com alguém que partilhe a vida comigo.
Não é o amor no sentido idealizado da palavra, mas um amor real: a partir do desejo do outro, podemos florescer como na primavera, cair como as folhas no outono ou queimar com as geadas do inverno.
E, a partir do desejo, também podemos arder como fogo na pele alheia, sem que isso seja um ato de traição. Sou sincero e verdadeiro — a mentira me enoja como um regurgito.
Nos tempos em que vivemos, o amor é fragmentado. É preciso assumir isso para caminhar junto à verdade.
Assumir que, numa relação, o outro deseja o "nós", mas também deseja os "outros" — esse caminho parece ser mais justo, verdadeiro e coerente.
Não posso apagar o meu desejo, assim como você não pode apagar o seu. Então, por que não nos alinhamos para arder como chamas, enquanto nos espalhamos como brasas por aí?
As gerações se conflitam, os humanos gorjeiam, e as relações se enfraquecem. A hiperindividualização do eu dificulta o movimento do nós.
Na contemporaneidade, há uma necessidade de comportar os prazeres a partir das nossas liberdades — mas ser livre não significa estar sem o outro.
Como podemos compactuar com a verdade de forma equivalente aos nossos desejos?
Abdicar dos desejos é um caminho para o apagamento do eu?
Em que implica a ascensão do eu em uma relação que contraria o nós?
O que o fetiche pela mentira revela sobre o caráter de alguém?
Uma vez, um orientador riu da minha cara, quando aventei a possibilidade fazer mestrado ou doutorado direto. Ele disse: "Isso é só para quem tem notório saber, kkk" Aquilo me entristeceu e marcou profundamente. O nome dessa pessoa ninguém nunca saberá, mas o meu, vou construi-lo dia após dia, paciente e publicamente até provar que mereço.
Minhas palavras no papel tem ouvido o que
meus sentimentos tem tocado
A minha orquestra vive da música poética
e baila incansavelmente.
Estive sozinho comigo mesmo a tanto tempo
que surge a incerteza se sou a minha
melhor companhia.
(Christopher- As lágrimas secam)
Minha paz, meu asilo, meu momento.
Tudo uma questão do velho amigo tempo
A emoção, a intensidade.
Uma verdade absoluta: Quem tem fé no que busca, chega até a voar.
Em minha esperança carrego o peso das mudanças
Quase desisto de chorar, como uma criança ganhando um doce.
E se toda choradeira fosse simbolo, do quanto custa cada lágrima?
Á lágrima é rica nela valoriza-se sua dor.
O travesseiro com sua absorvência se enriquece toda noite.
E meu papel se rasga todos os dias.
Valorize suas lágrimas, aos que reclamam que choram muito. A lágrima lava por um momento, depois voltamos a sujar os olhos com a tristeza. A felicidade dura por um momento, também caem lágrimas por não caber aos olhos tanta alegria. Os que não choram? Bem, na escrita toda tinta que cai no papel e vira palavra, é lágrima.
O cansaço é relativo, mais o valor de cada gota que cai de minha testa é absoluto para que chegue os sonhos ao meu alcance.
Amor da leitura que agarra os miolos da cuca.
Amor da verdade que salga e adoça a minha
alma em pura vaidade.
Nas vadiagens da rua onde me jogaram,
ainda como gente sou conhecimento.
Vasta humilhação, meus pés sangraram, enquanto
escorrem pelas mãos a riqueza dos homens,
mas sustenta meu espirito o amor que nasceu
nos livros, tornando-se real.
Indio/ escravo/ escravo e indio.
Nordestino (Nordeste de minha lembrança,)
Negro (Lembraça da escravidão.)
Nordestino (No aperreio do memorar a seca veio de morar, meus olhos vieram a alagar por Cariri e Aduke.)
Indio e Negro (Lembro e cuido da minha amada lembrança, bumba e seus barulhos a passar.)
Negro e Indio (A união do pensamento e do olhar.)
Nordestino ( Uma mistura que lambuza a pele.)
Indio ( Grito do meu povo refletido nos olhos de uma pálida pele portuguesa.)
Negro ( Xicotes e gemidos de minha mãe, na dança, no batuque, escuto a voz de Oxalá.)
Nordestino ( Passa boi, passa boi-bumba, dançam os chamados de mulambos, gritam os pardos em cima dos galhos.)
Negro e Índio (
Nordestino (Nordeste de minha lembrança,)
Negro (Lembraça da escravidão.)
Nordestino (No aperreio do memorar a seca veio de morar, meus olhos vieram a alagar por Cariri e Aduke.)
Índio
( Minhas flechas.) Negro (minhas correntes.)
Negro e Indio (Quebrando as cadeias do passado, trago a união do pensamento e do olhar.)
Nordestino ( Uma mistura que lambuza a pele. Lembro e cuido da minha amada lembrança, bumba e seus barulhos a passar.)
Indio ( Grito do meu povo refletido nos olhos de uma pálida pele portuguesa.)
Negro ( Xicotes e gemidos de minha mãe, na dança, no batuque, peço à paz pra meu pai Oxalá.)
Nordestino ( Passa boi, passa boi-bumba, dançam os chamados de mulambos, gritam do alto dos galhos os pardos armados)
Índio:-
Negro e Índio (
Mistura Versão 3 - Completa.
Nordestino
(Nordeste de minha lembrança, o tempo leva a chuva, a união sustenta o tempo com a mistura das peles.
Saboreio a eternidade cultural, prestígio a saudosa tribo!
União...união, lembranças da escravidão, índios e seus espelhos refletindo os medos.
No aperreio do memorar a seca veio de morar, meus olhos vieram a alagar por Kariris e irmão Aduke.
Lembro e cuido da minha amada lembrança, bumba e seus barulhos a passar.)
Negro e Índio
(A união do pensamento e do olhar, minha pele, meus cabelos, minha liberdade, nessa luta nos unimos, em cultura viramos mis-tu-ra! Brasileiros...Brasileiros em espirito... guerreiros que foram trazidos, exportados, destruídos!.)
Nordestino
( É, ainda posso ouvir-los minutos antes de se erguerem para entrar na história.)
Índio
( Grito do meu povo refletido nos olhos de uma pálida pele portuguesa.)
Negro
( Chicotes e gemidos de minha mãe! Na dança, no batuque, escuto a voz de meu pai
:- Resistance .
Oxalá traga à paz. )
Nordestino
( Passa boi, passa boi-bumba, enquanto dançam os chamados mulambos, gritam os pardos em cima dos galhos.)
Negro e Índio
( Cante em meu peito liberdade! Cante nos rios e nos mares! Cante em meu peito cultura, me sustento em teu seio enquanto prematuro!)
Nordestino
( Meus pés gritam para Deus, porque tirou de um filho seu a água que banha a vida? Minha luta, minha labuta, o pensamento embebeda, os olhos escorrem meus molhados pingos.)
Negro
( Mãe! Deixe passar o boi! Deixe o boi passar! Festeje essa dor, alegre-se pelo que a de mudar.)
Índio
( Anauê Arebo. Salve a cada dia. )
Negro
(Ṣaaju ki ọjọ to pa ọ. Antes que o dia te mate.)
Nordestino.
( Antes que o tempo lhe leve, sem te tornar PARTE.)
Riscaram minha pele com brasa, assassinaram minha mãe, roubaram de mim o meu filho, chicotearam meus irmãos. Acredite, ainda diziam se sujar no roçar com nossas peles... cafés e cafés com leite por ai; O pobre branco de espirito não sabia, mas, meus olhos sorriam mesmo sem nada a ter graça, a pele que carregava as marcas da chibata se rasgavam, minha vida já caminhava e do outro lado da calçada encontrei eu a paz, sem cor de pele para entrada.
Abrindo as comportas da minha mente, me esvazio
Libero os trancados e deles se desencadeiam adjetivos
Em um sub-mundo de ego tenho meu reinado, sem leis e ditadores
Sem louvores, sem amores, apenas nos picos altos e baixos de consciência
Tendo ali uma pequena doze do que é existir para si mesmo e não pros outros
Faço furos no meu próprio peito e não sinto, absolutamente nada… Fato da falta de existência de sentimentos
Algo surgi no meu auto ego, não me encontro mais no centro de mim mesmo
Me encontro nos lados, girando em torno de algo que coincidentemente tem a mesma noção de existência, que os sufoca, como um travesseiro nas mãos de um assassino
Tento atingi-la com o foco em outra coisa, das coisas que tento nenhuma me distrai
Me perco no cansaço, que é a tentativa de pensar em outra coisa a não ser você
Tornei-me uma flor, desabrochando e mostrando a minha beleza
Não perdi os meus espinhos…Não seria frágil a esse ponto!
Mostrei a você o que tinha de melhor em mim, fui arrancado do meu nascimento solitário
E fui cortado e moldado ao seu gosto, logo apos todos os cortes, murchei e morri
Devo-lhe falar neste pequeno desvanecer, que se tivesse cuidado melhor de mim, dado mais da tua água, tivesse reparado mais em minhas pétalas e não em meus espinhos, germinaria o que não tinha antes de te conhecer
Amor, você foi como os açoites que marcaram Jesus, destruindo as defesas de uma mente cercada de proteção e deixando ruínas
Sei que como rosa, não poderia me abraçar, se machucaria com meus espinhos
Sei que foi necessário os cortes, para que meus espinhos não te machucassem, mas me corta o belo que te mostrei, apenas descartando os meus esforços
Foi algo determinante a crescer a minha dor, foi algo especial que se gerou em minha memoria, mesmo gerado em grande sofrimento, gerou momentos.
Beira mar, beira do beiço da boca
Boca do gosto de mel
Mel que melou minha roupa
Roupa que manchou
Mancha que fica ferida
Ferida que não cicatriza
Cicatriz que saiu do instinto
Instinto que matou minha vontade
Vontade que não para
Para que estou te amando
Amado amargo, doce da vida
Salgado punhado de expressão
Pressão que pisa no coração
Coração que um dia bombeio sangue
Sangue que afogou minha paixão.
Suor descia de minha testa, cansativa obra poética
Eclética com vários tons que agrediam o psicológico
Quadro de mármore banhado a ouro, grisalho riso estonteante
E mais alguns goles de conto fadas, mais doses de saudade
As fadas voaram sobre as grandes arvores enraizadas no meu peito
Realizaram o meu grande desejo, crie vida grande obra literal
E em mil versões poéticas você me apareceu, cheia de toda reclamação, falação,e paixão
Ela tinha todos os defeitos, que me pareciam tão perfeitos
Ainda ouvi amigos que me disseram tá louco Pedro, logo aquela moça ali?
Mas o que eles não sabiam, é que aquela ali, Jesus que fez pra mim.
Limpo e sujo minha poesia, minha lírica, meu romance. Limpo e sujo sempre!
Sou perverso!
Per/verso.
Pé
Verso
E quanto mais pé tem no meu verso, mais caminho na poesia.
Sentada na areia.
Pensando em você, não sou mar, sou sereia.
Lar de morar, teus braços minha teia.
Te mato ou devoro?
Não sei vou dizer.
Te engulo ou lambuzo?
Dúvidas a nascer!
Morena recheia essa boca e me beija.
Quero sentir tua pele na minha.
Quero sentir teu gostinho no meu.
Não prometo te amar, pois o amor em mim já está.
Estou mais pra lá do que pra cá, balançado por você.
Atordoado a pensar, se eu te pedir um beijinho cê me dá?
Um Celinho pra provar?
Um abraço pra morar?
Morena recheia essa boca e me beija.
Morena recheia essa boca e cendeia esse peito que teu.
Morena, menina, quem te fez poesia.
Morena essas linhas no teu corpo escritas, eu já li e vou dizer que coisa gostosa de ler.
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