Que Saudade dos meus 15 anos
"Luz"
Tu és luz que irradia,
Luz que acalma,e
que alegra os
meus dias,
dias que já
não aguento
de saudades,
que já não
suporto a tua ausência...
A tua Luz,
que traz conforto,paz,
e o amor que colore
o meu viver,
quando eu
já não mais tinha
esperança em
querer....
Querer,merecer,
Amar,Desejar,
só Você!
Marco a minha luz
que completa o meu ser...
Tatiane Oliveira- 16:04 hrs
25.07.2014
"Me aconchego em teus braços,sinto-me protegida em
teu abraço...
Procuro os teus lábios que sedentos encontram-se
com os seus...
Que beijo intenso,calou todos os meus desejos...
Por fim,em teus ouvidos sussurro...
Amo-te...
E nos entregamos mais uma vez,
à esse amor que nos aquece
e nos satisfaz,com
prazer que só
um verdadeiro amor
é capaz de ofertar."
Tatiane Oliveira-
21:02 hrs
24.07.2014
"Que dia triste,
nublado...
Que saudade
do meu amor...
Uma vontade
de sair debaixo
dessa chuva,
e 'roubar'
você só
para mim...
Mas,lhe espero
com paciência.
O Sol
voltará a
brilhar e um
lindo arco-íris
surgirá,
e desse dia
em diante
terei o meu
amor ao
meu lado,
e todos
os carinhos
guardados
à ele
irei entregar..."
Tatiane Oliveira-
20:38 hrs
24.07.2014
" Amar significa compartilhar,
doar-se sem esperar retorno.
É acarinhar quando menos
o seu amor espera
e quando mais o seu amor necessita.
Amar é silenciar
é compreender com
o olhar.
É ser companheiro até
quando a tristeza
me visitar.
Amar é incentivar
sem motivos,rir
das piadas
sem sentido.
Amar é estar ao lado,
é abraço,é beijo,é achar
o seu amor lindo
mesmo dormindo,
e mais lindo acharás
quando este do sono despertar,
para que juntos mais
um dia possam enfrentar.
Sempre a amar e respeitar.
Amar é simples,
Tal qual um pássaro
livre a voar,
mas que sempre
retorna de sua
jornada,para
então nos braços
de sua amada
se aconchegar,
e mais uma vez amar...
Amar é cuidar,
e com os olhos
da alma,a
beleza enxergar,a
beleza de lhe pertencer
e admirar quem
tu amas e ama você....
Admirar...E,só
a ti desejar e
amar & amar...."
Tati Oliveira 23.07.2014
às 02:15 hrs
Que meus pensamentos sobrevivam as intempéries existenciais e que as duvidas permaneçam,
Permeando uma mente fatigada.
Oh! mente cabulosa
e sonhadora
senhora dos meus
desalentos
inimiga dos
desatentos
e incautos,
opressora;
deusa vaidosa
amantedas
concupiscências.
Quando o mundo parecer desabar ao meus pés, eu continuarei olhando firme para aquele que o criou, e assim seguirei destemido a minha jornada.
Deixem-me caminhar com meus próprios pés.
Fantoches são para os fracos, eu não preciso disso.
Deixem-me caminhar com meus próprios pés.
Tenho cá dentro, uma alma rebelde.
Gritando por liberdade...
Tentando destravar as asas da imaginação, e voar.
Deixem-me caminhar com meus próprios pés.
Um robô poderá até ser “inteligente”.
Mas somente alguns homens
Alcançarão a sabedoria plena.
Deixem-me caminhar com meus próprios pés.
Não venhas me dizer o que fazer e o caminho a seguir
Você também está perdido e na mesma nave.
Deixe-me caminhar com meus próprios pés.
Pés de barro.
Deixei de contar os meus dias de sobriedade, e com isso impedido o inflar do meu ego acreditando na ilusão de cura para o meu problema alcoólico.
[Só por hoje].
[...] E eu a caminhar com meus pês de barro nessa estrada sem fim... sem saber aonde chegar, onde ir... Movido por uma esperança mole e sem sustentação. Na ânsia de chagar em algum lugar...
E se o mundo parecer desabar aos meus pés, eu continuarei olhando firme para o Deus do meu coração e assim seguirei destemido a minha jornada.
Todos os meus problemas, metas e sonhos estão nas mãos do [Deus do meu coração] sendo resolvidos e realizados.
Sempre odiei o modismo, sempre odiei o modo que ele se espalha como a peste, e sempre que meus gostos viram moda, sou obrigada à renuncia-los, porque ouvir a voz do povo e seguir, é o mesmo que gravar seu nome numa árvore buscando ser eternizado, ainda que soubesse, que ela seria derrubada.
Carrego em mim toda vida do mundo
Meu coração bate
Minhas pernas funcionam
E meus pulmões me alimentam
Então por que me sinto morta?
Carrego em mim toda vida do mundo
Meus reflexos são ágeis
Meus sentidos certeiros
E minha visão é clara
Então por que me sinto tonta?
Carrego em mim toda vida do mundo
Vejo beleza no podre
Vejo vida na morte
E perfeição na assimetria
Então por que me sinto feia?
Carrego em mim toda vida do mundo
Destruí muitas barreiras
Carreguei muitas pessoas
E construí muitas moradas
Então por que me sinto fraca?
Carrego em mim toda vida do mundo
Meu corpo me sustenta
Minha mente discerne
E meu espírito me guia
Se separadamente sou constituída de virtudes
Por que o todo parece tão disfuncional?
"Gastaria todos os meus beijos em ti, no entanto, ainda assim seriam insuficientes para retribuir o teu carinho e afeto por mim."
Enquanto navego pelos meus pensamentos eu lembro de você é dos nossos momentos juntos, dos nossos beijos, abraços, brigas, etc... Mas aí eu lembro que você já é de outro, e volto a realidade
Depois que eu comecei a me amar de verdade, me amar profundamente, eu me libertei, abri os meus olhos e enxerguei por quantos amores rasos eu me afundei.
Entre os meus dedos,
Entre os meus seios,
Entre meus lábios e pernas
Existe um espaço, um vão...
Que só pode ser preenchido por você.
Você detém todos os moldes.
Sua mão se encaixa perfeitamente à minha.
O vão entre meus seios
O vão entre meus dedos
O vão entre minhas pernas
O vão entre os meu lábios, todos os lábios
Só você pode os preencher com maestria.
Meus atos?
O que eu fiz até hoje para chegar ao meu objetivo?
Uma série de coisas, mas acredite em mim.
Foi em vão.
Insuficiente.
Não valeu.
Não fez a diferença.
A minha dor tem causa. Minha depressão foi motivada.
Minha morte talvez não seja compreendida, e inevitavelmente cairei no esquecimento.
Depois disso eu passarei a eternidade num mundo bem pior que esse, porque me contaram que quem tira a própria vida não tem salvação.
Hoje eu morri.
Senti meus órgãos cansadinhos se desligando um a um.
Me vi perder todas as forças e vontade de viver.
Morri! E ao me ver, chorei por mim.
Ouvi meu silêncio cantarolar.
E foi a canção mais triste que me ouvi cantar.
Vi meu vazio desabrochar.
Vi a tristeza se apossar de mim.
Vi meus sonhos se calarem e minha voz não quis falar. Eu me calei! Desliguei!
Eu morri! E ao morrer, chorei por mim.
Enlutada sofri a falta que eu me fiz.
Gritei por mim. Pra não me deixar.
Pra eu voltar.
Eu não me ouvi.
Eu me perdi.
Me vi morrer, me vi partir.
Fiquei sem mim e aí chorei.
Eu só tinha a mim.
Ninguém me viu morrer.
Ninguém me viu sofrer a dor de me perder.
Ninguém chorou por mim e aí sozinha eu me velei. Quis me dizer umas palavras, de gratidão por existir, falei de amor, falei de sonhos, falei da força de viver e da vontade de vencer por mim, me agradeci.
Me beijei uma última vez, me acariciei e me despedi.
Aí me dei conta de que realmente morri. Fui-me embora. Me deixei alí.
Eu fui meu grande amor, meu maior sonho, fui eu quem mais botou fé em mim.
Vou fazer falta. Eu sei que todo o eu vai sentir.
Porque eu fui grande dentro de mim até que hoje eu explodi, me desfiz e fui morar longe de mim. Eu me deixei. Vesti meu luto e nunca mais ouvi falar de mim.
“Que os olhos de Deus me protejam, daquilo que os meus não podem ver.” ( autoral de Josielly Rarunny | 2015 )
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