Que Saudade dos meus 15 anos
O que esperar, se na vida tudo é um breve,
Breve adeus, uma curta esperança.
Sem romper incertezas, espere,
Espere que venha uma grande bagunça.
Não espere, a vida precisa de ousadia,
Onde o adeus, não deve ter espaço.
Rompa com a insegurança e faça,
Seja o seu melhor não um tolo.
Esvazie- se e preencha os espaços,
Com amor e valor,
Com fervor e audácia.
Festeje, mesmo que sozinho, na dor,
Abrace a alegria da vida,
E faça valer seu maiores desejos.
Como Ser Feliz no Brasil
O Cristo, lá do alto, não abre mais os braços —
estão cansados.
Ele olha o Rio e chora.
Chora como quem já não tem mais lágrimas,
só sangue.
O sangue desce pelas vielas,
mistura-se à chuva,
escorre pelas escadarias do morro,
lava o rosto de uma cidade que esqueceu o que é piedade.
Uma menina grita —
o pai caiu no chão, o peito aberto, o olhar parado.
Ela chama, chama, mas ninguém vem.
E o Cristo, imóvel, observa,
com o olhar pesado de quem carrega todos os mortos
e os que ainda vão morrer.
O policial também caiu.
Não é herói, nem vilão —
é um corpo traído pelo Estado,
um corpo sem preparo, sem futuro,
usado como escudo na guerra dos que nunca sobem o morro.
E o povo grita.
Mas o grito se perde.
Sobe, se mistura ao vento quente,
vira eco, vira reza, vira desespero.
Do outro lado da tela, nas redes,
há quem sorria.
Blogueiros, políticos, comentaristas de sofá —
todos erguendo taças,
festejando o sangue que correu.
Dizem que não foi chacina,
foi faxina.
Mas não eram bandidos.
Eram pais.
Eram filhos.
Eram avós, mulheres, trabalhadores,
gente que sonhava com o mínimo —
sobreviver.
Gente que acreditava,
mesmo que por instinto,
que ainda existia um Brasil para lutar.
Mas o Brasil não olha para os morros,
não sobe as escadarias,
não investe nas escolas,
não abraça o povo.
O Brasil aponta.
Atira.
E depois comemora.
A dor, agora, não cabe mais no peito.
O choro se mistura à lama,
o sangue vira notícia,
e o corpo negro —
o corpo que sempre foi o primeiro a cair —
vira espetáculo.
Dá ibope.
Vira estatística.
Vira silêncio.
E o Cristo, lá do alto,
já não parece uma estátua.
Parece um lamento.
Um lamento feito de pedra,
de fé cansada,
de humanidade morta.
O Brasil sangra no peito d’Ele.
E cada gota que cai
é um pedido de perdão
que ninguém ouve.
Porque aqui,
a caneta que deveria salvar,
assina a sentença.
E o Estado, que devia proteger,
mata.
Mata em nome da ordem,
mata em nome da paz,
mata porque aprendeu a matar
antes de aprender a cuidar.
E assim, o sangue desce o morro,
invade os rios,
chega ao mar,
e deságua no coração do país —
um coração cansado,
que pulsa em silêncio,
tentando, ainda assim,
ser feliz no Brasil.
Não procure ser o melhor, mas sim o mais humilde. Porque até a maior árvore da floresta começa do chão.
Seja simples porque o maior homem do mundo e dono de tudo morreu de braços aberto por ti.
Amigos são pessoas especiais que trazem vida e cores aos nossos momentos, sejam quais forem.
São eles que multiplicam as nossas alegrias e diminuem as nossas dores, tornando os nossos dias cheio sonhos e repletos de magia.
"Vocês também possuem sonhos. Todo ser vivo nasce com um sonho dentro do coração. Mesmo que tenham se perdido no caminho, ainda podem encontrar o seu próprio sonho. Sigam em frente e procurem os seus verdadeiros sonhos."
Mulher! Inteligente e amorosa, simultaneamente, poderosa e forte o bastante para sustentar o seu universo.
A educação faz sentido, quando ao sentirmos há o sentido da existência, e por consequência sentimos o sentido de protagonizar e contribuir para os outros e para nós mesmos. Essa é a a educação que a instituição deve promover a todos, sem extinção.
Se uma professora mulher não compreende as dificuldades contemporâneas de uma aluna mulher, que enfrenta seus próprios traumas e desafios pessoais, a educação deixa de ser libertadora. O discurso de “professora sábia” torna-se equivocado. Todo o conhecimento que o(a) professor(a) acumulou perde valor se sua atitude afasta os alunos da sala de aula, comprometendo o direito deles a um futuro digno. Assim, a promessa e a missão do(a) professor(a) em formar cidadãos participativos, críticos e cooperativos, capazes de atender às necessidades básicas de aprendizagem; não se concretizam. De nada adianta o discurso bonito e bem elaborado se as atitudes e palavras forem desmotivadoras para o(a) aluno(a).
Não existe escola sem aluno, nem sem educadores, muito menos sem professores. Também não existe sem um ambiente acolhedor que promova o pertencimento e a existência. Afirmo: a estrutura é importante, mas não essencial. Se houver um educador apaixonado pelo ato de educar, não importará o lugar; sempre haverá mentes e horizontes preparados para reivindicar sua cidadania, exercendo força nas mudanças e inovações para o bem comum.
Não existe escola sem aluno, nem sem educadores, muito menos sem professores. Também não existe sem um ambiente acolhedor que promova o pertencimento e a existência. Afirmo: a estrutura é importante, mas não essencial. Se houver um educador apaixonado pelo ato de educar, não importará o lugar — sempre haverá mentes e horizontes preparados para reivindicar sua cidadania, exercendo força nas mudanças e inovações para o bem comum.
Ainda ontem, menino, eu era porreta. Arremessava pedra no infinito, certo de que acertaria o impossível. Me encantava por qualquer menina que cruzasse meu olhar.Tocava campainha e voava, sem jamais olhar para trás.Rasgava o dedão ao chutar bola descalço,chorava o desprezo do dia,perdia o sono por causa do “não” da menina que eu gostava.Hoje, me cobro por não ser e por não poder mais ser “aquele menino” que outro fui!
Uma escola que protege e acolhe, onde cada pessoa existe, pertence e floresce; uma escola de liberdade, dignidade e vida.
O que temos à direita?
A formação clássica e obrigatória do ser humano nunca esteve tão exposta como nos últimos anos. Mesmo que, por tradição histórica entre pais e filhos, ou melhor, pela escolarização formal, percebemos discursos de direita sem fundamentação histórica.
Um idealismo imposto, alimentado pela condução do outro. Outro que acumula bens enquanto defende corruptos e marginalizados.
É lamentável ver pessoas sem aprofundamento intelectual submeterem-se a defender aqueles que estão no topo do lucro, apenas por discursarem de forma bonita, mas sem argumentos lógicos e fundamentados.
É preocupante notar a ignorância e a persistência em não compreender que, mesmo servindo a uma espécie de escravidão doutrinária, muitos dependem das políticas públicas associadas à esquerda.
Buscam e cobram seus direitos, mas acabam por cuspir no prato do qual se alimentam.
Minha vida sempre foi disfarce, nunca foi como queria, sempre achei que poderia ser amada, mas isso pelo visto nunca vai acontecer.
Ei Amigos e amigas! Juntos + 1 em 07 de Outubro, somos muito mais para Castelo - Jair e Eutemar! Abraços Jairzísticos.
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