Que partiu desta vida
Quando o "AMOR" estiver em seus gestos e ações, inevitavelmente a "LUZ" estará presente, abençoando e guiando toda a sua vida e daqueles que com você conviver!
Pense nisso!!
A melhor pespectiva sempre é a otimista. Quem duvida?
Nossa vida se assemelha a um barco, que desliza diariamente a outra margem. Mesmo sem perceber, algo sempre nos escapa. Eu pergunto: posso sair da rota?
Vai acontecer algo?
Prepare seu barco, com confiança, a vida nem sempre é boa e rosa, e aceite que nem sempre estamos certos, e a razão, ah a razão ( in ) felizmente não vive ao nosso lado.
A rota pode (deve) ser mudada com cuidado e atenção.
O universo conspira.
Não desafie acreditar.
Bom recomeço
Eu sempre acreditei, que o que faz valer a vida muito a pena é o amor dado, hoje acredito muito mais.
Crer nisso nunca é tarde...sobe no palco da vida e acredite.
Se existe força nas palavras? Claro.
Imagina o poder das atitudes, as sutilezas de ações. Muitas vezes as atitudes não só nos movem, mas determina nosso valor.
Estamos sempre em busca de preenchermos algo e nessa buscar incessante podemos encontrar não o que queríamos mas que nos satisfaz, e por não estarmos completos em algum momento tudo se esvai, acaba e tornamos a nossa busca, até encontramos algo que realmente nos complete
Quando me liberei das correntes que carregavam toneladas, percebi que, liberto, pulei e planei como se fosse vento. Olhei ao redor e percebi que minha vista havia mudado: agora, enxergava horizontes livres para caminhar. Caminhei lentamente e contemplei a paisagem—aquele pôr do sol, tão levemente quente ao meu rosto. Caminhei apressadamente, sentindo a necessidade de encontrar um caminho. Comecei a balançar meu corpo: estava em trote. E, quando vi, estava correndo disparadamente, até que me tornei um só com a vida. Não sentia o calor do sol, pois eu o era—tão fervorosamente majestoso e livre. Explodia luz que, ao tocar o mundo, tornava-se cor—cores vivas que pintariam a esplêndida arte da vida.
Desejei por dias aprisionar-te
sonhei, delirei, desvaneci.
Acreditei no que aspirei não acreditar.
Projetei na ignorância de que podia controlar.
E por certo a natureza quis me avisar
que uma borboleta não se pode aprisionar,
pois até em seus ciclos metamorfoses há.
Como hei de controlar ? Sufoquei-me por não aceitar.
Mas, resgatei no verbo esperançar
quando livre entendi o seu voar,
e agora sei que o céu é teu lar.
Talvez um dia na minha vida possa pousar.
