Que o Ventos nos Leve
"A vida é um sopro,
cujos ventos cintilam em nossas velas içadas,
em que o tudo,
ou o nada,
não produz rama,
ou faz morada."
O que será?
Primeiro as evidências, depois vieram as consequências,
no soprar dos ventos sussurros ouvi,
ao olhar para a lua e receber as respostas em silêncio senti as confirmações,
na madrugada vazia os sonhos foram atropelados,
cérebro uivando ferozmente, a dor ganhando vida loucamente,
O que será dos amanhãs com esse hoje tão turbulento?
As vezes, inutilmente vamos contra a maré, lutamos contra tempestades e ventos contrario por uma ilusão de uma ilha que seria nosso Porto Seguro. Mas que segurança é esta, se no caminho corremos o risco de perdermos nós mesmo?
Nunca percamos o que somos por nada neste mundo. Mundos foram descobertos por pessoas que simplesmente não arriscarm levar o Barco contra a tempestade, simplesmente deixaram a maré os levar e assim descobriram mundos. Nunca lute contra sua essência.
Rafael Silveira Faisca.
Que os ventos soprem a nosso favor
Que a vida seja vivida com positividade
Que reine entre nós otimismo e boa vontade
As coisas boas da vida não se afastem de nós
Que possamos encontrar a paz tão esperada
Me fizeste com coração cigano e alma encantada
E aprendi a amar desde cedo os ventos, chuva e tempestade..
E admirava os Deuses e encantados da natureza
E adorei o Amor a se revelar nos mistérios da natureza
Entre mantrans e sinfonias de esferase dimensões paralelas
Vi meu coração incendiado de paixões da carne e amores espirituais
Extasiei inevitavelmente
E em Luz e Som, iluminado de Vida, com lábios em prece te rendi Louvor
Versos de gratidão nos lábios
Abstração
Era uma noite escura e velas resistiam aos ventos intensos violentos da memória. Nas gavetas as sensações da imaginação criavam um passado que sucumbiu na tempestade da perturbação intempestiva e inoportuna.
O que haveria do outro lado do absoluto esquecimento de cenas, agora vazias de vida, vítima de versos talvez revoltos, escrotos ou singelos, quem sabe, esculpidos e tingidos de paz, pureza, leveza?
Cenas criadas, concebidas, fantasiadas remeteram a uma multiplicidade de sentidos, imagens, talvez geradas e abortadas de um juízo errôneo, irrefletido.
Qual deus, qual nada, qual tudo lhe suprimiu, subtraiu a memória como um larápio poderoso que sublimou, apropriou-se daquele passado na gaveta vazia.
E a lágrima perdeu-se no curso natural, devastada pela letargia do tempo olvido, pela tempestade profunda e prolongada da memória enlutada do esquecimento. Lágrima a deriva, nem verso, nem rima, nem nada.
(Bia Pardini)
Parabéns Pra Mim Uma Mulher E Tanto Pra Vcs De Fora Não É Nd. Mas Só Eu Sei Os Ventos Que Eu Passei E Superei. Feliz Por Quem Sou.
E Por Quem Eu Ainda Me Tornarei
Carrego comigo a leveza dos ventos,
que sussurram para a alma: há beleza
na espera e na quietude.
Que possamos ser como as flores do
campo, simplesmente florescendo
e deixando para trás o que
não nos serve mais.
- Edna de Andrade
Chuva é orquestra.
Com seus ventos, raios, trovões ou mansidão, tem dias de Bach, Mozart, Vivaldi, Ravel...
Nesta apresentação de hoje ouço Choro número 1
do Villa-Lobos.
Os ventos que despertaram as estrelas Estão soprando através do meu sangue.
Quando os sonhos se perdem na vastidão do tempo a solidão das minhas noites é levada pelos ventos para lugares distantes. Me visto de amor e perco minha alma para o que se descurtina a minha frente. Minha mãe dizia que o dia tem uma palmatória, e a noite uma varinha de condão. Me olho no espelho meu sorriso está desgastado, minha pele está fragilizada e envelhecida. Pergunto a imagem que vejo : a onde foi parar aquelas pessoas que eu daria minha vida para velas feliz. Em qual curva da estrada se perdeu aquela voz que me dizia, vou te amar pra sempre . São tantas perguntas e nem uma resposta. Acho que a varinha de condão da minha noite está quebrada. Boa noite.
Mais uma moite, e a lua não veio . Posso ouvir a canção dos ventos,
passando entre arvores e telhados. É uma canção serena, me faz sentir paz, tranquilidade.
Por um instante esqueço do mundo e de tudo que há nele, Quando de repente me vem à mente, sua boca seus lábios pronunciando que me amava que nunca iria me deixar. Teu amor foi fantasia de tempo marcado, foi apemas um tempo de carência. Que pena eu havia te escolhido pra ficar comigo . Mais me deixas-te esperando, meu sonho de amor morreu foi embora com você. Boa noite.
Os ventos da solidão são constantes e frios em meu ser. A falência do amor corrói meu coração e infecta meu discernimento, me tornando um dependente viciado nos prazeres do passado recente. Como sempre afirmei, o amor é viciante! Após a sua perda, a dependência te deixa doente e requer um tratamento para uma doença crônica. Sentir-se ao menos uma vez amado causa esse mal e sua sobrevivência sempre dependerá de um amor presente e companheiro.
É pra lá que eu vou, onde a liberdade me acompanha, onde a claridade, os bons ventos me chamam...
Vou para onde o meu sorriso floresça, onde o meu brilho jamais apague !
Vou de encontro a mim mesma, destravando meus medos, perdoando minhas falhas, abraçando a minha felicidade...
É pra lá que eu vou...
Onde o sol toca o meu rosto, onde o meu coração se sente quente, em paz, determinado.
É pra lá que eu vou devagar e com carinho, aproveitando o caminho...
É pra lá que eu vou e quero ficar. ..
"Na minha Vida"....na minha melhor fase, guiada e protegida por Deus, ele sim...nunca soltou a minha mão!
...Aos que me fizeram e me fazem bem gratidão!
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Sol na pele,
ar puro na alma.
É aqui, entre ondas que chegam
e ventos que passam,
que eu lembro: a vida também se reinventa.
Cada gole é um brinde ao agora,
um convite silencioso
para confiar no tempo,
para respirar mais fundo,
para escolher recomeçar.
Porque dentro de mim mora uma força mansa,
feita de quedas que não me quebraram
e de manhãs que insistiram em nascer.
E quando o mar canta, eu escuto:
há sempre um motivo para sorrir,
há sempre um caminho que se abre,
há sempre um raio de luz disposto
a tocar quem não desiste de brilhar.
E eu sigo
Intensa, resiliente, inteira
celebrando a vida,
hoje e sempre.
PÃO DA VIDA.
Estou a tempo em tempos há anos,
Meus projetos têm voado alto
Com os ventos, como panos.
Meus sonhos estão escondidos
Atrás de uma montanha
E cobertos em relentos.
Sou viajante pelo deserto deste mundo,
Vagando no horizonte do sol nascente,
Sem fome e sem os lábios secos,
Tenho na direção uma bússola, um rumo.
Sou tipo um pássaro que aprendeu voar,
Uma leoa com o seu leão,
Como um peixe livre que pode nadar,
Um solitário com proteção.
Sem a Solidão, sem o em vão.
Estou como aqueles que choram
Sem motivos, e sem o só vivendo sozinho.
Acompanhado pelas palavras,
E nas frases o sentimento,
E nas lágrimas um grande carinho.
Estou a tempo em tempos, há horas.
Voando alto com os ventos,
Indo na direção das tempestades,
E vendo o mundo no deserto,
E um pão trazendo felicidades.
Muitos não têm o ter, mas têm sede de ser,
Muitos não querem comer,
Pois a ilusão da fartura, a ganância,
Engana o corpo, a alma, o espírito.
E a sua forma de neste mundo viver.
Quem te chama pelo nome,
Não esquece a tua história.
Quem te fez a promessa,
É o seu único caminho para a vitória.
Beba da água, coma do pão da vida.
Receba a promessa e a restauração,
Pois aquele que crê Nele jamais terá fome,
Jamais terá sede.
E viverá a eterna salvação.
Autor: Cássio Charles Borges
Última Estrela
Distante ela brilha
Singular, refaz caminhos
Escuta os ventos e a melodia do silêncio
Linha, amplitude para as sensações.
Kaike Machado
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