Que o Ventos nos Leve

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A história é tão leve quanto a vida do indivíduo, insustentavelmente leve, leve como uma pluma, como uma poeira que voa, como uma coisa que vai desaparecer amanhã.

Milan Kundera
A insustentável leveza do ser. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.

E que o tempo não leve embora nunca o motivo dos meus sorrisos.

Muita gente se preocupa em ser magro, mas não se preocupa em ser leve.

Eu estou pedindo a tua mão, me leve para qualquer lado.

Muitos ventos sopram.
Dentro e fora de mim uivam
lobos que não sou.

Os ventos estão sempre ao lado dos que mandam.

Ventos exibidos,
que cantam fortes, uivantes,
também desafinam...

Ventos nos umbrais
janelas antigas,
modernos varais.

Tu me amavas... que direito tinhas então de me deixar?

O Morro dos Ventos Uivantes
BRONTË, Emily. O Morro dos Ventos Uivantes (1847)

Beije-me uma vez mais, e não me deixe ver os seus olhos! Perdoo-lhe o que você me fez. Amo a minha assassina... mas não a sua! Como eu poderia viver sem minha vida? Como eu poderia viver sem minha alma?

Nesse intante a porteira do jardim foi aberta.O casal estava voltando.
- Eles não tem medo de nada juntos, desafiaram satánas e todas legiões .

Não tenho medo, nem esperança de morrer. Contudo não posso continuar assim! Tenho que me lembrar de respirar, de manter o meu coração a bater! A luta tem sido longa e desejo tanto que acabe em breve!

Oh, meu Deus, é impossível! Eu não posso viver sem a minha vida! Eu não posso viver sem a minha alma!

Só quero que nunca mais nos separemos, e, se algum dia as minhas palavras te angustiarem, lembra-te de que sentirei a mesma angústia debaixo da terra.

Que setembro venha com bons ventos, que me traga sorte e amor, que não me deixe sofrer...

Que outubro venha com bons ventos, que me traga sorte e amor, que não me deixe sofrer, por favor. Só por um mês, faça tudo dar certo, depois veremos o que vamos fazer em novembro.

Os ventos que tiram algo que amamos são os mesmos que trazem algo para amar...

Rafael Wissmann Monteiro

Nota: Trecho adaptado da música "Frozen Valley" da banda Silent Heart, que tem vindo a ser erroneamente atribuído a Bob Marley.

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Ainda que dentro de mim as águas apodreçam e se encham de lama e ventos ocasionais depositem peixes mortos pelas margens e todos os avisos se façam presentes nas asas das borboletas e nas folhas dos plátanos que devem estar perdendo folhas lá bem ao sul e ainda que você me sacuda e diga que me ama e que precisa de mim: ainda assim não sentirei o cheiro podre das águas e meus pés não se sujarão na lama e meus olhos não verão as carcaças entreabertas em vermes nas margens, ainda assim eu matarei as borboletas e cuspirei nas folhas amareladas dos plátanos e afastarei você com o gesto mais duro que conseguir e direi duramente que seu amor não me toca nem me comove e que sua precisão de mim não passa de fome e que você me devoraria como eu devoraria você. Ah se ousássemos.

Quando é pra ser, os ventos contrários perdem as forças

[As paixões] são como ventos que enfunam as velas do barco. Elas o submergem às vezes, mas sem elas não se poderia singrar. A bílis o torna colérico e doente, mas sem a bílis o homem não poderia viver. Tudo é perigoso neste mundo e tudo é necessário.