Que meus Pes me Levem
Penso em você quando fecho meus olhos, instantes passados, passando e irão acontecer. Uma doce junção de desejos mal resolvidos, situações não acabadas. Aquela chama que arde ao coração, que ofega a respiração, que descontrola as sentidos que me faz cada dia mais lhe querer.
"Quem Sou Eu?
Aos Meus Amigos
Eu Sou,
Quando Poder...
- O Riso Do Humor.
Se Precisar...
- O Ombro Da Confiança.
Se Quizer...
- O Conselho Da Consciência.
E Pra Sempre...
- O Sórrizo Da Gratidão!"
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.
...MaisOLHOS TRÊMULOS
Você me fala de seus olhos trêmulos
E Meus olhos não cansam de olhar os olhos teus,
Fala-me seus olhos
E olho enquanto não cega os olhos meus.
Leio seus lábios tão sábios,
Finos e suaves, sedosos...
Meu desejo incontrolável,
É objetivo e meu propósito.
Aonde pretendes ir?
Estou clamando tua presença
Mas
Jogastes meus sonhos ao vento
Desenhou em um papel
A tua nova direção...
E hoje sei porque demoras
Nunca é fácil dizer não
Alguém tem que sentir
Tua falta nas manhãs
E alguém...
Tem que despedaçar o coração
Sonhei outra vez com teu nome
Mas não tenho claro
Respostas pra minhas perguntas
Por que se afastas e não as alcança?
O tempo não para...
As lentas horas me trazem uma canção
E agora dependo destas horas
Horas que me deixam com a solidão
Maldita estação de pensamentos
Que me prende a lembrança
Que um dia nos amamos
Mas que agora!
Já não me amas mais...
Queria apenas esquecer
Que um dia deixastes de me amar...
Meus defeitos, mesmo sendo tão imersos as minhas qualidades, são demais para pessoas vazias que tratam do amor como adrenalina.
Meus olhos brilham, mas não pense que é por completude natural. Brilham porque vivo a ponto de chorar e as vezes, é muito difícil conservar os lábios imutáveis.
É por isso que meus olhos ofuscam o brilho da lua, é porque mostro a você só o que há de mais belo em mim e, em tempo nenhum, deixo transpor aquele capricho que tenho de caminhar cada vez mais rápido até meu paraíso particular.
O clarão da lua,
invade a escuridão da noite
para guiar os meus passos.
Só posso visualizar o brilho da poesia
As estrelas, são pequenas contas de luz
que dão brilho a cada verso
Para comover os sonhos
transformando cada um
em pequena inspiração.
Se você quiser meus versos
São do tamanho do teu amor
Que pode até ser intenso
Mas caso decidas ler
Serei sempre mto intensa
Pois no brilho dos teus olhos
Vejo a luz da recompensa!
Bjo no teu ♥.
Cler
Invento meus delírios e às 3 horas da manhã me confundo no silêncio e na solidão. Olhar pra trás é o que diz mais se o futuro é incapaz de me acalmar agora.
Ter você em meus sonhos é uma forma de manter viva a esperança de que um dia você vai ser pra sempre minha!
Os meus olhos tem a fonte do horizonte, e vendo a vida eu vejo que a vida é uma coisa comum abstracto, mas te conhecendo vim a descobrir que a vida não passa de uma aventura, dentro destas aventuras há sempre uma que nos hipnotiza que para mim você me deixou com a certeza que a vida é um diagnostico de amor
E todos os meus problemas ficaram pequenos ... O PROBLEMA maior engoliu todos os menores.
Quanta dor, e ter que se segurar, ter que ser forte ... "sozinha".
Minha mãe, minha vida inteira. Meu tudo.
O ultimo Caos
Você desmoronou meus castelos
Desfez os nossos laços
Destruiu as minhas fronteiras e matou o meu povo
E Fez tudo em silencio
Como país derrotado
Enterrarei os meus mortos
Estenderei estandartes em luto
E quando não puder mais chorar
Verei o que restou do meu reino
Salvarei o que puder ser salvo
Do meu reino solitário agora
Descasarei em meu trono cansado e vazio
E morrerei como um moribundo
Com a esperança de não renascer.
Pensamentos
Meus pensamentos, minhas sensações, meus sentimentos.
Que em meu Ser, afloram e se proliferam.
São ávidos por liberdade, pois quando se aprisiono um ou outro.
Estes apodrecem e causam-me envenenamento.
E são essas dores angustiantes causadas pelo envenenamento.
Que me lanço à escrita, “Ela” que é o antídoto do veneno.
Meu punho e minha caneta tornam-se instrumento dessa “Cura”.
E através de minha escrita, curo-me e liberto todos os “moribundos” de suas senzalas.
Revitalizo e os torno “Vivos” em linhas de páginas.
Que podem até, nunca virem a ser lidas.
Mas ainda assim serão livres e vivas.
As vezes necessito ficar só por algum tempo, só assim consigo me embriagar com meus pensamentos e encontro a coisa certa a ser feita.
