Quase Morto
Já é quase 5 da manhã acordei triste a te procura nos meus sonhos você sempre alegre e dizendo o quanto me ama queria eu ter a sorte de te-la em meus braços a mulher dos meus sonhos minha amada está longe dos meus braços a saudade invade minha alma faz chorar uma coração que te pede implorar seu amor seu que muitas coisas vão querer nos separar mais tem deus por nós é um anjo cupido la no céu a te orientar a não desistir desse amor tão lindo que em seu coração brotou e que regarei com todo amor que tenho em mim te amo verdadeiramente e eternamente para você minha amada
Vivemos em uma era de aparelhos eletrônicos inteligentes
que fazem tudo ou quase...
e de seres humanos imbecilizados
que não conseguem fazer quase nada sem essa tecnologia.
Meditar diariamente, permite enxergar um mundo doente.
A meditação cura e previne quase todas doenças, é técnica e ciência, além de crenças.
Ainda não conseguir meditar é a prova da falta de meditação, mas é preciso se esforçar.
Meditar é estar com Deus, sendo impossível provar o contrário e nunca conseguirá.
Para sair do automático: me-dita-ação.
Entre os procedimentos pesados para ter quase tudo na vida, o mais leve é o desapego, sendo como se já tivesse tudo e sem precisar cuidar.
Salvo água, comida e moradia, princípios para não diminuir essa felicidade.
O dinheiro resolve quase tudo, pois foi inventada uma forma que sem ele terá problemas, assim ele parece ser a solução.
Esquecer leva tempo. Não julgue o sofrimento alheio com base na sua cicatriz já quase apagada; você pode ter sido forte, mas nem toda ferida tem a mesma profundidade.
Somos o futuro
Mais uma noite acaba
Mas não acaba o sentir
Um sentido quase raro
A novidade está por vir
Todo dia é um novo ar
Alguma coisa pra respirar
Estando nessa plenitude
Na eminência de atitude
É claro que haverá então
Outra paisagem lá fora
Somos o futuro, irmão
Quer mesmo dar o fora?
Opto por prosseguir aqui
Um tanto longe de mim
Ainda refletindo comigo
Motivado, mesmo sem ti.
Eu interior
A beleza, quando imensa, parece absurda
Enxergada de longe, quase inalcancável
Ela é, na verdade, plenamente realizável
Pela alma, fruto do sonhar, do ser e do estar
De nada adiantariam mil vidas, todas elas
Sendo rotineiras, comuns e pouco vividas
Se o espírito não se elevar, o corpo é vago
Somente a imagem de aparência antiga
A esperança, embora forte, não sobrevive
Sozinha e sem a ambição de fazer o novo
Os atos, muitas vezes estranhos, estes dizem
O que todos buscamos e antes ocultamos
A ficha sempre cai, vem à tona, sem dó
É preferível que haja a chance do pior
Pois só assim a surpresa triunfa poderosa
Quando menos se espera, ela é generosa
Sejamos, então, gratos ao nosso eu interior
Não nos abandonou nas crises frequentes
Soube se mostrar grande e venceu o terror
Que poderia crescer permanentemente.
A britânica Susan Boyle levou quase meio século para ser reconhecida como cantora. Quando for pensar que é tarde demais, repense: ainda dá tempo!
Quase do lado de lá
Sua derrocada é brindada com espumante
Tem amigas que na verdade detestam ela
Uns chamam de má sorte, outros se calam
Quanta inveja atrai uma moça que é bela!
Antidepressivos são sua nova companhia
Flerta com a insanidade toda santa noite
Não sabe se viverá noventa dias ou anos
Um diabo imaginário a esfola com açoite
Muitos a veem como dama bem-sucedida
Possui carro importado, casa aqui e acolá
Esses compram o livro, contudo não leem
Senão saberiam como ela realmente está
O desespero tomou conta da cabeça dela
Tudo o que visualiza tem dor e escuridão
Sua voz agrega ao coro dos desgraçados
Procura no limbo alguém para dar a mão.
"Ser realista hoje é ter de ser otimista consigo mesmo, por que a verdade quase sempre cai para o pessimismo dos olhos destes que já não querem ver"
A dor é muito grande, a ansiedade é quase demais pra suportar...
Mas você insiste em me sufocar com seu ódio. Eu já cansei de ser o vilão que não sou.
Meus instintos me insistem nesse espírito quase que extinto.
Minha alma só paira quando a forte energia a acalma.
Insanos proibidos, do real ao imortal, sobrevivo sem final.
Conspiração cruzada, ação não pensada, coração na função.
“Hoje te reconheço nas sombras do que foste. Doaste tanto que quase não restou nada. Agora, ao me preencher, percebo teu vazio. E nele, tua força.”
I. O fio invisível entre a razão e o abismo
Há um fio quase imperceptível que separa a sanidade da loucura. Ele não é feito de lógica nem de evidência. É tecido em silêncio, por forças que a consciência não domina e o juízo não decifra. Às vezes firme, às vezes tênue como névoa, esse fio nos atravessa. E todos nós, em algum momento, já o sentimos estremecer.
A sanidade é frequentemente confundida com controle, previsibilidade, coerência. Mas há loucuras que são apenas formas radicais de sentir. Sentir demais. Sentir o que o mundo não suporta nomear. Sentir o que escapa às categorias da razão domesticada. E há insanidades que nascem não do caos, mas do excesso de lucidez, quando a realidade se mostra em sua nudez crua e insuportável.
Nem toda loucura é ruína. Algumas são defesa. Outras, travessia. Há quem precise se despedaçar para sobreviver à rigidez do que é dito normal. E há quem se esconda atrás da sanidade como quem se fecha numa prisão segura, mas estéril.
A lucidez não é ausência de delírio. É a capacidade de dialogar com ele sem se perder. De acolher o que se rompeu sem rejeitar o que ainda sustenta. De habitar a própria mente como um território sagrado, mesmo quando os mapas falham.
No fundo, talvez sejamos todos dançarinos à beira do abismo. E o que nos salva não é o equilíbrio perfeito, mas a graça com que aprendemos a cair e voltar.
