Quanto Vale um Abraco
Prefiro abrir mão de "um amor" para vê-la feliz que lutar e vê-la sofrer confusa sem saber o que fazer.
Nunca desejei que houvesse um Deus para invocar - desejei frequentemente que houvesse um Deus para agradecer.
E hoje eu aprendi que estar sozinho não é sinônimo de solidão, mas apenas um momento de reconciliação entre você e sua própria alma.
Percebi que agradar alguém quando se está se desagradando é o maior sinal de falta de amor próprio e você deve realmente procurar alguém que te ajude a recuperá-lo, antes que seja tarde demais.
Aprendi que enquanto você chora, a maior parte ri. E, que o choro de lágrimas revoltadas e raivosas são tão inúteis quanto querer perto aquele que não te quer.
Enxerguei que quando as pessoas perdem a paciência comigo, a minha já se esgotou há tempos e estou concentrada, tentando ser alguém melhor.
Aprendi que recebemos presentes inesperados, de pessoas inesperadas e, que estes presentes, quase sempre nem são materiais, são olhares, palavras, abraços, coisas que durante a limpeza do armário nunca conseguirei jogar no lixo.
E eu vi que buscar amizades é a coisa mais tola que podemos fazer! Verdadeiros amigos nos amam como somos e aceitam, ajudam; não destilam palavras negativas a seu respeito quando não concordam com você.
Entendi que posso ficar horas, dias, semanas tentando explicar a complexidade de meus sentimentos a alguém e, isso não muda o fato de que ele, provavelmente, jamais entenda nem mesmo uma palavra do que eu disse e ainda me julgue como chata ou louca.
Mas, mais que tudo, aprendi que todos os dias vivo aprendendo, descobrindo, vendo coisas que ontem mesmo estavam diante de mim e eu não enxergava.
Que exuberância é mesmo viver! Nunca temos a última oportunidade, a última vez, a última descoberta. O caminho abriga segredos só descobertos pelos mais audaciosos.
Todas as vezes que desacreditei, a vida se encarregou de mostrar todo o brilho. Só vê o brilho quem quer, só sente, quem deixa a magia tomar conta...
Não é preciso ser gay, lésbica ou bi para ser contra a homofobia. Basta ter um cérebro e uma boa dose de bom senso.
Notícia final
E os jornais
(em letras garrafais)
Noticiaram mais um assassinato.
Na primeira página,
Do anonimato,
Surge a figura do assassino.
Espantoso!
Detalhes,minúcias incríveis
Surgem nas letras
(que largam tinta)
Como o sangue negro,
Coagulado,
Que vertia do corpo,
Aberto
Pelas trinta punhaladas
(sobre ele desfechadas).
Os mais horrendos pormenores
São narrados, fotografados.
Nada é proibido
A maiores ou menores.
Os prelos rodam
No afã da venda.
Sensacional
O seu jornal!
Roubos, assaltos
(a mão armada ou desarmada).
Atropelamentos,
Envenenamentos
(foi a empregada seduzida
Pelo patrão).
Toda a podridão
Desenterrada
Do lixo das cidades.
Atrocidades!
Figuras anormais,
Bestiais
Circulam pelas sessões
Policiais,
Em todas as páginas,
Em todos os cantos
Do jornais.
Pormenores jamais proibidos
(mas bem lidos)
A maiores ou menores
O riacho,
Quem é capaz de adivinhar o futuro? A vida é semelhante a um riacho. Há quatro formas de encarar a coisa:
Algumas pessoas ficam extasiadas e inertes, admirando a silhueta do leito. Acabam sendo atingidas pelos respingos das alegrias e tristezas de seus amigos, familiares... Assim, vão assistindo a vida passar. Certamente, quando chegar o dia, elas serão abençoadas e aceitas de volta por Deus.
Outras, diante de tamanha maravilha de Deus, viajam em si mesmas, e partir de alguma percepção despertada por esse exercício de introspecção, vencem a inércia e acabam seguindo o leito da vida, por fora, descobrindo o quanto as quedas poderiam ser suavizadas pela profundidade de uma amizade ou amor. Concluem assim, que todos nós fluímos para o mar representado pelas mãos do Criador. Porém, como navegaram à margem, não absorveram da vida os elementos para a elaboração de suas pérolas. Ainda assim, haverão de ser queridas e aceitas por Deus, algum dia.
Há aquelas pessoas que mergulham de cabeça em tão acolhedor riacho. Vivem, sorvendo as experiências das profundezas, aprendem a nadar de diversas maneiras, vivenciando intensamente a plenitude no mundo das águas, com uma sede insaciável. Haverão de ter visto a vida de dentro, espalham seus sorrisos e lágrimas por todos os lados, e devem chegar às mãos do criador completamente ébrias. Porém, enquanto nessa circunstância, não conseguimos distinguir certas “pedras” no caminho. Com isso, se faz necessário ir ao cais para curar os ferimentos. Descobre-se aí o quanto as margens da vida podem ser estranhas a um “peixe”. Ainda assim, tu poderás contar com o Supremo, que ti receberás de braços abertos.
Há um tipo raríssimo de pessoa que deixa pegadas nas margens, indicando que não é inerte. Dizem que ela só se banha na cabeceira do riacho, pois é onde se forma todo o fluido vital. Outros dizem que se trata de uma lenda, pois já correram toda a margem do riacho e nunca a viram. Certa vez, apareceu uma explicação através de uma criança e foi a que mais gostei. Ela palestrava a todos, afirmando a existência de tal pessoa, porém os adultos não a viam, porque, assim como as crianças, vez por outra se escondia entre as moitas das margens buscando solitude. A criança insistia em afirmar que já haviam se banhado juntos, na nascente, no leito e na foz do riacho. Ambas conversavam por horas e mais horas, assim admitia a criança. Ninguém acreditava. Quem mais poderia ter tanto assunto para conversar horas e mais horas com uma criança? A criança, realmente nunca havia sido vista em companhia de pessoa alguma. Muitos diziam que era seu amigo imaginário. Pois bem amiga, a tal pessoa, está em todos nós. A tal pessoa cresceu em nós, tornando-se esquecida e irreconhecível. O ser humano escolhe assim, viver à luz das equivocadas fantasias do seu bando. Devemos saber a hora certa do banho, a hora certa de caminhar e a hora certa de parar. Tudo na vida dispõe de uma medida. E quem dispõe do recipiente? Certamente uma criança.
Hoje dei um suspiro e senti algo diferente. Ou melhor, esse suspiro era diferente e depois dele todos os suspiros que se sucederam também eram diferentes.
Eles eram mais profundos
Suspirava com vontade, sabe!
Com vontade de sorrir, de chorar, de gritar
Acho que esses são suspiros da paixão
Sinto saudade, vontade, desejo
Sei que esses suspiros são proibidos e quase utópicos
Porém confesso que estou gostando de senti-los
Não sei por quanto tempo continuarei suspirando por você
Mas não quero parar de suspirar agora.
Se eu pudesse, apenas um dia,
voltar no tempo,
queria que fosse
para o dia em que te conheci.
Se eu devesse, talvez,
corrigir um erro,
queria que fosse
o da nossa primeira briga.
Se eu pudesse, então,
repetir o que foi bom
queria que fosse
o nosso primeiro beijo.
Se eu pudesse, ainda,
desfazer um ato,
queria que fosse
o te ter magoado.
E se eu pudesse, por último,
fazer um pedido,
queria que fosse
o de ser feliz pra sempre
contigo.
Aquilo que serve de alimento e de bálsamo para um tipo superior de homem deve ser quase veneno para um tipo bem mais diverso e inferior.
Inteiro
Amores pela metade não me satisfazem, meias amizades não me convencem,
um quase sorrir não me contenta, um pouco de paz não me tranquiliza,
estar perto não diz que cheguei, "foi por um triz" não me consola.
Eu não me dou em pedaços, não quero meias esperanças, nem ser feliz pela metade.
Não quero meias palavras, não gosto de meios termos, não quero meias verdades
se for pra ser, que seja. Por inteiro
Fragmentos de um amor
Na minha mente, tua lembrança
No meu coração, teu amor
No meu corpo, tuas mãos
No meu desejo, teu calor.
Na minha vida, teu rastro
Nos meus sonhos, tua imagem
Nos meus olhos, teu olhar
No meu peito, tua saudade.
Na minha dança, teu molejo
Na minha pele, teu cheiro
Na minha boca, teu gosto
No meu paladar, teu tempero.
Nos meus ouvidos, tua música
Nas madrugadas, tua presença
Na minha fantasia, tua espera
No meu lado, tua ausência!
Meninas são bruxas e fadas,
Palhaço é um homem todo pintado de piadas!
Céu azul é o telhado do mundo inteiro,
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro!
(...)
Velhinhos são crianças nascidas faz tempo!
Com água e farinha eu colo figurinha e foto em documento!
Escola é onde a gente aprende palavrão...
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração!
Despedida
Um ciclo se encerra em minha vida
É mais um momento de despedida
Mais uma batalha que por mim foi vencida
Mas chegou o momento da ida
Não esquecerei o que aqui vivi
Os laços de amizade que estabeleci
Sinto, mas devo partir.
Cada um de nós deve decidir se quer caminhar na luz do altruísmo construtivo ou nas trevas do egoísmo.
O sucesso é um péssimo professor. Induz gente brilhante a pensar que é impossível perder.
Música ou livro
Desenho ou anime
Um momento sozinho
E do mundo estou livre
Um mundo em minha mente
Que me liberta dessa gente
Eu faço as regras desse mundo
sonho acordado e viajo até o fundo
me perco sumindo da realidade
Sendo feliz em um mundo sem maldade
SEMPRE BOM LEMBRAR:
Frequenta o abandono quem vive um quase namoro, fantasia reciprocidade, aceita abraço frouxo, conversa sem olho no olho, ausência de carícia.
Frequenta o abandono quem chama a rejeição de saudade, implora por qualquer fiapo de atenção, enfeita sua própria desvantagem.
Frequenta o abandono quem vê na recusa uma possibilidade de mudança ignorando os sinais óbvios da distância.
Frequenta o abandono quem não reconhece que ser bem tratada não é um mérito, mas uma condição e segue chamando migalhas de banquete.
Frequenta o abandono com assiduidade quem se contenta com tão pouco que o Outro para mantê-la descobre que pode dar cada vez menos.
Frequenta o abandono quem não está disponível pra viver um romance porque namora um drama.
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