Quanto Vale um Abraco

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De bengala invisível e passos incertos,
um vagabundo caminha no espelho a olhar,
com sonhos maiores que os campos abertos
e uma imensa vontade de se reinventar.
Charles, o homem por trás do próprio olhar,
faz do silêncio a sua mais forte e clara voz.
Com a alma despida, o mundo ele tenta abraçar,
buscando a poesia que vive dentro de nós.
Sob as chuvas da vida, ele prefere andar,
para que as dúvidas fiquem bem escondidas,
mas basta um sorriso pro seu peito clarear,
transformando em força as dores vividas.
Você nos recorda o valor de seguir com verdade,
de aceitar o passado e encarar o presente com fervor,
de buscar na rotina a real felicidade
e de colocar em cada dia um pouco mais de amor.
O seu mundo precisa de paz e de compaixão,
de menos cobrança e mais calma no olhar.
Força, Charles, escute o seu coração,
pois, mesmo no caos, você nasceu para brilhar.

Sinais cifrados na tela que brilha,
um eco perdido na pressa do dia.
A mente escapa, cruza a trilha,
onde o barulho do mundo silencia.
Mensagens soltas, rastros na névoa,
frases que dizem o que o peito calou.
Uma corrente oculta que a noite eleva,
no mapa secreto que o tempo traçou.
Cruzamos caminhos na sombra da rua,
duas órbitas mudas sob o mesmo céu.
A paz do campo, a tarde que recua,
guardam o enigma atrás do véu.
Sem pressa, sem nomes, sem dar direção,
o hoje se esconde no que não foi dito.
O que nos conecta foge da razão,
um quase real perdido no infinito.

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Que belo seria! Se todo olho que se enxerga, contemplasse o íntimo da alma de cada um. O precioso tesouro que há no outro. Além dessas embalagens, copos e corpos.

Tenho andado com um medo danado. Um medo danado destas coisas que nos arrebatam, o não-sentido de tudo que é certo e ainda o sentir de quando nada é errado. Este silêncio intermitente sem teus olhos que já nem me assusta, mas uma batida à porta que me é pavorosa. Quem sabe seja você com a bagunça que sempre trás; quem sabe. Quem sabe não seja nada, mas eu ando com um medo danado.

Para um coração partido
Basta um coração batendo

Todo dia é um dia a menos, e temos que perceber isto. O tempo nos escapa e escorre pelas mãos; ele é alheio a nós e às nossas vontades. A areia corre pela ampulheta numa roda-viva que um dia acaba. Irredutível, segue sempre à frente, sem dúvidas ou meias certezas. Amanhã, talvez. E depois? Ninguém sabe!

Nosso inimigo não é um lado político ou outro: são os impostos!


O governo paga suas contas com o dinheiro de quem trabalha. São aproximadamente cinco meses do nosso esforço por ano destinados a sustentar essa estrutura, que movimenta trilhões de reais.


Imagine não pagar esses impostos! Poderíamos trabalhar quase cinco meses a menos por ano. Em vez de 6x1, poderíamos ter uma escala próxima de 4x3, trabalhando quatro dias e descansando três, com o mesmo poder de compra!


E os serviços? Com menos impostos, você poderia pagar um dos melhores planos de saúde privados. Os produtos também poderiam custar muito menos. Uma bolacha de R$ 2, por exemplo, poderia custar R$ 0,30, considerando a retirada de toda a carga tributária.


Mais dinheiro no bolso, produtos mais baratos e mais tempo para viver!


Enquanto isso, no Congresso, as sessões deliberativas costumam se concentrar de terça a quinta. Talvez a luta devesse começar por mudar a escala de quem administra o dinheiro público, em vez de simplesmente discutir como mudar a escala de quem paga a conta.


O trabalhador deveria trabalhar para viver, não viver para sustentar o Estado!

Para que contexto, se o texto virou pretexto onde cada um constrói sua própria verdade conforme a conveniência...
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A personalidade humana é como uma porta de um aposento sem paredes, e a psicologia só conhece aquilo que consegue enxergar pelo buraco da fechadura.

O homem observa as nuvens, sente o vento e, mesmo assim, nem sempre acerta a previsão do tempo.

Para o tempo, meteorologia é previsão.
Para o comportamento humano, a psicologia é afirmação.
Há ciência... haja paciência para tanta contradição.

Tudo sabe. Tudo explica. De pouco realmente entende.

Se nem o próprio homem se conhece, como pode o homem conhecer o homem que é?
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Ou você decide, ou a vida decide por você. De um jeito ou de outro, vai acontecer... não como você queria, e algum dia perguntará a si mesmo como poderia ter sido. A não decisão é uma decisão: você decide ficar onde está. O tempo é o único recurso não renovável. Ele passa, com ou sem o seu sim. O arrependimento pesa mais que o erro... Mas o arrependimento vira aprendizado. A dúvida... Um fantasma.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j.

Sobre o passado.....? Se você o deixa, é um fantasma que te assombra... mas se o busca é um demônio que te destrói.
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Saboreando um bife , chora o membro da sociedade de proteção animal..... lágrimas de crocodilo para postar no STATUS
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Sobre quem me critica pelo modo que escrevo, procure conhecer um pouco de tudo o que descrevo. Ignorância gera ignorância... Só o conhecimento traz entendimento...!
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Quem fala é da boca para fora, mas quem escreve é da alma para dentro. A verdade não vivida é uma mentira... Apenas palavras. Fé sem obras.... será que somos os mesmos em todos os lugares??...

Ninguém se torna algo ao contrário do que sempre foi. Um dia a máscara cai e, por não ter mais como esconder, assume... Porque nada há encoberto que não venha a ser revelado. A essência é que faz a consciência.
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O mesmo produto exposto no brechó, se encontrado em um antiquário, só paga o preço quem sabe o valor que tem... Essas palavras muitos lerão, poucos entenderão...
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Solidão,
um dia eu te queria
e não te sentia...
Você vem;
percebo,
a solidão
judia.
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O homem descobre ser perfeitamente possível invejar um desconhecido ao se apaixonar por uma mulher casada... Aliança que não rompe, anel que não quebra. 𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j