Quanto Vale um Abraco

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Você não pode mudar o mundo, mas um livro pode mudar você!
Um livro pode te fazer viajar sem que você sequer saia do sofá.
Um livro te apresenta cultura, comida, pessoas, histórias...
O mundo te apresenta um livro e um livro te apresenta o mundo!


#EuAmoLivros⁠

Um dia não estarei aqui;
Mas enquanto estiver;
Te desejarei bom dia;
Perguntarei como foi seu dia;
Te direi eu te amo;
Rezarei por você;
Sonharei com Alice;
Te darei meu melhor;
Pois um dia não estarei aqui.

Um dia você aprende...

Que seus dias bons também se cruzarão com os dias ruins de alguém...
E é ali que o mundo te conhecerá de verdade.

A Dor de um Imigrante

Ninguém vê.

Ninguém vê as lágrimas que caem enquanto dirigimos para o trabalho antes do sol nascer.

Ninguém vê o silêncio dentro da van quando uma música toca e, por alguns segundos, somos transportados para a mesa da nossa mãe, para a voz do nosso pai, para o abraço dos nossos filhos.

Ninguém vê.

As pessoas enxergam o resultado, mas não conhecem o preço.

Não sabem quantos aniversários perdemos.
Quantos Natais assistimos pela tela de um celular.
Quantas vezes desligamos uma chamada e ficamos olhando para o nada, tentando engolir o choro para continuar trabalhando.

Ser imigrante é aprender a sorrir enquanto o coração sangra.

É construir uma casa para os outros enquanto você sonha em voltar para a sua.

É passar anos trabalhando para dar uma vida melhor aos seus filhos, enquanto perde momentos da infância deles que nunca mais voltarão.

É ganhar dinheiro e, às vezes, sentir que está ficando cada vez mais pobre daquilo que realmente importa: tempo.

Tempo com seu pai.
Tempo com sua mãe.
Tempo com seus filhos.

Porque o dinheiro volta.

O tempo, não.

E talvez essa seja a maior dor de todas.

Viver sabendo que seus pais estão envelhecendo.
Que seus filhos estão crescendo.
Que sua família está seguindo a vida.

E você não está lá.

Há dias em que a saudade aperta tanto que parece faltar ar.

Dias em que você tem trabalho, saúde, comida, carro, oportunidades…

Mas ainda assim sente um vazio que nada consegue preencher.

Porque existem ausências que o sucesso não cura.

Existem distâncias que o dinheiro não encurta.

Existem abraços que nenhuma conquista substitui.

Mas existe algo que nos mantém de pé.

A esperança.

A esperança de um dia olhar para trás e entender que cada lágrima teve um propósito.

Que cada noite sem dormir valeu a pena.

Que cada sacrifício construiu um futuro melhor para aqueles que amamos.

O imigrante vive carregando duas vidas dentro do peito.

A vida que deixou para trás.

E a vida que ainda está tentando construir.

E mesmo cansado…
Mesmo com medo…
Mesmo chorando em silêncio…

Ele continua.

Porque desistir significaria abandonar os sonhos de toda uma família.

E quem ama de verdade suporta dores que ninguém imagina.

Talvez seja isso que nos torna tão fortes.

Não porque não sentimos a dor.

Mas porque aprendemos a caminhar com ela.

Todos os dias.

Até que um dia, Deus permita que a saudade se transforme em abraço.

E o sacrifício, finalmente, em paz.

Algo que é mais forte do que um vínculo sanguíneo.
É a soma: confronto do medo com a diversidades destinadas de um Mestre em meio aos conflitos interno e o aceitação de seus ideias pelo mundo ou em qualquer dimensão que ele exista. pois é possível dai criar uma genialidade.

⁠Acredite redes sociais, coisas matérias, o corpo, lhe dão um pouco de liberdade...
Mais ela é uma ilusão...
Não tem nada igual nesse mundo como Amar e ser Amado com o mais puro significado da palavra...
Todo o resto irá ficar nesse mundo quando você se for...
Mais o Verdadeiro Amor sempre se Eternizar com progenitores e dádivas...

⁠O amor de um casal é esplêndido e divino! O momento em que as duas almas se encontram e se encaixam nada mais ao seu redor requer atenção! Pois juntos se tornam um só na Imaculada União com Deus!

⁠Entenda que: Ninguém te trocar por algo MELHOR, mais sim por algo Mais fácil, a LEALDADE é um presente extremamente CARO, RARO e INESTIMÁVEL que não se pode esperar de pessoas sem valor...

Gerir a saúde mental exige um tipo de raciocínio lógico que nem a matemática consegue explicar.⚖️

Puro fogo de palha. Qualquer um que chega de carro ou moto leva fácil!🚗🏍️⁠

É, talvez eu tenha sido apenas um ponte de suprir o que te faltava.

Depois de vários anos
o universo finalmente nos colocou
diante um do outro.


Nós estávamos no alto da cidade,
onde os prédios pareciam pequenos
e o horizonte parecia não ter fim,
mas naquela tarde
eu não queria contemplar a cidade,
eu só queria contemplar você.


O verde de teus olhos enchia meu coração de poesia,
então eu te abracei
e cantei baixinho ao teu ouvido
que eu não conseguia deixar de me apaixonar por você.


Quando a música terminou,
meus lábios encontraram os teus
e São Paulo inteira desapareceu.


Depois disso nós fizemos amor
com a ternura de quem se conhece há muitos anos
e com a paixão de quem se encontra pela primeira vez.


E se eu pudesse escolher de minha vida um único momento
para levar comigo eternamente,
eu levaria nosso momento naquele terraço,
eu levaria o instante daquele beijo,
naquela tarde em que finalmente você foi minha,
e em que finalmente eu tornei-me teu.

Dizem que existe um fio vermelho
amarrado ao dedo de cada pessoa,
invisível aos olhos,
mas impossível de romper.

Ele atravessa distâncias,
cruza caminhos,
se perde entre despedidas
e, ainda assim,
sempre encontra o seu destino.

Talvez o meu esteja preso ao seu.

Talvez todas as pessoas que encontrei
tenham sido apenas nós pelo caminho,
e você,
o outro lado do fio
que eu ainda não sabia procurar.

Não sei se é destino,
coincidência ou apenas desejo.

Mas quando falo com você,
mesmo de longe,
sinto algo puxar dentro de mim.

E, pela primeira vez,
não quero cortar o fio.

Quero apenas descobrir
onde ele termina.

Há um garoto que me fascina,
talvez pelos olhos que não sei decifrar,
talvez pelas palavras gentis
que ainda tenho medo de acreditar.

Sempre o achei bonito,
distante demais para mim.
Até que seus lábios tocaram os meus
e o impossível chegou ao fim.

No começo, temi ser uma mentira,
uma brincadeira disfarçada.
Mas encontrei ternura em seus olhos
e uma timidez inesperada.

Desde então, carrego uma dúvida:
se aquele beijo foi só um instante,
ou se, em algum canto de nós,
nasceu algo pequeno e hesitante.

Brasil, um país tão gostoso de morar,
mas ruim para ter celular,
a cada ligação recebida,
sei lá quem liga,
o dia inteiro,
me causa até medo,
mas apenas eles vivem a ligar...
Não quero mais meu celular!

Ela tem rosto de menina, mas um encanto que não cabe na idade. O sorriso chega primeiro, depois o olhar faz o resto: bagunça a calma de quem encontra o dela. É daquelas belezas leves, que não precisam chamar atenção — porque naturalmente iluminam tudo ao redor.

Está deitado aqui sem o calor do seu corpo e um Martinho, queria tanto se aquecido pelas sua chamas, suas mãos por todo meu corpo, aquela pegada forte que só você sabe onde me arrepia.....

Mais Que um Acaso


Não conheço o seu abraço,
mas conheço o conforto
que existe quando você fala.


Não conheço seus passos,
mas já reconheço o jeito como você chega.


Não sei ainda
todas as suas histórias,
seus medos,
suas manias,
as coisas que o tempo
ainda vai me revelar.


Isso também já me fez perguntar:
Como pode nascer tanto Amor
em tão pouco tempo?


Como pode alguém
que ainda não esteve diante de mim
conseguir estar tão presente
em pensamentos que antes eram só meus?


Não sei explicar.


Só sei que,
entre uma conversa e outra,
alguma coisa foi acontecendo.


Sem promessa,
sem planejamento,
sem que nenhum de nós
precisasse procurar.


E agora existe você
em um lugar que eu não esperava
que alguém pudesse ocupar em tão pouco tempo.


Algumas coisas, de fato, eu não sei:


Mas não quero diminuir o que sinto
só porque ainda não tivemos tempo suficiente para entender.


Porque, se isso for loucura, como você disse,
que seja uma daquelas loucuras
que a vida nos concede uma única vez.


E não preciso conhecer ainda o seu abraço
para saber que quero um dia estar dentro dele.


Nem conhecer todos os seus caminhos
para desejar caminhar ao seu lado.


Porque, mesmo sem nunca ter tocado você,
alguma coisa em mim já tocou alguma coisa em você.


E isso, meu amor,
é bonito demais para chamarmos apenas de acaso.

O Uber, o Azulejista e o Perigo de Esquecer o Despertador
Era mais um dia normal de trabalho para o motorista peregrino. Pelo menos era o que ele imaginava quando, por volta das seis e vinte da manhã, recebeu um chamado da senhora Luana para levá-la até uma marmoraria localizada na Vila Brasília, na zona norte de São Carlos, próxima à Rodovia Washington Luís e ao campus da UFSCar. Para o motorista, uma corrida com mais de oito quilômetros naquele horário, antes das sete da manhã, normalmente significava que alguma coisa havia acontecido. Afinal, passageiro que precisa percorrer uma distância dessas logo cedo geralmente não está simplesmente passeando. Ou perdeu o ônibus, ou perdeu a hora, ou perdeu a paciência. Às vezes, perde os três de uma só vez.
Dito e feito! Ao chegar ao ponto de partida e confirmar o nome da passageira, o motorista desejou-lhe um ótimo dia e, logo em seguida, perguntou: “A senhora está atrasada para o trabalho? O ônibus não passou? Ou será que o relógio não despertou?”. Luana, uma mulher de estatura acima da média, olhou para o motorista e respondeu, com a maior tranquilidade: “E se eu lhe disser que aconteceram as três coisas que o senhor falou e ainda mais duas?”. Naquele momento, o motorista peregrino percebeu que aquela não seria uma corrida como as outras. O problema agora era descobrir quais seriam as duas coisas que faltavam naquela história.
O motorista ficou todo embananado, tentando imaginar o que poderia ter acontecido com Luana. Por alguns segundos, pensou que talvez fosse melhor não perguntar. Afinal, existem passageiros que entram no carro querendo apenas chegar ao destino, e existem aqueles que parecem carregar uma novela inteira dentro da mochila. Como o peregrino adora conversar com os passageiros e, principalmente, colher histórias para o seu próximo livro, resolveu arriscar: “Então me conte o que mais aconteceu. Quem sabe isso não vira uma história engraçada para o meu livro?”. Luana imediatamente perguntou: “O senhor escreve?”. O motorista respondeu que sim. Ela então completou: “Bem que eu imaginei. Pela sua aparência, o senhor deve fazer coisas muito interessantes”. O motorista sorriu e respondeu: “Olhe, senhora, eu faço tantas coisas que, às vezes, até eu mesmo ponho em dúvida a minha sanidade mental”.
Luana caiu na risada e quis saber: “Mas que coisas o senhor faz para se achar um homem assim?”. O motorista, percebendo que a conversa estava ficando cada vez melhor, respondeu: “Primeiro a senhora me conta quais foram essas duas coisas que aconteceram e que a obrigaram a pegar um Uber. Depois eu conto as minhas”. Luana respirou fundo e começou: “Então está bem. O meu marido, na noite anterior, bateu o carro porque tinha bebido um pouco a mais. Ainda bem que foi bem perto da nossa casa. Aliás, ele chegou a tentar entrar na casa do vizinho. Imagine o estado do meu marido!”. O motorista ficou surpreso e perguntou: “Sim, mas, se isso aconteceu na noite anterior, por que a senhora perdeu o horário do trabalho hoje?”.
“Quer saber mesmo?”, perguntou Luana, já segurando o riso. “O meu marido é azulejista. Ele é um ótimo profissional, mas é muito chato quando não bebe. Eu até deixei de trabalhar com ele por causa das chatices. Quando está sóbrio, parece que o mundo inteiro está assentando azulejo errado.” O motorista começou a rir, mas lembrou que ainda faltava uma parte importante da história: “Sim, mas não me enrole, porque já estamos quase chegando ao destino da corrida”. Luana continuou: “O meu marido, quando bebe, é uma pessoa maravilhosa, muito carinhoso. Então, naquela noite, como eu estava a fim de receber uns carinhos, convidei-o para tomar umas cervejas comigo”.
A história estava começando a fazer sentido. Luana prosseguiu: “Lá pelas tantas da noite, eu o peguei pelo braço e o levei para o quarto. Quando chegamos lá, falei para ele: ‘Sobe aí na cama, agora! Se você dormir, eu te taco no chão!’”. O motorista peregrino já não sabia se deveria rir, fazer outra pergunta ou simplesmente continuar dirigindo e agradecer por ter escolhido aquela profissão. Luana, então, encerrou a explicação: “Para resumir, tivemos uma noite maravilhosa. Eu sequer me lembrei de colocar o relógio para despertar”.
Faltava pouco menos de um quilômetro para chegarem ao destino quando Luana, como quem havia acabado de descobrir a moral da própria história, disse ao motorista: “O meu destino é casar-me com gente que gosta de um mé, de cachaça, de cerveja... Sei lá, de tudo o que tem álcool. O meu primeiro marido bebia bastante, mas era violento. Agora este bebe, mas é carinhoso. Então eu estou num dilema: se ele não bebe, ele nem se lembra que eu existo; agora, se ele bebe, sou eu que não me lembro do trabalho”.

Os dois caíram na gargalhada, enquanto o motorista pensava que, definitivamente, aquela não tinha sido apenas mais uma corrida. Tinha sido uma daquelas histórias que aparecem de repente, entram no carro sem avisar e, quando chegam ao destino, deixam uma lembrança que vale mais do que o próprio valor da corrida.
E talvez seja justamente isso que o peregrino aprendeu nas estradas e também atrás do volante: **há pessoas que entram em nossa vida por alguns minutos e acabam deixando histórias que permanecem por muitos anos**. Algumas nos ensinam, outras nos emocionam, algumas nos fazem pensar e outras simplesmente nos fazem rir. E, para quem gosta de caminhar pela vida com os olhos e os ouvidos abertos, até uma corrida de Uber pode se transformar em uma página de livro.
Peregrino Nino Carneiro

Dizer não é ter respeito por você...
É pagar um preço por suas escolhas...
É contribuir para ter por perto o verdadeiro...
Não ultrapasse o universo, que possui seu próprio direcionamento, o respeito mútuo, atrai harmonia de qualquer existência.