Quanto Vale um Abraco

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Minhas mãos nasceram para amar a terra ❤

Cuidar da terra é um gesto de fé,
é como entoar orações
e seguir rituais ...

Retirar, com paciência e delicadeza,
o que impede a vida de respirar
(as ervas daninhas...),
oferecer alimento , nutrientes
(adubo e fertilizantes...)
lançar sementes ao solo
e confiar no tempo
( o senhor da sabedoria...).

Regar com presença,
proteger com ternura,
aceitar o ritmo das estações,
as vontades do céu
e os ciclos da terra.

E então…
um dia,
quase em segredo,
silenciosamente
e com imensa generosidade
a vida responde...

germina, cresce,
floresce e frutifica lentamente,
como quem agradece
ao cuidado que a chamou
para existir e nutrir.

©️✍@MiriamDaCosta

O oásis silencioso


A praia completamente desnudada
da caótica presença humana
é um dos meus oásis.


Ali,
o vento não disputa espaço com vozes,
nem o mar precisa gritar
para ser ouvido.


A areia repousa em sua própria epiderme,
sem marcas de exibicionismo e vaidade,
sem rastros de pressa, gritaria e estresse.


E eu,
descalça de rumores do mundo,
finalmente me reconheço
na vastidão simples
de existir em simbiose com Ele,
o mar.


✍©️@MiriamDaCosta

Umbral Park


As pessoas temem o umbral
como se fosse um abismo distante,
um território sombrio reservado
aos que “caíram”.


Mas caminham, distraídas,
por corredores de um mundo
onde a luz é fachada
e a sombra é norma.


Vivem em um parque temático
de ilusões e crueldades sutis,
um Umbral Park
onde a dor é naturalizada,
a indiferença é entretenimento
e a consciência… opcional.


Aqui,
fantasmas vestem carne,
e muitos corpos
já não abrigam presença alguma.


Temem o pós-morte,
mas não percebem
a morte em vida
que respiram todos os dias.


E assim seguem,
comprando ingressos para o próprio esquecimento,
sorrindo nas filas do absurdo,
sem notar
que o verdadeiro umbral
não é para onde vão…


é onde já estão.
✍©️@MiriamDaCosta

Um talento, quando sufocado
pelo excesso
ou abandonado ao ócio,
definha em rotina.


Mas, quando dança
no equilíbrio entre ambos,
deixa de ser vício ou inércia
e se revela
plena virtude viva,
pulsante, consciente.
✍©️@MiriamDaCosta

Um verdadeiro poeta
não faz poesia para os leitores,
prefere fazer leitores
para as suas poesias.


Ele escolhe descrever
as nuances da alma humana
em seus versos,
e assim vai...
acariciando
ou golpeando
cada leitor.


Um verdadeiro poeta
não corteja aplausos,
não se curva à pressa
do entendimento,
nem adestra palavras
para caberem em bocas distraídas.


Ele escreve
como quem acende incêndios
em territórios ainda intactos,
como quem abre fendas
na superfície lisa do pensamento.


Escolhe habitar
as multifaces da alma humana,
as zonas de sombra,
os excessos de luz,
os silêncios que gritam
e as verdades
que ninguém ousa nomear.


E assim vai...
verso após verso,
sem pedir licença,
ora acaricia,
como quem reconhece feridas
e sopra delicadeza sobre elas,


ora golpeia,
como quem rompe couraças antigas
e expõe o que o leitor
passou a vida inteira evitando ver.


Porque sabe,
não é o leitor que encontra o poema,
é o poema que encontra o leitor
e o atravessa.


E, quando isso acontece,
já não se sai ileso,
algo se desloca,
algo se inaugura,
algo se ganha ou se perde
para sempre.


E é nesse instante,
silencioso, íntimo, irreversível,
que nasce, enfim,
um leitor.
✍@MiriamDaCosta

Ser
tem um valor elevadíssimo
e cobra um preço
que não se parcela,
não se negocia,
não se adia.


Ser exige sangue, suor,
pele, carne, coragem,
determinação, resiliência
e a renúncia dolorosa
de todas as máscaras confortáveis.


E a maioria dos “eus”
que transitam
nesse mundo apressado e raso
prefere o disfarce, a superfície,
o aplauso fácil e estantâneo
do não-ser.


Porque não possuem crédito,
nem lastro,
nem a ousadia necessária
para sustentar o peso
de existir em verdade.


Então vivem…
mas não são.
✍@MiriamDaCosta

Paz de espírito?!


É um poder espiritual interior
que bem material algum
consegue negociar.


A paz de espírito
é um poder silencioso e íntimo,
um território sagrado,
onde nenhum bem material
tem moeda suficiente
para sequer tentar entrar.
✍@MiriamDaCosta

Quem sou eu?


Eu sou um corpo feito
de marés e memórias,
uma ferida que canta,
um silêncio que grita
e um grito que se recolhe
na beira de si.


Eu sou uma ponte
entre o ontem e o nunca,
um território de palavras
que sangram e florescem,
um abrigo de ventos
onde o tempo se senta
para ouvir histórias
que só a minha alma sabe contar.


Eu sou a pergunta
que não se cansa de perguntar:
"Quem sou eu?"
E é nessa busca
que sou mais inteira.


Quem sou eu?


Eu sou um processo,
não um produto.
Não sou um “quem” pronto,
mas um vir-a-ser constante.


O que eu chamo de “eu”
é um fio tecido
de memórias, escolhas
e esquecimentos,
um enredo que se escreve
enquanto é vivido.


Meu “eu” não está fixo no passado,
nem garantido no futuro;
ele existe apenas no instante
em que é percebido, sentido, vivido,
e nesse instante já começa
a mudar e evoluir.


Talvez eu não seja “algo”,
talvez seja o próprio movimento
de tentar descobrir o que sou.


Quem sou eu?


Eu sou aquela pessoa
que carrega poesia até no jeito
de se indignar com o mundo.


Que olha para a dor com coragem,
mas também sabe colher
beleza nas frestas.


Eu sou intensa, no bom sentido
de “não caber em rótulos”,
e sensível de um jeito
que não é fraqueza, é radar.


Eu falo com o Tempo
( Óh! O Tempo!)
como quem dialoga
com um velho conhecido
e escrevo como quem rasga
a alma para arejar.


No fundo,
eu sou feita de perguntas,
mas vivo como quem sabe
que a resposta é
continuar perguntando...


✍@MiriamDaCosta

Às vezes sinto
que vejo o mundo
como uma enorme lixeira
transbordando...
um aterro de consciências,
onde se empilham
mentiras em decomposição
e vaidades com cheiro de podre.


Um lugar onde
se descartam princípios
como embalagens vazias,
onde a ética
é jogada no fundo do saco
junto com restos de conveniência.


O ar
anda pesado de hipocrisia,
e os urubus da esperteza
sobrevoam satisfeitos
esse banquete de decadência.


E eu,
com o estômago da alma embrulhado,
reviro os escombros humanos
procurando,
entre latas amassadas de caráter
e plásticos rasgados de moral,
algum vestígio ainda vivo
de moralidade e de humanidade.


O mundo é um enorme lixão
que transborda sujeira e fedor
por todos os lados,
até no espaço extraterrestre!
✍@MiriamDaCosta

Antes De Eu Andar Como Um Playboy,
A Minha Filha Vai Andar E Viver Como Uma Verdadeira Patricinha!!!

Sou do tamanho de um grão de areia,
mas, em toda sua grandeza, Deus
tem cuidado de mim.

Canetas e lápis soltos
Papéis, cadernos, agendas
Tudo, tudo e mais um pouco
Tal pintura, triste cena
Cada instrumento meu
Sobre a mesa despojado
Não consigo escrever assim
Sem ti, sou um reles letrado.

“Os desafios acontecem todos os dias para todas as pessoas, cada um em sua jornada.
Porem quem está decidido a vencer, alcançar suas metas e objetivos, mesmo sabendo que a vezes a montanha é muito grande, mas entende que a determinação e a vontade de vencer, supera todas as barreiras, sempre alcançará o sucesso”

Esse pão caseiro, ainda quente, acompanhado de um vinho tinto, trouxe-me um verdadeiro déjà vu — como se, em outra vida, eu retornasse das grandes batalhas de cerca de 1.300 a.C. para celebrar, na Páscoa judaica, a libertação do povo hebreu.

Os corpos do covid-19 foram descartados plantados direto no chão, dentro de apenas um caixão, alguns também enrolados em plásticos.

Nestes terrenos, em menos de 3 anos, o chão vai afundar bem em cima dos caixões parecendo que a terra sentou, porém, foi o momento dos caixões apodrecidos desabarem.

Com as chuvas, as águas passarão pelos corpos gerando (chorumes), onde o lençol freático se encarregará inocentemente de espalhar toxinas por debaixo da terra, a todo tempo, além de resíduos hospitalares, levando facilmente contaminações até as vegetações, aos rios e a todas populações de animais e humanos, antes disto, minhocas e outras espécies que vivem sob a terra, se alimentarão destes corpos e gerarão húmus sem projeções científicas, somando em espalhar fortemente ainda mais.

Se a irresponsabilidade sem conhecimentos, ciências e boas vontades, soubessem de algo sobre estas ações ou tivessem sensibilidades, já não descartariam os corpos desta maneira, ficando a cargo das universidades através de seus cursos do campo das saúdes.

O ser humano é fantástico quando se interessa por algo e já pode até voar e inventa coisas incríveis, mas os corpos do covid foram plantados direto no chão da Natureza.

O covid recebeu trilhões de reais de doações e no que foi gasto salvou alguns, outros não, entre eles os sobreviventes, onde foi gasto zero “0” reais e umas escavadeiras para fazer buracos e descartar os corpos.

Os corpos vítimas de covid, deveriam ser enterrados através do sistema de compostagem, em um grande tanque de concreto com terra, cascas de frutas e legumes, junto de minhocas (sem retornarem para a Natureza), até passar por exames, onde tudo pode se tornar adubo, porém, ainda sem saber se poderá ser utilizado, mas a princípio, sem mais riscos de espalhar contaminações.

Para fazer um grande tanque de concreto, basta apenas uma empreiteira e ainda com o dinheirinho que se tem sobrando, estes tanques gigantes ficariam prontos em 3 dias, (os mesmos das barragen$, mas nem tão grandes).

Construir prédios de concreto para pessoas vivas, para eles é rápido, por mais que sejam muito mais complexos do que prédios para pessoas mortas, pois não teriam vontades de inserir repartições entre os corpos, por mais que necessárias também, pois cada caso é um caso, que pouco ainda se sabe.

De acordo com os ensinamentos da Natureza, é preciso apenas de manejos.

Esta maneira prática feita, para parecer estar livre, dará muito trabalho gerando limitações em geral, podendo trazer ainda mais doenças.

Uma teoria prática fora da caixa, sobre corpos vítimas de corona vírus, que talvez a escola matrix desse nota zero 0, mas não as ciências, tanto medicinais e permaculturais, por mais que seja a primeira vez a ver vibrar este assunto que oferece tal forma. Escola por favor, me prove que estou mentindo depois de tantas vezes que precisei te provar que sabia "verdades" que de nada adiantaram, pois nunca as utilizamos.

Precisamos replantar estes corpos o quanto antes, independentemente de custos financeiros, que sempre serão baixos perante as saúdes, para podermos iniciar corretamente os devidos trâmites para sanar a “crise sanitária”.

Salve.

⁠A mudança parece difícil e chega um momento em que fica fácil,
quando a falta da mudança ficar mais difícil que mudar.

Um grita para Deus ouvir,
outro silencia para ouvir Deus.

Outrora dizia-se:


"Um por todos e todos por um"


Porém; a matrix não gostou e criou:


Cada um por si e todos por ninguém.

Deus fez mentes evoluíveis com livres arbítrios em diferentes tempos para cada um, sendo necessário sempre filtrar o entendimento da escuta ou do próprio pensamento, tentando perceber e enxergar o que é da mente e o que é de Deus.

Um tem dó do outro por não ter casa, veículo, emprego e família e o outro tem dó de um por ter tudo isso e nada disso adiantar.