Quanto Vale um Abraco

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Quanto mais eu me conheço, mais eu conheço o amor de Deus por mim.

Questionar a sabedoria do criador só mostra o quanto somos inferiores a ele.

Ao cativo e oprimido, precisamos ir agora, não sabemos quanto tempo ainda temos.

⁠trabalhe o quanto for necessário para realizar seus sonhos, mas nunca se esqueça que na vida é preciso ter pausas para poder aproveitar e curtir um pouco de tudo que já foi conquistado

⁠Lembre-se: Numa luta de boxe, o lutado tem 12 round para vencer a luta, não importa quanto de soco você levará, quantos quedas você terá, o importante será o resultado final!

Eu não sei quanto a vocês, mas, tenho medo do pecado, pois, as coisas não são o que deveriam ser.

Quanto maior o é o poder basal de mentalizar o pensamento, maior a capacidade de poder mental.

O impacto que uma alma faz pode ser tão grande quanto ela se conhece, não só o fazer.

Nem o mundo conhece a si mesmo, e mesmo assim segue em frente, e quanto a nós cristãos?


Tome nota!

Quanto maior é o teu foco melhor a capacidade de seres explorado na sociedade como eu, não pensa que é ferramenta enferrujada, a vida é um relógio universal que respeita tudo e todos.


Tome nota!

A minha cor só me fez brilhar, vi o quanto sou forte.

Ah, se aqueles homens soubessem o quanto são ricos, não haveria guerras.

Não sei quanto tempo dói uma desilusão, acho que deve durar uma eternidade.

Só três segundos e eu te falo o quanto és linda.

Eu sempre soube que esse dia viria de chegar,
mas não sabia o quanto haveria de doer;
jamais me apegara tanto a alguém,
nem imaginara o quanto poderia sofrer.
Enquanto te tinha, não compreendia
a força do que em meu peito se escondia;
foi somente depois que tudo findou
que a verdadeira falta de ti se revelou.
Agora padeço deste luto sincero,
por aquilo que não mais retornará;
e ao ver-te seguindo por outros caminhos,
torna-se mais difícil de suportar.
E o pior, o mais difícil de tudo,
é aprender, enfim, a te deixar.
Seria egoísmo meu dedicar-te isto,
mas quisera tanto que ouvisses
o que meu coração tem a dizer
e aquilo que em silêncio ainda padeço.
Escondo-me por detrás dos bons momentos,
daqueles que o presente me vem concedendo,
tentando seguir adiante e deixar-te para trás,
enquanto finjo não sentir o que ainda vou sofrendo.
Pois, por mais que a vida me traga novos dias,
e outros momentos me façam sorrir,
permanece em mim a dor de te esquecer,
e aquilo que um dia me fizeste sentir.
Enfim, te escrevo meu último verso,
minhas últimas palavras,
pois não quero mais pensar nisso.
Quero ser como tu,
quero seguir sem olhar para trás,
mesmo que tenha sido eu
quem tomou tal decisão.
Quero te dizer adeus,
e te dizer que, por mais que eu queira,
não irei de voltar.
Então, não olhes para trás
e sede felizes com essas coisas boas
que não sou eu.

Quanto custa ser o que se é? Pergunta besta, mas incômoda. Quem já se olhou no espelho com a suspeita de que o reflexo sabe algo que você insiste em negar sabe: a resposta dói antes de chegar.

A culpa se aloja em cada gesto ousado, em cada palavra engolida, nos silêncios que preferimos. Ela é pegajosa, insistente, um lodo que adere à pele e ao pensamento. A liberdade, por outro lado, chega quase sussurrando e exige preço: ser inteiro, visível, irreversível.

Ser quem se é significa viver com a língua raspando as feridas da própria alma. Admitir que cada escolha, mesmo mínima, é uma cratera na qual a culpa pode se esconder — e que ainda assim, é ali que respiramos.

A culpa se veste de memória; a liberdade, de coragem. Oscilamos entre elas. Algumas vezes, a culpa nos segura pelo tornozelo; outras, a liberdade nos carrega pelo peito, nos atirando contra o céu.

Ser quem somos não é leve. Não é fácil. Não é barato. Mas o preço, cada suspiro, cada nó na garganta — vale mais que fingimento, mais que qualquer paz comprada com silêncio ou complacência.

No fim, o duelo nunca termina.
Mas existe algo de radicalmente bonito em atravessar essa colisão entre culpa e liberdade: sentir cada choque, cada fissura, cada centelha — e ainda assim continuar inteiro, pulsando, crua e irreversivelmente vivo.

A liberdade humana é suficientemente complexa para impedir tanto o determinismo absoluto quanto a ingenuidade moral.

⁠"A promiscuidade é o atestado de falência da alma: tanto o homem quanto a mulher que buscam quantidade perderam a capacidade de honrar a qualidade."


- By - Marcélio Sena

O silêncio institucional pode ser tão eloquente quanto uma ordem escrita.

Quanto mais conhecemos o ser humano, menos razoável parece construir instituições baseadas na suposição de que todos serão virtuosos.