Quanto Vale um Abraco
ZÉ MATUTO
Foi fazer um discurso
Alertando o eleitor
Não venda o seu voto
Saiba se dar valor
Dinheiro não compra
Dignidade e amor.
Saiba bem escolher
Vote consciente
Agora é sua vez
Seja inteligente
Querendo o melhor
Com fé siga em frente.
Não vote em qualquer um
Por não ter opção
Você tem o poder
No dia da eleição
Não seja comparsa
Da injustiça e corrupção.
A culpa é toda sua
Se não souber escolher
Vote com sabedoria
É hora de eleger
Quem vai trabalhar
E ver a cidade crescer.
Vote nas mulheres
Para poder melhorar
Chega de machismo
Quando for votar
Mulheres na câmara
É a hora de mudar.
Zé Matuto acrescentou,
Não jogue o voto fora
Não venda, denuncie
Agora chegou a hora
Avaliar os trabalhos
Não realizou, vai embora.
Nordestino sem medo
Amo minha cidade
O voto de cabresto
Não tem dignidade
Vamos votar sim
Quem tiver honestidade.
Irá Rodrigues.
SETEMBRO AMARELO
Abrace essa causa
Valorize essa cor
Olhe o irmão ao lado
Dedique um pouco de amor.
Uma conversa vale muito
Ouvir, faz a diferença
Depressão não é brincadeira
É uma triste doença.
A pessoa se fecha
Se sente totalmente inseguro
É hora de tentar trazer
Desse mundo obscuro.
Pessoas muito caladas
Precisam de atenção
Não vire às costas
Ele precisa de proteção.
Apoiar, é um ato de carinho
Setembro amarelo
Apoie essa campanha
Mostre que o mundo é belo.
Irá Rodrigues.
Quem educa um Pedro e uma Giovanna (e quer ensinar o caminho das pedras), sabe que levará pedradas e terá muitas pedras no caminho. Previne-se dos tombos e tem escudo forte.
Um país que pretende se tornar uma nação não deveria obrigar os cidadãos(ãs) a votarem em seus candidatos financiados com o dinheiro do erário público sob a pecha de democracia.
Quando conhece um cara legal e normal, você põe defeito. Você quer mesmo namorar?
Quando descobrimos nossa missão, passamos a confiar em nós mesmos. Um propósito claro nos ensina a substituir a palavra “problema”, pela palavra “desafio”, e com isso, o impossível deixa de existir.
Portais de Páginas
Em cada página aberta, um portal,
Um mergulho em águas de silêncio e saber,
Onde as letras são estrelas no céu mental,
E o mundo se revela ao nosso ser.
A leitura é voo, é viagem sagrada,
A mente navega por mares profundos,
No toque suave de cada palavra,
Nos conectamos a universos fecundos.
Há em cada livro um espelho escondido,
Que reflete o que somos, o que poderíamos ser,
Nas histórias que lemos, o sentido perdido
Se encontra e nos faz renascer.
Virar uma página é abrir uma porta,
Onde o destino se reescreve com as mãos,
E a alma, que outrora era quase morta,
Desperta para o mundo e seus vãos.
O saber é um templo, erguido em silêncio,
A leitura, um ritual de transformação,
Cada verso, uma chave para o imenso
Jardim interior de libertação.
Somos sementes que crescem ao ler,
Raízes profundas no solo do coração,
E ao final dessa jornada, o florescer
Traz coragem, justiça e compaixão.
Que cada livro seja farol na escuridão,
Nos guiando à verdade e ao amor profundo,
Pois ao ler, nos tornamos criação,
Agentes de mudança para o mundo.
Portais de Papel
Em cada página, um universo aberto,
Um convite sagrado ao despertar,
As palavras são rios, de curso incerto,
Que nos levam às margens de um novo olhar.
Ler é mergulhar nas águas do sentir,
Nas profundezas da alma e da razão,
É ver além, permitir-se emergir
No vasto oceano da transformação.
Os livros são portais, janelas da mente,
Que nos guiam a mundos não escritos,
E a cada história, de forma eloquente,
Reescrevemos os próprios mitos.
Cada verso lido é semente plantada,
Flor de coragem, broto de saber,
Que em nossos corações faz morada,
Nos ensina a sonhar, a florescer.
Na leitura, o tempo é diluído,
O presente se funde ao que virá,
Somos guiados pelo desconhecido,
Despertos para o que a vida revelará.
Ler é um ato de cura, empoderamento,
Um espelho que reflete o ser profundo,
Onde cada livro é o firmamento
De novas verdades, de um novo mundo.
Que em cada palavra haja libertação,
Que em cada página ressoe esperança,
Pois ler é romper qualquer limitação
E escrever, na alma, a mudança.
A leitura é um portal de conhecimento que nos conduz a uma jornada de autodescoberta, inteligência e coragem. Através das palavras, temos a oportunidade de acessar novas formas de pensar, de ser e de agir, transformando tanto a nós mesmos quanto o mundo ao nosso redor. Ao desenvolver a inteligência e despertar a coragem por meio da leitura, tornamo-nos agentes de mudança, capazes de enfrentar os desafios pessoais e planetários com sabedoria, força e determinação.
A leitura tem um impacto profundo não apenas no desenvolvimento individual, mas também na construção de uma consciência coletiva mais elevada. Quando um indivíduo desbloqueia seu potencial através dos livros, ele não apenas transforma sua própria vida, mas também se torna um agente de mudança em sua comunidade. O conhecimento adquirido através da leitura inspira ações mais conscientes e compassivas, que reverberam em todos os aspectos da vida social.
Se a leitura tem o poder de transformar o indivíduo, ela também desempenha um papel fundamental na transformação da sociedade como um todo. À medida que nos tornamos leitores mais conscientes e críticos, começamos a perceber o impacto de nossas ações não apenas em nós mesmos, mas também no mundo ao nosso redor. Os livros, portanto, são ferramentas que ampliam nosso sentido de coletividade e responsabilidade social.
A pessoa reclama que o patrão paga para ele realizar um trabalho, mas acha o máximo pagar para o governo pelo seu próprio trabalho.
Nossa missão é coletiva. Se unirmos nossas forças com ética, moralidade e um espírito de fraternidade, podemos transformar o mundo em um lugar mais limpo, saudável e vibrante. A hora de agir é agora! O futuro do planeta está nas nossas mãos, e juntos, podemos fazer o impossível se tornar realidade. Vamos cuidar da nossa casa, porque o que fazemos pelo planeta, fazemos por nós mesmos.
04/10/2024
Besouro Negro
Sou um gafanhoto verde, várias pernas.
Devoro plantações inocentes e indefesas.
O Besouro Negro me ajuda, na lerdeza.
Se revira, ali fica em tua agonia eterna.
Mas existem as danadas das rapinas
Que num sopapo arrancam-me as ancas.
As formigas cinzudas respeitam a rotina,
Não tardam a derrear minha matança.
Se não bastasse, ali vem as baratas:
Asquerosas e incompetentes companheiras.
Só trazem o nojo de sua forma e cor asca.
Nem são azuis, nem verdes, nem vermelhas.
São marrons... Cor inferior e sem graça.
Se fossem brancas, talvez tivessem alguma beleza.
(Besouro Revirado)
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