Quanto Vale um Abraco
Queria que tudo não passase de mais um inverno, em meio as estações que atravessam o meu sentir.
Que hoje fosse apenas o despertar de um sonho, que ao fim do dia será esquecido.
Mas, ainda pensando no que passou é que passo meus dias tentando entender o que não tem explicação.
Procurando um antidoto para uma mágoa que não cessa, uma agonia sem fim.
Incertezas
O peso da existência é como um grande fardo sem alça. É difícil de carregá-la porque falta apoio. Também podemos dizer que é um barco sem leme à deriva. Ficamos à mercê do vento do destino das incertezas.
O pássaro migra pelas estradas do magnético. Seu dom não tem explicação. O homem se perde na visão de seus sentidos e se confunde tentando criar a estrada da vida. Qual é o melhor caminho? Pode ser o momento contraditório das esperanças? A dúvida da decisão entre o certo e o errado ofusca nossas incertezas.
Qual é o grau da lente dos nossos sentidos? A que aumenta os problemas ou a que diminui? A que ofusca ou a que transparece? A realidade ilusória que engana nossos sonhos é a mesma que nos surpreende com o presente inesperado.
Nessa receita da vida saboreamos o paladar da mistura de amor, ódio, inveja e admiração. O gosto amargo desta combinação estampado na tela de nossa história é um dia cinzento onde a luz do sol perdeu o brilho cintilante.
Basta esperar que o doce momento do equilíbrio, suavize o paladar aguçado do sabor da esperança. Que não seja muito doce, para tornar o sabor repuguinante.
O equilíbrio é o ponto almejado. A chuva que rega a semente é a mesma que destrói em tempestade. O vento refresca e devasta. O sol aquece, também assola. Que sentimento perdeu o equilíbrio em nossas vidas? Como neutralizar o peso do fardo? Responder a essência da vida é loucura. A vida tem suas razões onde o errado se torna certo e vice e versa.
Nesse turbilhão do mar de incertezas, ficamos perdidos com sentimento de abandono. Em busca de segurança, somos forçados se curvar diante do criador da existência e dizer: Pai. Deus meu, me ajuda!
Nerivaldo leite da Silva 04\02\2009
Já não tenho mais razões para viver, a não ser pela esperança de um dia voltar a te ter. Nos últimos dias esperança é a única palavra que eu conheço.
Ao acordar dou bom dia a ela, levanto-me tendo-a ao meu lado; passo o dia inteiro sob sua companhia, juntas passamos horas a conversar. À ela faço meus apelos, às vezes me desespero e ela, com toda a sua paciência, me consola, passando suas mãos sobre a minha cabeça.
Ao entardecer, quando fico mais deprimida, ela tenta me alegrar; trazendo-me lembranças de um passado feliz.
E durante a noite quando o sono finalmente consegue me envolver, fazendo-me deitar; a esperança mais uma vez me abraça e em seus braços permite-me repousar.
Meu Mundo
De repente, me vejo num planeta,
um planeta que criei longamente
No mundo dos abraços
No mundo dos teus braços,
nao tem lua nem estrela
Não tem eira, nao tem beira
Não sei se é amor se é paixao,
que confusão
É meu mundo, minha namorada,
terra estranha, por mim habitada
Meu planeta, minha namorada
Terra estranha por mim habitada
É o começo, meu fim, meu meio
Perco minha vida
e me enterro no seu seio
É meu mundo, minha namorada
Terra estranha por mim habitada
Um planeta, sem lua nem estrela
Um planeta, não tem eira, nao tem beira
Neste mundo
Finquei minha bandeira
Meu planeta, minha namorada
Terra estranha,
por mim habitada
Você pode ser bom em tudo que faz ,porém quando você comete um erro será lembrado para sempre por isso, e as coisas boas perderão o sentindo como se nunca tivesse sido feitas...
Anjo
Se eu fosse um anjo e me apaixonasse por você:
Se eu tivesse o livre arbítrio de poder escolher entre a eternidade de um anjo, ou te tocar, te beija, te sentir, mesmo que por uma só vez:
Eu escolheria um só toque, um só beijo à ter que viver uma eternidade sem eles!!!!!
Bateu forte no meu coração
Quando ouvi aquela música tocar
Um lamento chamou atenção
Não tive forças, tive que mudar
Refrão
Em longos passos desesperado
Corri pra encontar a salvação
Entrei pela porta e dei um grito
Quero voltar para os braços de Cristo
Quando ouvi aquela música fiquei desesperado
Percebi que do Senhor estava muito afastado
Daí eu pensei o que seria de mim
Se naquele momento chegasse meu fim
Meu Deus, estou voltando para casa
Quero viver sua vontade segundo a tua palavra
Sei que aí é meu lugar estou desesperado
Então resolvi voltar para viver ao seu lado.
Por migrar no deserto
Terra do coração,
Ao atravessar encontrei você.
Que brotou de um mistério
Que eu não entendi
Tomou conta de mim,
Tomou meu coração.
Não vou te deixar neste caminho só.
Seja o que e onde for.
Nosso amor vai nos proteger.
É mais forte que um temporal.
Mesmo que o dia escurecer
Nosso autor vem pra nos clarear.
E amanhecer o dia então,
E os corações voltarem a sorrir.
Há um oceano de amor
Pra se mergulhar.
Por favor, pra que o mundo saber,
Que o meu coração tá gritando você, meu amor.
Por favor pra que mentir
E não seguir o coração.
Por favor há uma história em nós dois.
Linda história que o pai nos deixou
Vida de um Poeta .
Poetas nao falam , se espressão .
Poetas nao escrevem , emocionam .
Poetas sao como anjos que trasmitem as palavras mais suaves e limpidas .
Poetas sao como flores lindos frajeis e unicos .
cada um com sua dadiva .
Poetas as vezes sao loucos pois pensam como poucos palavra por palavra a se espresar .
Poetas sao raros como frascos de perfumes marcantes que por onde passa e notado aplaudido de pe por um publico unico que jamais ira o abandonar .
Poetas sao poetas dadiva de deus que nos consedeu a fazer da vida mais linda cada vez melhor vista um mundo mais feliz e cheio de amor .
O que seria do mundo sem a poesia? Que deus quarde a todos os poetas..
Há muito pra dizer, há muito pra aprender
Há um rumo pra mudar, esperanças pra renovar.
Não posso ficar chorando, o tempo todo esperando
Preciso agir, eu clamo por ti senhor
Vem cessar o meu pranto,
Enxugar as lágrimas
Segurar em minha mão
Vem cessar o meu pranto,
Enxugar as lágrimas
Segurar em minha mão
O choro pode durar uma noite
Mas a alegria vem pela manhã
Eu te farei como um jardim fechado
Regado e cuidado pelo meu espiríto
Eu fluirei como um manancial
Do teu interior com águas vivas
Te restaurarei, para o meu louvor
O LENHADOR E A RAPOSA
Um lenhador acordava todos os dias às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bichano de estimação e de sua total confiança. Todos os dias, o lenhador — que era viúvo — ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
Sistematicamente, os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um animal selvagem, e, portanto, não era confiável. Quando sentisse fome comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai devorar seu filho!
Um dia, o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou à casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com a boca totalmente ensangüentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, deu uma machadada na cabeça da raposa. A raposinha morreu instantaneamente.
Desesperado, entrou correndo no quarto. Encontrou seu filho no berço, dormindo tranqüilamente, e, ao lado do berço, uma enorme cobra morta.
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