Quando Sorrimos

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⁠Halo Solar.




Quando o Sol surge em luz em algum lugar no céu que vive,algo magnífico pode ser visto.
Dentro dos seus olhos de estrela.
Uma silhueta com cores cresce na sua luz.
Como um arco colorido e esférico,que de repente se forma em certas nuvens bem no alto.
Um arco que o rodeia,mesmo sem poder tocá-lo.
Por uma ilusão no azul do céu,esse arco parece maior que o Sol.
E na sua simplicidade de estrela,de algum jeito o Sol sabe que é assim.
Mas distante da estrela que o ilumina,se imagina adornando uma coroa solar.
Reluzente de esperança.
Com algumas cores a sua silhueta brilhante,tenta ter o Sol mais perto da sua aparência.
No céu azul retocado por uma luz e com minúsculas pedras frias,que voam sob uma estrela.
Com um arco esférico,
tendo algumas cores que atravessam essas minúsculas pedras que o colorem,através da luz de uma estrela formidável.
Um arco brilhante na luz de uma estrela.
Felicitado por uma luz amiga.
Estrela das manhãs azuis.
Que algumas vezes é presenteada com um grande arco,feito um símbolo colorido.
Algo dedicado por um céu com nuvens mais altas.
Com algumas cores que o Sol vê antes do entardecer.
Colorido e esférico arco.
Com o Sol no meio de sua bonita existência.
E que se comove com essa silhueta,que tenta por algumas nuvens ser igual a ele.
No azul celeste do céu.
Para esse arco colorido,o Sol é o seu aconchego.
O seu espelho nas vezes em que volta ao céu,querendo ser aquela estrela em algum novo dia,nem que seja apenas por uma graciosa ilusão.

Inserida por FFabricio

⁠Estrelas Viajantes.






Quando anoitece,o céu começa a ser iluminado pelas coloridas estrelas.
De centenas à milhares.
De bonitas estrelas.
Na sua formosura celeste tem entre as estrelas distantes motivos suficientes para estar entre elas.
Distante daqui,aquelas estrelas parecem sem movimentos.
Em uma ilusão causada por brilhos galácticos e estelares.
Ao redor de uma intensa gravidade que une o universo.
Como esse céu terrestre adorado e celeste.
Essas estrelas viajantes riscam o brilho das outras.
Minúsculas estrelas,como grãos velozes e brilhantes.
Estrelas que viram nesse céu,um outro abrigo,uma passagem para uma outra dimensão.
Mesmo sendo grãos,deixam linhas brilhantes nos seus rastros.
Enormes brilhos dessas estrelas viajantes.
De algum lugar desse Sistema Solar.
Vindas de um outro planeta,asteróide ou de um cinturão rochoso e congelante.
Viajantes estrelas que acendem no coração azul desse céu,as fotografias de outras viagens.
Até em cartas perfumadas com uma poeira cósmica.
Sem endereços essas estrelas procuram alguma atmosfera para que possam deixar cair os seus desejos.
E ainda escrevem em um movimento,pedidos que ressoam nas suas vindas quando se aproximam.
Aproximações de alguns segundos e que brilham como uma estrela maior.
Das milhares que brilham distantes,poucas estrelas conseguem viajar.
De um jeito veloz com uma rara luz de lembrança.
Vindas de um outro lugar para esse céu,fazendo com que cada noite tenha mais do que alguns momentos.
Sendo levadas por aqueles grãos brilhantes para alguma constelação ou para um outro maravilhoso destino.
Algo especial desse céu está em cada estrela viajante que entre tantas noites,encontraram no seu coração um lugar para ficar.
Antes de partirem para uma outra inesperada viagem.

Inserida por FFabricio

⁠Houve quando fui pupilo,
Compassivo e inofensivo,
Em afazeres intranqüilos.

Inserida por michelfm

⁠Toca dos Temores

Houve quando fui pupilo,
Compassivo e inofensivo,
Em afazeres intranqüilos.

Me mantive apreensivo,
Fui purgado, fui punido,
Apedrejado e comovido.

Em meu cerne fui falido,
Arruinado e ofendido,
Derrubado e impelido.

No infalível arremate,
Arruinei o estandarte,
Fiz poeira dos czares.

Não tomei conhecimento,
De estorvo ou empecilho,
Que pudesse me deter.

Dos temores fui o filho,
Fui gerado, fui parido,
Renascido ao me reger.

Entre todos os ardores,
Entre tantos desamores,
Afrontei-os sem tremer.

Ao toque dos tambores,
Na toca dos temores,
Não há o que temer.

Inserida por michelfm

⁠Fico de queijo caído se me derreto demais, sou facilmente impressionável quando a pressão é constante, na estante coleciono copos, cascas, taças, sementes, uvas-passas de parafina, soldadinhos de metal enferrujados; na clínica particular o terapeuta diria que é uma boa terapia colecionar, não tenho verba pra pagar terapeuta, sempre fui peralta, tratamento pra marotíce era cinta, jamais apanhei.

Inserida por michelfm

⁠Já o nefasto, subestimei-o;
Se promoveu e saiu.
Quando foi transferido
Do departamento, gargalhou e riu.
Encerrou-se aí o grande confronto.

Inserida por michelfm

⁠Lindo aquele lugar, quando não gostamos do que é bonito, mas me agradava. A garotada encharcada corria pelas poças, sapateando na lama, brincando de roléfas, atividade saudável para essa idade, consistia em segurar uma cinta com a fivela solta, perseguindo seu colega para enfim acertá-lo com o instrumento, berrando: roléfas. Não me pergunte o porquê, nunca soube.

Inserida por michelfm

⁠Quando acabamos nesta cova, só uma única e ínfima marca carregamos conosco e ela se resume ao nosso egoísmo sentimental.

Inserida por michelfm

⁠Quando chegamos ao topo,
O próximo passo é a queda...

Inserida por michelfm

⁠Da queda em diante

“Quando chegamos ao topo,
O próximo passo é a queda...”

Caiu com a cara na lama,
Socou um murro na mesa,
Xingou aquilo que ama,
Cuspiu no prato e na presa.

Comprou, não pagou a despesa,
Dever de ladino exerceu,
Deu um calote na empresa,
Não mais do que ela lhe deu.

O ataque é melhor que a defesa,
Por tanto atacou desleal,
Não repartiu sobremesa,
Canhoto, esquerda radical.

Ultrapassou em mão dupla,
Passou do limite aceitável,
Parou em local proibido,
Assumiu ser um ser imutável.

O arrebalde devia pra ele,
Estreou temas chocantes,
Estreitou seus laços na máfia,
Foi amante das boas amantes.

Vivendo e apostando pra ver,
Perdendo se manteve elegante,
E afirmou: - Da queda em diante,
Coisa alguma irá me deter...

Inserida por michelfm

⁠Desde quando nós,
Desatamos nós,
Superamos sós,
Silenciando a voz.

Inserida por michelfm

⁠Manipuladores
(Mentores da Mentira)

Desde quando nós,
Desatamos nós,
Superamos sós,
Silenciando a voz.

Sendo jurados e réus,
Atuamos deliberadamente,
Aturamos displicentemente,
Alteramos indiscriminadamente
O ambiente em que habitamos.

Nós desatamos nós,
Nós atuamos sós,
Sós aturamos nós,
Nós alteramos vós.

Manipuladores,
Mentores da Mentira.

Manipulando com deboche,
Ventríloquos, fantoches,
Marionetes, bonecos.
Comentários ilógicos,
Num papel higiênico.

Domínio da arte cênica,
Do ar cínico.
Arsênico ao anêmico mímico.

Arquétipos irônicos,
Ventríloquos, fantoches,
Marionetes, Bonecos,
Manipulados pelos Mentores.

Manipuladores,
Mentores da Mentira.

Inserida por michelfm

⁠Ele gostava de pastel de queijo, jabuticaba, garapa, de vez em quando um trago de pinga, geralmente com vermute, a famosa rabo de galo.

Inserida por michelfm

Quando foi ?! Foi no dia em que vi a mais bela flor, toda vestida de flores.

Inserida por michelfm

Nem mesmo o nosso melhor é suficiente, quando não for recíproco.

Inserida por michelfm

Pois quando a luta acabar,
Este mundo não será mais nosso domicílio.

Inserida por michelfm

Quando Pam vem lá,
Com teus panos e missangas,
Tuas echarpes e bandanas,
Na fronteira escancarada,
Tuas altas gargalhadas, modificam,
Toda aquela preciosa atmosfera.

Inserida por michelfm

Quando Pam vem lá,
Nossa meta palpável,
Pra poder ser alguém,
É humildemente alcançar,
O que nos faz transbordar,
Pro Paraíso e Além.

Inserida por michelfm

Ser a vela em meus castiçais,
Será vela quando navegais,
Dentre as algas dos corais.

Inserida por michelfm

Se tu quiseres serei hélice quando voares,
Serei asas enquanto planares,
Sereia minha, água em meu aquário,
Sobre os planaltos elevados, receptor e emissário.

Inserida por michelfm