Quando Sorrimos
O sábio diz que de nada somos donos, mas tão somente mordomos. Se fôssemos donos levaríamos quando da nossa despedida desse plano material. Verdadeiramente nada temos neste mundo, nem este mero corpo mortal.
Vivemos em constante aprendizado, aprendendo quando erramos, ou com os erros dos outros enfim bem observado.
A ilusão da vida, juntar riquezas as quais não poderá usufruir. Porque quando encerra a lida, sem nada vai ao partir.
O amor é saúde para o coração, o sorriso anuncia sua condição. Quando adoece, rios correm dos olhos, no transbordar das tristezas da alma, que desesperadamente tenta se esvaziar das águas salobras da adversa vida.
Não se deixe levar pela beleza das rosas, sem antes considerar seus espinhos.
Não despreze quando seus passos der os imprevistos e as pedras a encontrar pelo caminho.
A mais triste coisa da vida é caminhar com uma multidão, e sentir sempre estar tão sozinho.
Palavras são símbolos evasivos, mas quando investidas de atitude, seguindo um propósito de real sentimento, tais palavras são poderosas, a contento.
Quanto preconceito quando se fala em amor, as pessoas desconhecem tal sentimento de inestimável de valor.
Amar é sublime sentimento é lutar contra o vento, remar contra a maré, lutar e vencer adversidades e adiante se postar de pé.
Há confusão voraz quando se trata em dar amor.
A pessoa só pode dar aquilo ao qual tem, do contrário é mero enganador.
Palavras realmente tem poder, quando a pessoa enfim deixa acontecer. É preciso rejeitar a coisa má, desprezar o desdém, se apegar as coisas boas, feliz viver e amar alguém.
Há muitos amigos por aí
Mas poucos a estender a mão
Principalmente quando cair
Num fosso fundo de solidão.
O homem pode se diferenciar dos outros em vida, mas quando a morte vem, não há dinheiro que a detém.
Quando criança, diziam que homem não chora, em sendo adulto, indiferente dizer, porque há situações que nos fazem abrir as torneiras do ser, e transborda aos olhos, nascente de águas levemente salgadas.
Sensações inexplicáveis, o ser dentro do corpo compelido, esmagado, daí a nomenclatura, depressão.
Há uma pressão psicológica, sentimental, um vazio talvez, ou uma mera expectativa de vida, não que haja um porquê, sabe lá definir o que tange a alma e o ser, as entranhas da vida do indivíduo, expectativa de partida, pois parece ansiar o retorno de onde em dado momento deixou de habitar.
Miseráveis homens que somos, quando medimos os outros com a nossa régua de santidade ou moralidade , e julgamos nossos semelhantes como se fôssemos perfeitos. E não adianta a palavra nos advertir, que Deus não vê como nós humanos, porque na nossa presunção, achamos capazes de aferir a vida alheia como que tivéssemos o poder de esquadrinhar os corações.
