Quando Sorrimos

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Quando tuas lágrimas secarem é hora de atravessar o mar vermelho,
pegue a estrada na direção Daquele que te deu a vida e não olhe mais para trás te joga e vai…

Quando te sentires triste, vista o sorriso de uma criança e sorria para a vida.

“Quando o sol da cultura está baixo, também os anões lançam longas sombras.”

O Psicólogo.

-Você sabe quem você é?

-Não, eu não sei.

-Desde quando?

-Desde que me perguntei quem eu sou.

-Você tem uma crise existencial.

-Não saber quem eu sou me faz ser quem eu não sou?

-Certamente sim.

-E como eu posso saber quem eu me tornei não sendo eu?

-Um estranho pra si mesmo, você se criou. E é você quem tem que se descobrir.

-E se eu me descobrir e acabar percebendo que eu não sou quem eu queria ser?

-E quem você quer ser?

-Um estranho para mim mesmo.

-Você já é.

-Então eu não tenho uma crise existencial se eu já sou quem gostaria de ser.

-Você é feliz sendo quem você é?

-Seria se eu não fosse tão complicado. A minha felicidade vem em pequenas doses, não consigo me embriagar dela por muito tempo.

-E como você se sente agora?

-Nem triste, nem feliz. Apenas um vazio que me permite tê-lo em si todos os sentimentos do mundo, mas nenhum consegue preenchê-lo por completo.

-Quando foi a ultima vez que você sentiu que era feliz?

-Minutos antes de perceber que eu sou a felicidade das pessoas, mas elas não são a minha.

-Não se sente feliz vendo alguém feliz por você?

-Sinto pena. Pois sem perceber eu a estou enganando. Mas continuo me mostrando feliz só para não magoá-las. Parece que eu retenho a tristeza das pessoas para mim e quando elas vão embora, sou eu quem fica semeando o que roubei delas.

-Então você sente uma certa compaixão pelas pessoas, você não está tão vazio assim.

-Eu não estou vazio, são os meus sentimentos que estão pequenos.

-Do que você tem medo?

-De quase tudo, tenho até medo de sentir medo.

-Qual o maior dos teus medos?

-A morte.

-Por que?

-Porque a ideia de ser imortal me apavora, e a ideia de morrer eternamente me desespera.

-Você acredita em vida após a morte?

-Acredito em morte após a vida.

-Se você morresse hoje, do que se orgulharia?

-De nunca ter estado vivo.

-Qual o seu sonho?

-Domar meus fantasmas. Aceitar a vida como ela é. Entender o sentido da morte, e porque ela é tão cruel. Saber quem eu sou, do que gosto e de quem gosto. E por que amar é tão necessário se sempre é tão sofrido. Por que estamos vivos? Qual a função da nossa existência se somos tão individuais. Por que eu gosto tanto das pessoas e ao mesmo tempo me prejudico tanto, gosto de sofrer em benefícios alheios? Por que a tristeza está sempre pronta para me acolher? Por que o céu é tão infinito e nós somos tão limitados? Ele não foi feito para nós? Mas e você, sabe quem você é?

-Não, eu também não sei.

Batalha só se ganha,quando você conhece o gosto da derrota...

Faça o bem pelo bem que é fazer o bem, sem esperar nada em troca, pois quando se faz algo esperando retribuição, todo o sentido do feito é vão.

⁠O cérebro é como um músculo. Quando está sendo usado, nos sentimos muito bem. O entendimento é prazeroso.

Carl Sagan
Broca's Brain: Reflections on the Romance of Science (2011).

E quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito, Clarisse sabe que a loucura está presente e sente a essência estranha do que é a morte.

Quando você sentir que o céu está ficando muito baixo, é só empurrá-lo para cima.

Foges-me, sabendo certo
que passo perigo marinho,
e sem ti vou tão deserto
que, quando cuido que acerto,
vou mais fora de caminho.

Gil Vicente
"Antologia Poética", Gil Vicente

Quando uma batalha está perdida, só os que fugirem podem combater em outra.

Quando éramos crianças pensávamos que, quando crescêssemos, não seríamos tão vulneráveis. Mas crescer é aceitar a vulnerabilidade. Estar vivo é ser vulnerável.

O que é gerenciamento do tempo?
Gerenciar o tempo é saber aproveitar 100% de cada momento. Quando estiver no horário de trabalho, TRABALHE! Quando estiver fora deste horário, APROVEITE intensamente com sua família, amigos e às vezes permita-se a doar um tempo apenas para você.

Margot diz que quando algo não é mais útil, você deve doar, reciclar ou jogar fora. Sempre soube que ela é assim com as coisas, mas… nunca pensei que poderia sentir o mesmo por alguém.

DOUTORAS
Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.
Quando lhe perguntaram qual era a sua profissão, ela hesitou. Não sabia bem como se classificar.
O funcionário insistiu: O que eu pergunto é se tem um trabalho.
Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne. Sou mãe.
Nós não consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcionário friamente.
Uma amiga sua, chamada Marta, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo.
Num determinado dia, ela se encontrou numa situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de carreira, segura, eficiente.
O formulário parecia enorme, interminável.
A primeira pergunta foi: Qual é a sua ocupação?
Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:
Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas.
A funcionária fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar:
Posso perguntar o que é que a senhora faz exatamente?
Sem qualquer traço de agitação na voz, com muita calma, Marta explicou:
Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa.
Pensando na sua família, ela continuou: Sou responsável por uma equipe e já recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é de 14 horas por dia, às vezes até 24 horas.
À medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcionária, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos.
Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.
Subindo ao andar de cima da casa, ela pôde ouvir o seu mais novo projeto, um bebê de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz.
Feliz, Marta tomou o bebê nos braços e pensou na glória da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermináveis de dedicação.
Mãe, onde está meu sapato? Mãe, me ajuda a fazer a lição? Mãe, o bebê não para de chorar. Mãe, você me busca na escola?
Mãe, você vai assistir a minha dança? Mãe, você compra? Mãe...
Sentada na cama, Marta pensou: Se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, o que seriam as avós?
E logo descobriu um título para elas: :Doutoras-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas.
As bisavós, Doutoras executivas sênior.
As tias, doutoras-assistentes.
E todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras: Doutoras na arte de fazer a vida melhor.

“Só estareis a dar quando vos derdes a vós mesmos.”

Apenas quando estou profundamente melancólico é que tenho a sensação de que sou eu mesmo.

E quando você sente que tudo está perdido
E que aquele poema já não tem sentido
Nem a música, nem o sol, nem a lua
Ou qualquer pedacinho de rua
Que me lembre dos dias felizes

E quando não dá pra voltar atrás
Tão pouco seguir adiante
Sentindo a falta que você faz
Ontem, hoje e a todo instante

Vou tentar me enganar
Forçar minha mente a pensar
que vc nunca existiu
E muito menos que um dia partiu
Deixando tanta coisa pra trás...

irmão (s.m.)

é olhar na parte dos seus olhos que brilham
quando você tá feliz e sentir felicidade
também. é saber de cor o som da sua risada de
quando éramos bem pequenos. é ter certeza da
verdade que sai da sua boca, mesmo que eu
não escute som algum. é ter a sincronia de
uma equipe olímpica, sem as olímpiadas. é
sentir que viemos ao mundo para afastar, um
do outro, o mal da solidão.

é quando a cumplicidade se torna mais
importante do que o sangue.

Pessoas dissimuladas quando estão em apuros se rebaixam ao máximo pedindo misericórdia, mas ao dar a voltar por cima, são implacáveis com os seus opositores, a ponto de não reconhecer o bem que um dia eles os fizeram.