Quando os Bons se Unem
eu sou uma ótima cia pra mim quando eu sou capaz de estar me reinventando pensando no que eu preciso fazer de melhor
Quando o coração está cheio de fé, a alma fica leve e o corpo se ilumina de graça. Não é ter sorte que define, é ter Deus. É tão bom ser cheio(a) de fé, aquela linda e inabalável que enche o coração e transborda em nossos atos. É ter aquela certeza de que tudo de melhor virá, pois se tivermos fé, temos tudo o que é preciso para realiza nossos sonhos.
Dizem que você morre duas vezes. Uma vez, quando você pára de respirar e uma segunda vez, um pouco mais tarde, quando alguém diz seu nome pela última vez.
Quando você tem a personalidade, você não precisa da nudez.
Quando se fala em menor vagabundo, você tem que ter uma política para aprisionar esses caras, e não defender esses marginais como se fossem excluídos da sociedade, e não são. São vagabundos, que devem ter o tratamento adequado.
Da calma e do silêncio
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
Um novo período começa quando se inicia um novo ano. É uma época em tudo se renova. Onde as dificuldades do passado serão apenas lembranças de superação. Onde o novo e o renovado tomam forma para gerar uma vida melhor.
" É na estesia do adeus
quando a voz se ergue como quem sabe
que cada palavra é um sopro cortado que
o silêncio ajoelha-se. "
Desejamos tanto a chuva e quando ela vem nos protegemos dela. Desejamos tanto o frio e quando ele chega nos agasalhamos reclamando. Depois queremos que venha o calor, mas daí ficamos mais estressados ainda. Pedimos um amor pra toda vida e quando ele aparece, sorrateiro e caladinho, dispensamos ou não sabemos cuidar. Pedimos saúde deitados no sofá. Oramos por bênçãos nos teclados do celular. Queremos emagrecer, engordar, caber na roupa, ajustar, folgar. Queremos barba, queremos depilar. Queremos tudo e tudo fazemos ao contrário. Deixamos as contas pra depois, louças quebradas no armário. Queremos um cachorro e não gostamos dos pêlos pela casa. Compramos bicicletas mas não gostamos de sol na cara. Nunca estamos felizes essa é a verdade. E seria tão simples o se-lo. Felicidade está naquilo que deixamos acontecer, deixamos aparecer, cativamos, plantamos pra depois colher. Sejamos simples, humildes, menos exigentes, menos marketing e mais produto. Sejamos sorriso gratuito, sejamos abraços fortuitos, sejamos andar ao sol, admirar a lua, banhar na chuva e pisar na lama. Sejamos desarrumar a cama, não maquiar o rosto, se contentar com o esboço, reconhecer quem nos ama. Sejamos um bom dia, sejamos alegria, sejamos um café, sejamos fé, sejamos criança, sejamos lambança. Mude, fuja dos rótulos, esqueça o virtual, tire as máscaras do varal, saia do populismo, caia no improviso de escrever ao leo, e quem sabe o céu você possa conquistar. Vamos viver com o que temos, ensinar o que aprendemos, reclamar menos. Levantar quando sofremos, compartilhar o que recebemos, aproveitar o clima sem reclamar, se adapte, tire o que te esquenta, vista outra pra esquentar. Viva mais, se emburre menos. Um dia maravilhoso com coisas de verdade, humildade, pessoas de osso e carne, gestos concretos, amizade e muita coisa real em nossas vidas.
