Quando os Bons se Unem
Pela manhã, já não vejo o pôr do sol no horizonte,
Quando acordo, é você quem desejo ver.
O vento, ah, este já não sopra como antes!
Quando sopra, recordo-me que é seu perfume que desejo sentir.
O tempo, aquele que não para e nem volta, me mostrou o quão relativo pode ser.
Em sua presença horas são segundos,
Em sua ausência, segundos são horas, dias, meses, anos...
Sensações estas que só rendem-se para a maior das mudanças:
Sem você já não sou metade de mim.
Você não é meu... mesmo assim quando estou com você me sinto a única a te possuir.... mesmo não consumando nosso amor!!!
As vezes me pego a pensar, porque nos arrependemos de não ter tomado certas decisões, quando era necessário ser tomadas, talvez por medo, talvez por nos ter acomodados com a situação e pensar que uma mudança assim tão de repente poderia nos fazer arrepender no futuro, mais é exatamente este medo de tomar as decisões que nos faz sofrer no futuro, e não o caminho que decidimos seguir.
Fico pensando o que teria acontecido quando eu estava caminhando e no meio do caminho apareceram dois caminhos, um a direita e um a esquerda, me lembro de ter virado a esquerda, não sei porque mais virei, sem ao menos ter percebido que ali, ao virar da esquina, minha vida iria mudar por completo, segui em frente e encontrei varias entradas durante a minha caminhada, pensei varias vezes em entrar em alguns desvios, mais o medo de tomar a decisão errada me fez segui em frente, agora fico me perguntando... Como seria se lá trás eu tivesse virado a esquerda ou a direita nas diversas vezes que me vi em frente a uma entrada para um caminho diferente. Será que eu teria dado aquela gargalhada que dei quando estava com meus amigos? Teria sentido aquela angustia quando vi que o que eu mais desejava estava me fugindo entre os dedos? Será que eu teria deixado de conhecer aquela pessoa que tanto amei e que por ironia do destino e também talvez por medo das consequências das decisões, não pôde ficar? A vida é mesmo assim.. Breve... Cabe a nos sabermos decidir os caminhos a ser tomados... E mesmo que voce tente seguir o melhor caminho... Quando voce olhar para trás e lembrar de todo percurso da sua vida, vais encontrar aquele caminho que você até parou em frente dele, pensou... Até mesmo chegou a dar alguns passos em sua direção, mais preferiu voltar atras e seguir o caminho principal, é por isso que devemos viver a vida da melhor forma possível, viver os melhores momentos possíveis, acordar de manha e sentir o doce aroma da vida, nunca tenha medo de decidir, a decisão pode te levar para caminhos bons ou mal, mais ficar indeciso ou ter medo de decidir, não te leva a lugar nenhum, apenas te faz sofrer e consequentemente fará sofrer quem voce ama, mais que, no fundo, esta pessoa foi encontrada neste caminho de indecisão e medo de arriscar, não é que não valeu a pena ou que não foi bom, mais na maioria das vezes prendemos as pessoas em nossas vidas com medo de as deixar ir viver outras experiências, talvez por já estarmos acostumados com a simples presença desta pessoa. Mais do que vale a presença, se o pensamento e o coração não esta presente? Viva vida intensamente... Ela é breve demais para se prender as pessoas por medo de sofrer, mais vale viver e deixar viver do que chegar ao final do caminho e olhar para trás e ver que tudo que foi feito, foi por medo....
É fácil ser agradável quando a vida corre como uma canção, mas o homem digno é o que sorri quando tudo vai mal. Porque o teste do coração é a dificuldade, e ela sempre chega com os anos, e o sorriso que merece os louvores da terra é o que brilha entre lágrimas.
É como quando você termina um livro e não queria. Mesmo os personagens estando felizes, você ainda está triste com o fim.
(...) Quando o sol sossegava e começava a querer fugir do que causou, vinham então as estrelas, tão espertas. Propunham brilhar-se todas e entreter os dois, fazê-los amolecer com o frio da noite e dizer bobagens quaisquer para esquecer o que se passava. não dava.
As estrelas deles vinham separadas, também. Por oceanos, terras, mares, rios, planetas, ventos, tudo. Era muito longe. Ele cá, ela lá. Doía de novo.
A noite propunha sacanagem e desgosto de estar só. Mas ao final só sobrava o segundo e a certeza de que era mesmo a maior sacanagem da história estarem sem poder se tocar, daquele jeito...
Aí pensavam em largar tudo, em largar trabalho, escola, família. Em se largar em nome do outro. E desistiam. Doía.
Enquanto um amanhecia, o outro adormecia e seguiram os dias com essa brincadeira de gato e rato que nunca se encontram. Ficavam assim, então: sobrevivendo a cada dia e esmorecendo a cada noite. Lutando contra o medo do mundo e o medo deles mesmos, por estarem em mundos tão diferentes por hora, agora, pra sempre, quem sabe? Não sabiam.
Tentavam acreditar numa mudança, num descaso do destino que insistiu em manter-lhes assim, um descuido que deixasse um deles passar, fugido. Tentavam fugir da verdade e se encontrar um no outro, mas se perdiam. Estavam perdidos. Nos dias quentes, nas noites longas, na espera fria. Só sei que doía.”
Muito. A paternidade te lembra o que a Bíblia sempre ensinou. Quando os apóstolos estavam discutindo entre eles sobre quem era o maior aos olhos de Jesus, ele falou, "Nenhum de vocês", e chamou um pequeno garoto e disse, "até que você seja humilde como essa criança". Isso lembra que você deve ser generoso e humilde e ver as coisas com os olhos de uma criança e se surpreender infantilmente. Eu ainda tenho isso. Eu ainda fico fascinado com as nuvens e o pôr-do-sol. Eu estava fazendo pedidos com o arco-íris, ontem. Eu vi a chuva de meteoros. Eu faço um pedido toda vez que vejo uma estrela cadente.
(sobre o que seus filhos o ensinaram)
Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa,
o risco de se decepcionar é muito grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer nossas expectativas,
assim como não estamos aqui para satisfazer as delas.
Quando se está perdido nessa selva, algumas vezes é preciso algum tempo para você se dar conta de que está perdido. Durante muito tempo, você pode se convencer de que só se afastou alguns metros do caminho, de que a qualquer momento irá conseguir voltar para a trilha marcada. Então a noite cai, e torna a cair, e você continua sem a menor idéia de onde está, e é hora de reconhecer que se afastou tanto do caminho que sequer sabe mais em que direção o sol nasce.
Quando me sinto confusa ouço musicas,leio livro,durmo..
ao final de tudo percebo ke quando estou lendo,ouvindo,durmindo..minha duvida se torna perguntas e meus passatempos a resposta..
Eu tenho 4 sorrisos: um quando acho graça, um quando sou irônica, um quando fico sem graça e um quando te vejo.
"Quando você vai embora parece que leva toda a alegria junto. Fico ansioso esperando a sua volta, pois só assim posso sorrir de novo."
O Ônus e o Bônus do Silêncio
O silêncio pode ser uma arte — uma escolha sábia quando as palavras seriam navalhas afiadas. Mas já parou para pensar no turbilhão de pensamentos de quem espera, desesperadamente, ouvir ao menos uma palavra?
Há uma tortura cruel em tentar decifrar o que se esconde nesse vazio. O que se passa no outro lado do silêncio? Talvez seja um ato inteligente calar-se quando tudo o que temos a dizer reflete dor ou ressentimento. Mas será que já pensamos no quanto esse silêncio pode ferir profundamente quem escolhe sufocar suas palavras, engolindo cada sentimento como se fossem cacos de vidro?
Existe toxicidade no silêncio? Sim, quando ele se torna uma prisão que sufoca experiências não verbalizadas e necessidades não atendidas. Quando não dizemos o que nos incomoda, essas emoções se acumulam até explodirem de forma destrutiva.
Silenciar e esperar que o tempo resolva tudo é uma ilusão cômoda. É angustiante esperar que o tempo cure feridas que poderiam ser tratadas com um diálogo consciente e empático. Às vezes, bastaria a vontade de escutar — e ser escutado.
Por outro lado, o silêncio pode ser transformado em arma. O tratamento de silêncio é uma forma cruel de manipulação, abuso e punição. Ele faz com que o outro se sinta inseguro, ansioso, rejeitado, invisível e, muitas vezes, culpado por algo que nem compreende.
É preciso sabedoria para respeitar o silêncio do outro, mas também coragem para verbalizar esse respeito, validando os sentimentos de ambos.
Então, o silêncio é sabedoria ou covardia? Depende. O mérito está em saber quando calar — e quando falar, pode libertar.
Quando somos ensinados que a segurança está na semelhança, qualquer tipo de diferença parece uma ameaça.
Quando o coração apertar, lembre-se de que sempre há amor em mim e que posso dividi-lo com você.
